Skip to content


Vídeo: baderneiros da Unesp impedem palestra de príncipe brasileiro

Exemplo típico da decadência do ambiente universitário foi o ocorrido na Unesp, em Franca, no último dia 28, onde baderneiros impediram que o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, fizesse uma palestra sobre “o papel da família real brasileira na formação do país”.
Os manifestantes acusaram o príncipe de fascista ao mesmo tempo que utilizaram-se de um recurso fascista para impedir a palestra. Aliás, chamar de fascista quem é de direita revela outro ponto de decadência intelectual de quem ou tem má fé ou não entende nem a origem nem o significado real da palavra.
Segundo Carta Capital, para o o aluno de História e membro do Diretório Acadêmico da Unesp, Thiago Rodrigues, a intenção da ação era debater o interesse de convocar Bertrand. “Queríamos entender a razão para convocar para o ambiente universitário uma pessoa que é contra a reforma agrária como o príncipe de Bragança e seu amigo próximo, o jornalista José Carlos da Sepúlveda da Fonseca, que apoiou a marcha da Tradição, Família e Propriedade e o golpe militar de 1964?”, disse o estudante.
Pelo jeito, não só o ambiente está em decadência, mas a própria capacidade dos alunos universitários de aprenderem qualquer coisa que seja. Se acreditarmos nas demagogias do tal estudante, precisamos aceitar que José Carlos da Sepúlveda da Fonseca fundou a TFP quando tinha um ano de idade e que aos quatro apoiou a referida marcha que o estudante demonstrou nem sequer saber o nome correto: “Marcha da família com Deus pela liberdade”.
O fascismo pregava o controle total do Estado sobre a sociedade e esse aluno – “anti-fascista”, é claro – defende o total controle da universidade pela ideologia de esquerda. Daí a incompreensão dele – que julga justíssima – ao saber que uma pessoa contra a reforma-agrária foi convidada para palestrar na Unesp.
Aliás, ele disse que o objetivo era debater, não? Então vejam os argumentos intelectuais da futura “elite democrática” brasileira, que cujo modo de debater lembra o famoso slogan fascista: “verdade é tudo aquilo que o mais forte consegue impor”.

Exemplo típico da decadência do ambiente universitário foi o ocorrido na Unesp, em Franca, no último dia 28, onde baderneiros impediram que o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, fizesse uma palestra sobre “o papel da família real brasileira na formação do país”.

Os manifestantes acusaram o príncipe de fascista ao mesmo tempo que utilizaram-se de um recurso fascista para impedir a palestra. Aliás, chamar de fascista quem é de direita revela outro ponto de decadência intelectual de quem ou tem má fé ou não entende nem a origem nem o significado real da palavra.

Segundo Carta Capital, para o o aluno de História e membro do Diretório Acadêmico da Unesp, Thiago Rodrigues, a intenção da ação era debater o interesse de convocar Bertrand. “Queríamos entender a razão para convocar para o ambiente universitário uma pessoa que é contra a reforma agrária como o príncipe de Bragança e seu amigo próximo, o jornalista José Carlos da Sepúlveda da Fonseca, que apoiou a marcha da Tradição, Família e Propriedade e o golpe militar de 1964?”, disse o estudante.

Pelo jeito, não só o ambiente está em decadência, mas a própria capacidade dos alunos universitários de aprenderem qualquer coisa que seja. Se acreditarmos nas demagogias do tal estudante, precisamos aceitar que José Carlos da Sepúlveda da Fonseca fundou a TFP quando tinha um ano de idade e que aos quatro apoiou a referida marcha que o estudante demonstrou nem sequer saber o nome correto: “Marcha da família com Deus pela liberdade”.

O fascismo pregava o controle total do Estado sobre a sociedade e esse aluno – “anti-fascista”, é claro – defende o total controle da universidade pela ideologia de esquerda. Daí a incompreensão dele – que julga justíssima – ao saber que uma pessoa contra a reforma-agrária foi convidada para palestrar na Unesp.

Aliás, ele disse que o objetivo era debater, não? Então vejam os argumentos intelectuais da futura “elite democrática” brasileira, que cujo modo de debater lembra o famoso slogan fascista: “verdade é tudo aquilo que o mais forte consegue impor”.

De Conservador, 31/08/2012.

Os vídeos e os textos postados assinados por seus autores e os noticiosos e de outros sites lincados são de inteira responsabilidade dos mesmos não representando no todo ou em parte posicionamentos do Nação Mestiça. Divulgue este site.

Posted in Português, Vídeos.

Tagged with , , , , .


One Response

Stay in touch with the conversation, subscribe to the RSS feed for comments on this post.

  1. Leão says

    O que não vai passar é o totalitarismo e o regime de censura que estas pessoas desejam implantar no Brasil. Vai ser barrado pelos verdadeiros democratas. Por que esse pessoal não protesta contra a política racista do PT contra mestiços? Por que não protestam contra o regime de apartheid que está sendo implantado no Brasil por marxistas?



Some HTML is OK

or, reply to this post via trackback.

Comments Protected by WP-SpamShield Anti-Spam