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Banda Meu Xodó hoje no IX Festival do Mestiço

Festiva do Mestiço já é uma tradição do Conjunto Canaranas (arquivo).

A banda Meu Xodó se apresentará hoje (30) às 22 horas no terceiro e último dia do IX Festival do Mestiço no Conjunto Canaranas, em Manaus. Com apresentações da banda Xote Real, patrocinada pela Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas (SEC), e da quadrilha Barraqueiros na Roça, o Festival, que comemora o Dia do Mestiço (27 de junho),  ocorre na Quadra Poliesportiva Waldemar Mesquita e marcou a noite de ontem com venda de alimentos e bebidas, além jogos e outros entretenimentos.

O evento também teve o apoio da Manauscult e da Associação Comunitária do Conjunto Canaranas.

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Prefeito de Careiro da Várzea decreta ponto facultativo na sexta-feira pelo feriado do Dia do Mestiço na quinta

O prefeito de Careiro da Várzea, Ramiro Gonçalves de Araújo, decretou ponto facultativo na sexta-feira devido ao feriado do Dia do Mestiço (27 de junho), que neste ano ocorrerá na quinta-feira.

Para comemorar a data, o Núcleo do Movimento Nação Mestiça em Careiro da Várzea estará realizando a VI Festa do Mestiça no ramal do Miriti, na comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, com show da banda Gang do Forró, patrocinada pela Secretaria de Estado de Cultura (SEC), e diversas atrações e atividades. 

O Dia do Mestiço também é feriado nos municípios de Autazes e Iranduba.

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Presidente do Movimento Nação Mestiça fala sobre o seminário que a entidade promove nesta quarta-feira na Assembleia Legislativa do Amazonas

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XI Seminário sobre a Identidade Mestiça ocorrerá no dia 19 de junho na ALEAM

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“Mestiços: avanços e desafios nas políticas públicas” é o tema do XI Seminário sobre a Identidade Mestiça, que será realizado no dia 19 de junho de 2019, quarta-feira, das 08h00min às 12h00min, no auditório Senador João Bosco Ramos de Lima da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, localizada na Av. Mário Ypiranga Monteiro (antiga Recife) – nº 3.950, Manaus (AM).

São palestrantes confirmados do evento o escritor e mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Esmeraldo Lopes, o escritor Nelson Ramos Barreto, autor de A Revolução Quilombola – Guerra Racial, Conflito Agrário e Urbano Coletivismo, e o médico Leão Alves, ex-presidente do Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro (Nação Mestiça).

Será fornecido certificado para atividade acadêmica complementar de 4 horas.

O evento faz parte das atividades do Mês do Mestiço que ocorrem anualmente em junho.

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NOTA DE REPÚDIO A DISCRIMINAÇÕES CONTRA O POVO MESTIÇO

Nós, abaixo assinados, vimos expressar veemente repúdio às declarações ofensivas, discriminatórias e inverídicas contra organizações do Movimento Mestiço e suas lideranças e às manifestações contra conquistas do Povo Mestiço do Amazonas – destacadamente as leis estaduais que reconhecem e protegem o Povo Mestiço contra discriminações – em  pronunciamentos feitos durante a Sessão Especial em homenagem ao Dia das Religiões de Matrizes Africanas e Ameríndias realizada na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM), no Plenário Ruy Araújo, no dia 4 de junho de 2019, de autoria do eminente presidente da Casa, Deputado Estadual Josué Cláudio de Souza Neto.

Além das medidas judiciais criminais e cíveis por parte das organizações, seus associados e por todos os mestiços atingidos pelas declarações infundadas proferidas durante a citada Sessão, a fim de que impere a verdade e sejam amenizados os danos à comunidade do Povo Mestiço, a organizações do movimento mestiço e às suas lideranças ofendidas, destacamos os aspectos abaixo.

Repudiamos afirmações de que teria havido por parte das organizações do movimento mestiço e de seus representantes atos de racismo e de intolerância religiosa contra qualquer grupo ou pessoa durante reunião no dia 23 de maio de 2019 na Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (SEJUSC).

Repudiamos a acusação da Sra. Francimar Santos Junior, gerente de Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (SEJUSC), de que um “grupo que se intitula Nação Mestiça” propagaria racismo.

Repudiamos a completa exclusão de referência a mestiços e caboclos na minuta de PL apresentada pela citada gerente durante a reunião na SEJUSC, em desacordo com a lei do Dia do Mestiço e à lei do Dia do Caboclo, que asseguram a representação mestiça onde houver representação de outros grupos étnicos e raciais, e com a Lei nº4.367, de 21/07/2016, que instituiu o Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial do Amazonas (CEPIR/AM), que “tem por finalidade propor políticas que promovam a igualdade racial no que concerne aos segmentos étnicos do Estado, com ênfase na população negra, indígena, mestiça e cabocla para combater a discriminação racial, reduzir as desigualdades raciais, sociais, econômicas, financeiras, políticas e culturais e ampliar o processo de participação social.”

Repudiamos a tentativa de “revisão” das leis do Dia do Mestiço e do Dia do Caboclo as quais têm sido um obstáculo contra aqueles que desejam ter o direito de discriminar mestiços e impor a eles seus pontos de vista, opiniões políticas e classifica-los como negros ou de outra raça.

