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A História da União Soviética

Antes do filme Katyn [1] do Lincoln Center, Andrzej Wajda deu ao público uma lição de história muito importante, explicando a aliança Soviético-Alemã durante os primeiros anos da Segunda Guerra Mundial. Quando ele concluiu, Wajda recebeu uma bem merecida aclamação de pé. No entanto, pelo seu levantamento profundo dos crimes Soviéticos contra a humanidade, incluindo a cooperação dos Soviéticos com o Terceiro Reich, o diretor Letão Edvins Snore foi queimado em efígie por Neo-soviéticos Russos. Este é um abominável crachá de honra. O filme que você não deveria ver é intitulado The Soviet Story (A História Soviética) e ele foi exibido em Nova York no dia 24 de outubro de 2008.
Desde a sua criação, a história da União Soviética foi escrita com sangue. Como ex-dissidente soviético (agora essencialmente um dissidente mais uma vez sob o regime Putin) Vladimir Bukovsky explica: “Quando os comunistas chegam ao poder, não interessa onde, pode ser na Rússia, na Polônia, em Cuba, na Nicarágua, não interessa, na China. Inicialmente eles destroem em torno 10% da população [a fim de] reestruturar o tecido da sociedade”.
Soviet Story age como uma correção eficaz à noção popular de que a experiência comunista só se tornou horrível quando Stalin subiu ao poder. O filme documenta ordens determinando execuções em massa, estimado em dezenas de milhões, originados com o pai da revolução, Lênin. Ainda assim, é difícil de superar a enorme capacidade maligna de Stalin para o terror. Por exemplo, o uso deliberado da fome para pacificar a Ucrânia é explicado em detalhes. Num crime contra a humanidade, em grande parte ignorado pelo Ocidente, sete milhões de ucranianos foram intencionalmente mortos pela fome na República previamente isolada; gêneros alimentícios foram confiscados sob a mira do Exército Vermelho.
O coração do Soviet Story explora as estreitas semelhanças ideológicas e o bárbaro conluio entre os Socialistas Soviéticos de Stalin e os Nacional-socialistas de Hitler. Existe uma misteriosa seqüência justapondo tematicamente cartazes de propaganda semelhantes de ambos os regimes, lado a lado na tela. Ainda mais condenatórios são os documentos que Snore revela estabelecendo ligações estreitas entre a SS e o NKVD Soviético (a precursora da KGB), discutindo, entre outras questões, a “Questão Judaica.” Eles não apenas conversaram – eles dividiram entre si a Polônia e, pela iniciativa de Stalin, demarcaram suas reivindicações para o resto da Europa.
Soviet Story é mais devastador ao discutir as maneiras pelas quais a mais avançada máquina assassina Soviética serviu de inspiração e modelo para o Holocausto. Segundo informação do ex-oficial da antiga União Soviética Viktor Suvorov: “Uma delegação da Gestapo Alemã e SS vieram para a União Soviética para aprender a construir campos concentração.”
Snore produziu uma arrepiante acusação da experiência soviética com o socialismo. Ele chama testemunhas muito convincentes, incluindo Bukovsky, e os eloqüentes historiadores de Cambridge Norman Davies e George Watson. Como prova, ele produz um chocante filme de arquivos e documentos. No entanto, como o filme deixa bem claro, nenhuma das pessoas que fizeram (e ainda fazem) o trabalho sujo Soviético jamais enfrentaram a justiça pelos seus crimes. Como foi dito, Snore tem produzido um apaixonado, mas completamente fundamentado documentário contra o regime Soviético. Sua única falha é a utilização periódica de títulos animados, o que se parece com os enormes comerciais do Canal de História Especial.
Embora este seja um período da história sobre o qual me considero bem versado, a opressão comunista foi tão cruel e penetrante que Soviet Story pôde catalogar muitos horrores que eu não estava previamente ciente. Provavelmente o aspecto mais assustador do filme é a sua ocasião oportuna, lançando luz sobre como o regime Putin cada vez mais abraça suas raízes stalinistas. Quem pretende continuar pensando que é bem-informado deve ver o filme Soviet Story.
Nota:
[1] Segundo O Livro Negro do Comunismo, o Exército Vermelho fuzilou 4.500 oficiais poloneses na floresta de Katyn. Até 1989 o governo comunista da Polônia e os comunistas do mundo inteiro atribuíram o massacre aos alemães.
Fonte: http://en.epochtimes.com/n2/content/view/6382/
Tradução e adaptação: Wellington Moraes

