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Justiça belga absolve Tintin de racismo

O célebre livro de banda desenhada de Hergé “Tintin no Congo”, publicado na sua primeira edição quando a República Democrática do Congo era uma colónia belga, foi absolvido da denúncia de racismo.
A Justiça belga determinou que as aventuras de “Tintin no Congo” não podem ser consideradas “ofensivas” ou “racistas” e não homologou o pedido de a obra conter uma advertência nesse sentido bem como ver retirada a classificação de livro infantil.
A ação que denunciava obra racista – que agora foi absolvida – foi interposta pelo cidadão congolês Bienvenu Mbutu Mondondo e pelo Conselho Representativo das Associações Negras de França. A decisão judicial condenou-os a pagar uma indemnização simbólica de 110 euros às editoras Moulinsart e Casterman.
Na sentença os juízes consideraram que a personagem Tintin não só não era “racista” como pelo contrário “cultivava a amizade” com os outros personagens negros “contribuindo para a paz entre as tribos, colocando a sua vida em perigo para socorrer o próximo e luta contra o mal que está representado por um personagem branco e não negro”.
Além disso a obra foi considerada como um “testemunho da história comum da Bélgica e do Congo” em determinado momento e nada parece indicar que as crianças do século XXI não serão capazes de relativizar os estereótipos das personagens e colocar a obra no seu contexto histórico”.

Por Paula Mourato

O célebre livro de banda desenhada de Hergé “Tintin no Congo”, publicado na sua primeira edição quando a República Democrática do Congo era uma colónia belga, foi absolvido da denúncia de racismo.

A Justiça belga determinou que as aventuras de “Tintin no Congo” não podem ser consideradas “ofensivas” ou “racistas” e não homologou o pedido de a obra conter uma advertência nesse sentido bem como ver retirada a classificação de livro infantil.

A ação que denunciava obra racista – que agora foi absolvida – foi interposta pelo cidadão congolês Bienvenu Mbutu Mondondo e pelo Conselho Representativo das Associações Negras de França. A decisão judicial condenou-os a pagar uma indemnização simbólica de 110 euros às editoras Moulinsart e Casterman.
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Na sentença os juízes consideraram que a personagem Tintin não só não era “racista” como pelo contrário “cultivava a amizade” com os outros personagens negros “contribuindo para a paz entre as tribos, colocando a sua vida em perigo para socorrer o próximo e luta contra o mal que está representado por um personagem branco e não negro”.
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Além disso a obra foi considerada como um “testemunho da história comum da Bélgica e do Congo” em determinado momento e nada parece indicar que as crianças do século XXI não serão capazes de relativizar os estereótipos das personagens e colocar a obra no seu contexto histórico”.
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De DN Globo, 06/12/2012.
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