Repudiamos a intolerância religiosa contra representante mestiço por este se declarar católico e que isto o impedia de respeitar o Comunismo. Destacamos que o mesmo frisou que respeitava o direito de pessoa que se declarou comunista durante a citada reunião de ser comunista, mas não a ideologia Comunismo.

Repudiamos também a apresentação de uma afirmação contra o Comunismo como se fosse uma manifestação contra religiões de matriz africana.

Sem esgotar na presente nota a resposta a todos os ataques e inverdades expressas durante a supracitada Sessão Especial, ressaltamos que defendemos o direito à autodeclaração de cor ou raça e o nosso repúdio contra toda forma de discriminação e intolerância contra qualquer grupo étnico, racial ou religioso e, exortando o Governador e os Deputados Estaduais do Amazonas a assegurarem a representação mestiça e cabocla e políticas públicas voltadas aos mesmos no futuro Estatuto Estadual de Promoção da Igualdade Racial com não menor importância e destaque que os dados à população negra e a assegurarem as vagas da representação mestiça no Conselho Estadual de Promoção da Igualdade, já instituído por lei, destacamos que a principal forma de discriminação contra mestiços é a negação de sua existência:

“Reconhecemos, em muitos países, a existência de uma população mestiça, de origens étnicas e raciais diversas, e sua valiosa contribuição para a promoção da tolerância e respeito nestas sociedades, e condenamos a discriminação de que são vítimas, especialmente porque a natureza sutil desta discriminação pode fazer com que seja negada a sua existência”, Conferência Mundial contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e Formas Correlatas de Intolerância (Declaração de Durban), África do Sul, 2001.

Manaus (AM), 10 de junho de 2019.

MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO (NAÇÃO MESTIÇA)

ASSOCIAÇÃO DOS CABOCLOS E RIBEIRINHOS DA AMAZÔNIA (ACRA)

ASSOCIAÇÃO DOS PEQUENOS AGRICULTORES DE ILHÉUS, UMA E BUERAREMA (ASPAIUB)

ASSOCIAÇÃO DE CONDUTORES E PASSAGEIROS TURÍSTICOS DE AUTAZES

CONSELHO MUNICIPAL DE DIREITOS HUMANOS DE MANAUS (CMDH/MAO)

CONSELHO ASSISTENCIAL MORADORES SANTA LUZIA E ZONA SUL (C.A.M.S.L)

ORGANIZAÇÃO BRASILEIRA DE AFRODESCENDENTES (OBÁ)

FÓRUM AFRO DA AMAZÔNIA (FORAFRO)

FÓRUM NACIONAL DO MESTIÇO (FNM)

NÚCLEO MESTIÇO DA BAHIA

NÚCLEO MESTIÇO DE RORAIMA

NÚCLEO MESTIÇO DE AUTAZES

NÚCLEO MESTIÇO DE CAREIRO DA VÁRZEA

NÚCLEO MESTIÇO DE IRANDUBA

Francisco de Assis Coêlho e Pinho (Clérigo representante da Igreja Católica Anglicana do Brasil no Amazonas)

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Gerente da Igualdade Racial da SEJUSC/AM acusa Nação Mestiça de propagar racismo

A Gerente de Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (SEJUSC) do Amazonas, Francy Junior, ex-candidata do PT, apresentou uma minuta de Estatuto Estadual da Igualdade Racial do AM que cita somente negros e indígenas e não cita mestiços.

Dias depois, durante Sessão Especial da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM), afirmou:

“Não dá mais para nós do movimento negro, dos movimentos indígenas aceitarem (sic) o racismo calado e esse racismo vem apenas de um grupo que se intitula Nação Mestica.”

A sessão foi realizada no dia 04/06/2019.

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Negrismo contra mestiços: movimentos negros pedem “revisão” de leis do Dia do Mestiço e Dia do Caboclo

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Entidades requerem ao MP que investigue representante da SEJUSC por racismo contra mestiços e privilegiar movimentos negros

A gerente de Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Justiça do Estado do Amazonas (SEJUSC), Francy Junior, apresentou quinta-feira (23) minuta de PL do Estatuto da Igualdade Racial do AM que exclui mestiços do texto, em desacordo com as leis do Estado do Amazonas, inclusive sua Constituição, que reconhecem os mestiços e caboclos como uma etnia e asseguram a representação mestiça onde houver outros grupos étnicos e raciais. Continued…

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Kim Kataguiri renega ser mestiço

O deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), um dos líderes do Movimento Brasil Livre (MBL), tem sido identificado nas redes sociais como mestiço. O registro do deputado, porém, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revela que ele renega sua identidade mestiça e se identifica como de raça amarela e não como pardo, termo oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para mestiços. 

O deputado Kim Kataguiri foi eleito em uma coligação com o PSDB, partido que, como o PT e PCdoB, é contra identidade mestiça e defende que pardo seja negro.

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Deputada Talíria Petrone (PSOL) ataca miscigenação e estupra história do Brasil – Leão Alves

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