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Pardo de aparência branca: fraudador ou vítima?

Posted in Leão Alves, Vídeos.


O negrismo visa a preservar raças biológicas e impedir mestiçagem

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O negrismo põe a raça preta africana contra o nativo mestiço brasileiro

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Para o negrismo, preto é normal, mas mulato é uma fatalidade biológica

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XII Seminário sobre a Identidade Mestiça é realizado em Manaus

No dia 22/06/2022, quarta-feira, ocorreu em Manaus, Estado do Amazonas, o XII SEMINÁRIO SOBRE A IDENTIDADE MESTIÇA, realizado pelo Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro, Associação dos Caboclos e Ribeirinhos da Amazônia e Fórum Nacional do Mrestiço, com o apoio do Governo do Estado do Amazonas, Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania – SEJUSC, Secretaria de Cultura e Economia Criativa – SEC, e Prefeitura de Manaus, e teve como palestrantes o médico e ex-presidente do Movimento Nação Mestiça, Leão Alves; o pedagogo Abiel da Silva Santos; o Doutor em Educação e professor titular do Departamento de Artes da Universidades Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Tassos Lycurgo; o Mestre em Antropologia, Edward Mantoanelli Luz; e a advogada especializada em Direito Administrativo Anna Carolina Miranda Dantas.

O evento do Mês do Mestiço foi administrado pela presidente do Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro e do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial – CEPIR/AM e conselheira nacional de promoção da Igualdade Racial, Helderli Castro, e faz parte da comemoração pelo Dia do Mestiço (27 de junho).

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O revés do preconceito: Um escândalo racial no Brasil – Sidemberg Rodrigues

Onde estaria o equilíbrio na concepção de uma ‘ética racial’ – sem encrespar argumentos inflamados por excessos de convicção ou gerar grandes constrangimentos a partir de denúncias hiperbólicas – alimentando o ódio e prejulgamentos, implicando distorções analíticas no trato das questões étnicas no Brasil?

“Nada em excesso!” Embora lacônica, essa lição grega – que melhor se assentaria como sugestão diante de tempos etnicamente intensos e obnubilados pela própria complexidade do tema, principalmente diante dos múltiplos matizes raciais de um país miscigenado por natureza – quem sabe não adicione um pouco de serenidade aos debates no Brasil? Talvez, o delicado e longo relato abaixo, que descreve um lamentável fato, iniciado com um ruído de comunicação, tenha muito a dever mais a excessos de extremismo, ceticismo, radicalismo – e convicções – que, propriamente, com a justiça. Em nada ajudará no combate ao preconceito o uso do próprio em nome de bairrismos inoportunos e generalizações explosivas, cuja importância do aprofundamento das questões pode estar escoando por ralos midiáticos ou políticos, ao invés de compreenderem substratos que nutram diálogos e debates saudáveis, mesmo com a participação, imprescindível, e às vezes ruidosa, do contraditório, – sem acirramento de polarizações, ativismo ingênuo e militâncias que parecem mais políticas que reais defensoras dos Direitos Humanos.

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Tippu Tip: o comerciante de escravos mais poderoso e rico da África Oriental

Tippu Tip.

Tippu Tip, nome verdadeiro Hamad bin Muhammad bin Juma bin Rajab el Murjebi, foi um proprietário de plantação, governador e comerciante de escravos que vendeu dezenas de milhares de pessoas em cativeiro na Península Arábica e além. Continued…

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Mestiços, mesmo que não lhes convenha – Alfonso Gumucio Dagron

Deve-se reconhecer que a decisão de nomear Arce Catacora na candidatura presidencial foi um sucesso, pois se Choquehuanca fosse candidato, o MAS não teria obtido tantos votos, já que o “larama” representa apenas uma minoria aimará da população boliviana. Continued…

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Estado racista e discriminador de mestiços – Joadel Bravo

A Ministra do Planejamento, Gabriela Mendoza, a respeito do próximo censo populacional, referente à inclusão da categoria ‘mestiço’ na votação censitária, indicou que “seria discriminação e racismo. Somos povos indígenas camponeses originais; nós temos a maioria (da população).” Em sua opinião, “não faz sentido” incluir a categoria “mestiço” na votação do censo, pois “seria um retrocesso ao pensamento retrógrado que pede a incorporação de categorias de raças humanas”. Continued…

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UFRN e UERN abrem inscrições para o III Encontro Brasileiro de Estudos Tradicionais

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN e a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN irão realizar o III Encontro Brasileiro de Estudos Tradicionais, no período de 8 a 10 de Junho de 2022. O evento terá atividades presenciais e remotas, em torno de temáticas como Geopolítica Clássica e Interesse Nacional, Educação Tradicional, Distributismo e Propriedade Familiar, Sociedade Pós-Secular e Tradição, Patrimônio Cultural Brasileiro, Liberdade e Responsabilidade Individual.

O Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro participará em 10/06/2022, das 11 às 12h, horário de Brasília (10 às 11h, horário de Manaus), no Relato de Experiências.

Para se inscrever acesse o link aqui.

“A cultura moderna herdada da Ilustração resultou na imposição de visões de mundo racionalistas, embasadas no materialismo, no coletivismo e na competição egoísta. Seus impactos negativos podem ser hoje vislumbrados na negação ou relativização da dimensão espiritual da vida humana e na implosão de todos os valores sociais fundados na tradição.”

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