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PL racista da Defensoria do AM quer obrigar caboclos e outros mestiços “virarem” negros

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Associação cabocla repudia PL da Defensoria Pública do AM que classifica pardos como negros: “significando considerar estes como ‘raça superior’ aos pardos”

NOTA DE REPÚDIO

AO PL RACISTA E GENOCIDA DA DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO AMAZONAS QUE EXTINGUE OFICIALMENTE OS CABOCLOS E OS CLASSIFICA COMO NEGROS

A ASSOCIAÇÃO DOS CABOCLOS E RIBEIRINHOS DA AMAZÔNIA repudia veementemente o PL 343/2021 de autoria da DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO AMAZONAS que impõe aos caboclos e outros mestiços do Estado do Amazonas a classificação como negros, significando considerar estes como “raça superior” aos pardos.

O PL torpe, inconstitucional, racista, etnocida e contrário aos direitos humanos em vários aspectos foi à sanção do governador do Estado do Amazonas, WILSON LIMA, para o qual solicitamos VETO TOTAL, haja vista já estar em curso, desde antes da apresentação do PL racista da DPE/AM, o PL 251/2021, que por substitutivo não classifica pardos como negros, mas sim mestiços.

Também defendemos que a DPE/AM esclareça o porquê de em vez de cumprir as leis do Estado do AM que protegem os caboclos e outros mestiços criou resolução e apresentou este PL que marginaliza e prejudica em vários aspectos os caboclos do Amazonas.

Manaus (AM), 18 de julho de 2021.

A COORDENAÇÃO

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DPE/AM dá 5 minutos para Nação Mestiça defender que pardos não são negros e direitos dos mestiços

A 11ª Reunião Ordinária do Conselho Superior da Defensoria Pública do Estado do Amazonas – DPE/AM, realizada em 14/07/2021, foi marcada por negrismo e afirmações equivocadas de conselheiros sobre o movimento mestiço. Em Pauta, o requerimento do Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro para que, conforme a Constituição do Estado do Amazonas, várias leis do Estado, a Declaração de Durban e outras legislações, pardos não sejam classificados como negros em resolução da DPE/AM sobre cotas raciais e também que pardos decidam quem é pardo ou não, de forma similar ao assegurando pelo DPE/AM aos índios, que decidem quem é ou não índio. A DPE/AM tem por função defender os direitos dos cidadãos.

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Mestiços farão ato na ALEAM por cotas para pardos separadas das cotas para negros e a favor do PL 490

O Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro fará um ato nesta terça-feira na ALEAM em alusão ao Dia do Mestiço, que ocorreu no dia 27 de junho. Continued…

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Sabe o que eles têm em comum?

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NOTA DE APOIO AO PL 490/2007

 

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NOTA DE APOIO AO PL 490/2007

O MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO – NAÇÃO MESTIÇA e a ASSOCIAÇÃO DOS CABOCLOS E RIBEIRINHOS DA AMAZÔNIA – ACRA vêm parabenizar a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados pela aprovação do Projeto de Lei – PL 490/2007 que visa a por um fim na farra das criações de territórios raciais exclusivos para índios.

Inspirada no modelo do Apartheid sul-africano, que visava a isolar povos indígenas daquele país para que não se tornassem mestiços, a invenção de territórios raciais encontrou terreno fértil no Brasil para racistas e inescrupulosos serviçais de interesses antibrasileiros, sem passar por um debate aberto com a sociedade e sem limites na legislação atual, retalhar o país e o povo, promover limpezas étnicas e miséria e combater a identidade nacional mestiça do Brasil.

Manifestamos o interesse do Povo Mestiço Brasileiro de participar dos debates que vierem a ser realizados com a sociedade civil a fim de que este PL venha a se tornar em legislação.

Manaus (AM), Dia do Mestiço de 27 de junho de 2021.

MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO – NAÇÃO MESTIÇA

ASSOCIAÇÃO DOS CABOCLOS E RIBEIRINHOS DA AMAZÔNIA – ACRA

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Pardo não é negro: Nação Mestiça quer mudança em PL e cotas separadas para pardos

O Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro e diversas associações reuniram-se hoje  com o deputado estadual do AM, Dermilson Chagas, autor de projeto de lei que cria cotas para índios e negros em concursos públicos para cargos nos órgãos e entidades no poder executivo estadual do Amazonas. A presidente do Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro, Helda Castro, criticou o fato do PL classificar pardos como negros, o que, dentre outras, vai contra a Constituição do Estado do Amazonas, que reconhece mestiços e caboclos como uma etnia própria. O deputado informou que o PL fora apresentado por solicitação da Defensoria Pública do Estado do Amazonas, mas está disposto a atender a demanda dos mestiços.

No dia anterior, o Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro também foi recebido no gabinete da deputada estadual Nejmi Aziz, que apresentou proposta de emenda constitucional instituindo cotas para negros e índios. A presidente Helda Castro entregou documento da associação, com amplo embasamento, reivindicando a inclusão de cotas também para mestiços e caboclos e separada das reservada a negros e índios, pelo fato dos mestiços serem uma etnia própria e também com problemas sócio-econômicos.

As reivindicações do Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro também visam a proteger os mestiços de discriminações e processos por grupos antimestiços que colocam pardos nas cotas, mas depois os expulsam das vagas sob a alegação de que não teriam aparência de pretos, os expondo a prejuízos morais e materiais.

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Teu professor é PhD em Antropologia e contra mestiçagem?

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Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro é eleito para o Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial do AM

Após três adiamentos, ocorreu sexta-feira (11), a eleição do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial do Estado do Amazonas (CEPIR/AM). O Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro (Nação Mestiça), após enfrentar vários obstáculos à representação mestiça, foi eleito para o conselho. Das 13 vagas reservadas à sociedade civil, 9 foram destinadas a segmentos relacionados com movimentos negros.

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“Pardo não é negro!” Helda Castro rebate projeto racista da Defensoria do AM contra mestiços

A presidente Helda Castro, do Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro, desmascara projeto de cotas da Defensoria Pública do Estado do Amazonas que classifica pardos como se fossem negros, uma demanda de movimentos negristas que defendem que a “raça negra” seria superior a mestiços. O AM é o Estado do Brasil com maior percentual de pardos, em sua maioria mestiços caboclos, e um dos com menor percentual de pretos. A Audiência Pública: “Reserva de vagas para pessoas negras (pretas e pardas), indígenas e quilombolas em concursos e seleções na DPE/AM”, ocorreu às 09 horas do dia 09 de junho de 2021, quarta-feira, no Auditório da Sede Administrativa da Defensoria Pública do Estado do Amazonas, 3° Andar, Avenida André Araújo, n° 679, Aleixo, em Manaus.

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