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Paim passa cotas de pardos aos negros, discursa o contrário e engrandece educação do apartheid

O senador Paulo Paim (PT-RS) escreveu em seu parecer sobre o PLC 180/2008, que cria cotas raciais, que negro seria a soma de pretos + pardos, ou seja, todas as vagas para pardos devem ser dos negros. Contradizendo o que escreveu, no seu discurso na tribuna do Senado (10/07/2012)  a favor da aprovação do PLC, ele fala que as cotas beneficiará “negros e pardos”. O senador também elogia o sistema de educação de universidades segregadas por raça do regime do apartheid sul-africano.
PARECER DO SENADOR PAIM (28/06/2012):
“Portanto, essa estratégia da facilitar o acesso à educação
superior e técnica no País, democratizando-a, é extremamente meritória e
justa. Contudo, observemos que, no sistema de classificação da população
por cor ou etnia, atualmente utilizado pelo IBGE, constam cinco categorias:
branca, preta, amarela, parda e indígena. Ainda que, por vezes, alvo de
críticas, essas categorias têm exercido um papel legitimador das
representações sobre os diferentes grupos étnicos e raciais que convivem
no País. Ademais, o Estatuto da Igualdade Racial, Lei nº 12.288, de 20 de
julho de 2010, que define como população negra “o conjunto de pessoas
que se autodeclaram pretas e pardas, conforme o quesito cor ou raça usado
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística”.
Em face do exposto, entendemos que a expressão “negros e
pardos” utilizada no projeto é redundante, pois o termo isolado “negros” já
engloba pessoas “pretas e pardas”, de acordo com o Estatuto. Assim, é
necessário alterar a redação do projeto para corrigir esse equívoco.
Lembramos, contudo, que essa é uma alteração meramente redacional, que
não modifica o conteúdo normativo da proposição”.

O senador Paulo Paim (PT-RS) escreveu em seu parecer sobre o PLC 180/2008, que cria cotas raciais (trecho abaixo), que negro seria a soma de pretos + pardos, ou seja, todas as vagas de cotas que seriam da população parda devem ser dadas a negros. Contradizendo o que escreveu, no seu discurso na tribuna do Senado, em 10/07/2012, a favor da aprovação do PLC, ele fala que as cotas beneficiará “negros e pardos”. O senador também elogia a eficácia do sistema de educação de universidades segregadas por raça do regime do apartheid sul-africano.

PARECER DO SENADOR PAIM (28/06/2012):

“Portanto, essa estratégia da facilitar o acesso à educação superior e técnica no País, democratizando-a, é extremamente meritória e justa. Contudo, observemos que, no sistema de classificação da população por cor ou etnia, atualmente utilizado pelo IBGE, constam cinco categorias: branca, preta, amarela, parda e indígena. Ainda que, por vezes, alvo de críticas, essas categorias têm exercido um papel legitimador das representações sobre os diferentes grupos étnicos e raciais que convivem no País. Ademais, o Estatuto da Igualdade Racial, Lei nº 12.288, de 20 de julho de 2010, que define como população negra “o conjunto de pessoas que se autodeclaram pretas e pardas, conforme o quesito cor ou raça usado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística”.

Em face do exposto, entendemos que a expressão “negros e pardos” utilizada no projeto é redundante, pois o termo isolado “negros” já engloba pessoas “pretas e pardas”, de acordo com o Estatuto. Assim, é necessário alterar a redação do projeto para corrigir esse equívoco. Lembramos, contudo, que essa é uma alteração meramente redacional, que não modifica o conteúdo normativo da proposição”.

Posted in Multiculturalismo, Verwoerdismo | Indigenismo, Vídeos.

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