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Presidente do PT diz que ação da imprensa pode levar ao nazismo

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse ontem que a imprensa e setores do Ministério Público tentam “interditar” a política e por isso devem ser combatidos pelo partido. Em reunião da bancada do PT na Câmara, associou essa suposta prática ao nazismo e ao fascismo.
Ao defender que os deputados petistas trabalhem pela regulamentação dos meios de comunicação, Falcão disse que a mídia “abre campo para as aventuras golpistas”.
“São esses a quem nominei que tentam interditar a política no Brasil e fazem com que ao mesmo tempo desqualifiquem a política. Quando desqualificamos a política, a gente abre campo para as aventuras golpistas, para experiências que no passado levaram ao nazismo e ao fascismo, que devemos definitivamente afastar do nosso país.”
Falcão disse que a imprensa e setores do Ministério Público integram o que ele chama de “oposição extrapartidária” e que há um “conluio” de quem não se conforma com a perda de privilégios.
Ele mencionou a ação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que disse anteontem que deve enviar para a primeira instância um pedido de investigação do ex-presidente Lula por suposta participação no mensalão.
Ele citou ainda Judith Brito, superintendente da Folha e vice-presidente da ANJ (Associação Nacional de Jornais).
“Sejamos francos: quem é a oposição no Brasil? Há oposição dos partidos políticos, mas há oposição mais forte, mas que não mostra a cara, quando poderia fazê-lo. É o que chamo de oposição extrapartidária, que se materializa numa declaração que a imprensa veiculou de Judith Brito, que disse com todas as letras: ‘como a oposição não cumpre seu papel, nós temos que fazer’. E vem fazendo.”
Sobre crítica semelhante, Brito disse em 2010: “O que a ANJ tem feito em suas manifestações, como sempre, é defender a liberdade de expressão, frente às seguidas tentativas do governo de criar regras para controlar os veículos de imprensa e os jornalistas”.
“O jornalismo sério num país democrático precisa ser livre e pluralista. No entanto, há grupos dentro deste governo que querem ouvir apenas um tipo de notícia e opinião: as favoráveis ao próprio governo. Esse papel da imprensa é exercido igualmente em relação ao governo e à oposição, e isso pode ser constatado todos os dias”, completou.
Para o presidente do PT, a proposta de regulamentação da mídia é “legítima” porque regulamentaria a Constituição. No governo Lula, a ideia ganhou contornos com um anteprojeto do ex-ministro Franklin Martins (Comunicação). Ontem, Franklin reuniu-se com a presidente Dilma Rousseff, mas não quis dizer sobre o que trataram.

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse ontem que a imprensa e setores do Ministério Público tentam “interditar” a política e por isso devem ser combatidos pelo partido. Em reunião da bancada do PT na Câmara, associou essa suposta prática ao nazismo e ao fascismo.

Ao defender que os deputados petistas trabalhem pela regulamentação dos meios de comunicação, Falcão disse que a mídia “abre campo para as aventuras golpistas”.

“São esses a quem nominei que tentam interditar a política no Brasil e fazem com que ao mesmo tempo desqualifiquem a política. Quando desqualificamos a política, a gente abre campo para as aventuras golpistas, para experiências que no passado levaram ao nazismo e ao fascismo, que devemos definitivamente afastar do nosso país.”

Falcão disse que a imprensa e setores do Ministério Público integram o que ele chama de “oposição extrapartidária” e que há um “conluio” de quem não se conforma com a perda de privilégios.

Ele mencionou a ação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que disse anteontem que deve enviar para a primeira instância um pedido de investigação do ex-presidente Lula por suposta participação no mensalão.

Ele citou ainda Judith Brito, superintendente da Folha e vice-presidente da ANJ (Associação Nacional de Jornais).

“Sejamos francos: quem é a oposição no Brasil? Há oposição dos partidos políticos, mas há oposição mais forte, mas que não mostra a cara, quando poderia fazê-lo. É o que chamo de oposição extrapartidária, que se materializa numa declaração que a imprensa veiculou de Judith Brito, que disse com todas as letras: ‘como a oposição não cumpre seu papel, nós temos que fazer’. E vem fazendo.”

Sobre crítica semelhante, Brito disse em 2010: “O que a ANJ tem feito em suas manifestações, como sempre, é defender a liberdade de expressão, frente às seguidas tentativas do governo de criar regras para controlar os veículos de imprensa e os jornalistas”.

“O jornalismo sério num país democrático precisa ser livre e pluralista. No entanto, há grupos dentro deste governo que querem ouvir apenas um tipo de notícia e opinião: as favoráveis ao próprio governo. Esse papel da imprensa é exercido igualmente em relação ao governo e à oposição, e isso pode ser constatado todos os dias”, completou.

Para o presidente do PT, a proposta de regulamentação da mídia é “legítima” porque regulamentaria a Constituição. No governo Lula, a ideia ganhou contornos com um anteprojeto do ex-ministro Franklin Martins (Comunicação). Ontem, Franklin reuniu-se com a presidente Dilma Rousseff, mas não quis dizer sobre o que trataram.

De Folha, 31/01/2013.

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