Antes do filme Katyn [1] do Lincoln Center, Andrzej Wajda deu ao público uma lição de história muito importante, explicando a aliança Soviético-Alemã durante os primeiros anos da Segunda Guerra Mundial. Quando ele concluiu, Wajda recebeu uma bem merecida aclamação de pé. No entanto, pelo seu levantamento profundo dos crimes Soviéticos contra a humanidade, incluindo a cooperação dos Soviéticos com o Terceiro Reich, o diretor Letão Edvins Snore foi queimado em efígie por Neo-soviéticos Russos. Este é um abominável crachá de honra. O filme que você não deveria ver é intitulado The Soviet Story (A História Soviética) e ele foi exibido em Nova York no dia 24 de outubro de 2008.

Desde a sua criação, a história da União Soviética foi escrita com sangue. Como ex-dissidente soviético (agora essencialmente um dissidente mais uma vez sob o regime Putin) Vladimir Bukovsky explica: “Quando os comunistas chegam ao poder, não interessa onde, pode ser na Rússia, na Polônia, em Cuba, na Nicarágua, não interessa, na China. Inicialmente eles destroem em torno 10% da população [a fim de] reestruturar o tecido da sociedade”.

Soviet Story age como uma correção eficaz à noção popular de que a experiência comunista só se tornou horrível quando Stalin subiu ao poder. O filme documenta ordens determinando execuções em massa, estimado em dezenas de milhões, originados com o pai da revolução, Lênin. Ainda assim, é difícil de superar a enorme capacidade maligna de Stalin para o terror. Por exemplo, o uso deliberado da fome para pacificar a Ucrânia é explicado em detalhes. Num crime contra a humanidade, em grande parte ignorado pelo Ocidente, sete milhões de ucranianos foram intencionalmente mortos pela fome na República previamente isolada; gêneros alimentícios foram confiscados sob a mira do Exército Vermelho.

O coração do Soviet Story explora as estreitas semelhanças ideológicas e o bárbaro conluio entre os Socialistas Soviéticos de Stalin e os Nacional-socialistas de Hitler. Existe uma misteriosa seqüência justapondo tematicamente cartazes de propaganda semelhantes de ambos os regimes, lado a lado na tela. Ainda mais condenatórios são os documentos que Snore revela estabelecendo ligações estreitas entre a SS e o NKVD Soviético (a precursora da KGB), discutindo, entre outras questões, a “Questão Judaica.” Eles não apenas conversaram – eles dividiram entre si a Polônia e, pela iniciativa de Stalin, demarcaram suas reivindicações para o resto da Europa.

Soviet Story é mais devastador ao discutir as maneiras pelas quais a mais avançada máquina assassina Soviética serviu de inspiração e modelo para o Holocausto. Segundo informação do ex-oficial da antiga União Soviética Viktor Suvorov: “Uma delegação da Gestapo Alemã e SS vieram para a União Soviética para aprender a construir campos concentração.”

Snore produziu uma arrepiante acusação da experiência soviética com o socialismo. Ele chama testemunhas muito convincentes, incluindo Bukovsky, e os eloqüentes historiadores de Cambridge Norman Davies e George Watson. Como prova, ele produz um chocante filme de arquivos e documentos. No entanto, como o filme deixa bem claro, nenhuma das pessoas que fizeram (e ainda fazem) o trabalho sujo Soviético jamais enfrentaram a justiça pelos seus crimes. Como foi dito, Snore tem produzido um apaixonado, mas completamente fundamentado documentário contra o regime Soviético. Sua única falha é a utilização periódica de títulos animados, o que se parece com os enormes comerciais do Canal de História Especial.

Embora este seja um período da história sobre o qual me considero bem versado, a opressão comunista foi tão cruel e penetrante que Soviet Story pôde catalogar muitos horrores que eu não estava previamente ciente. Provavelmente o aspecto mais assustador do filme é a sua ocasião oportuna, lançando luz sobre como o regime Putin cada vez mais abraça suas raízes stalinistas. Quem pretende continuar pensando que é bem-informado deve ver o filme Soviet Story.

Nota:

[1] Segundo O Livro Negro do Comunismo, o Exército Vermelho fuzilou 4.500 oficiais poloneses na floresta de Katyn. Até 1989 o governo comunista da Polônia e os comunistas do mundo inteiro atribuíram o massacre aos alemães.

Fonte: http://en.epochtimes.com/n2/content/view/6382/

Tradução e adaptação: Wellington Moraes

De Endireitar, 20/01/2009.

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