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Caminhoneiros bloqueiam rodovia de MT contra manifesto de indígenas

Sindicato reclama de prejuízos causados aos motoristas.
Categoria pretende manter boqueio até a liberação da rodovia pelos índios.

Sindicato reclama de prejuízos causados aos motoristas.

Categoria pretende manter boqueio até a liberação da rodovia pelos índios.

Em protesto contra a interdição feitas por indígenas nas rodovias federais que cortam Mato Grosso, caminhoneiros decidiram bloquear na madrugada desta quarta-feira (29) dois pontos da BR-364. Um na saída de Cuiabá para Rondonópolis, a 218 quilômetros da capital, e outro na Serra de São Vicente, a 30 km de Cuiabá. De acordo com o Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos, os motoristas protestam contra as manifestações dos índios que começaram na segunda-feira (27) pelos prejuízos gerados à categoria.

Os indígenas protestam contra a portaria que estabelece novas regras para a exploração de terras indígenas e revisão de demarcações. O vice-presidente do Sindicato, Walter Pereira, afirmou que a manifestação dos índios prejudica o tráfego de caminhões e impede a categoria de trabalhar, gerando prejuízo. Segundo ele, a categoria pretende permanecer no local até a liberação da rodovia pelos indígenas.

Os índios bloquearam as BRs 364 e 174 e, nesta terça-feira (28), depois de um congestionamento de aproximadamente 60 quilômetros, liberaram parcialmente o tráfego de veículos na 364 por cerca de uma hora. Representantes de oito etnias protestam para pedir a suspensão da portaria 303 da Advocacia Geral da União (AGU), prevista para entrar em vigor em setembro deste ano. O documento regulamenta a atuação dos advogados públicos e procuradores em processos judiciais envolvendo a demarcação e o uso de terras indígenas.

A Advocacia Geral da União informou por meio de nota que deve discutir a portaria 303 com representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai) e as comunidades indígenas também devem ser consultadas. A Funai, por sua vez, disse que há um núcleo de apoio em Cuiabá e outro em Comodoro, a 677 quilômetros de Cuiabá, monitorando a ação dos indígenas.

De ExpressoMT, 29/08/2012.

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