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Dalmo Dallari afirma que índios são vítimas da imprensa – Leão Alves

O jurista Dalmo Dallari, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), publicou um artigo intitulado “Índios, vítimas da imprensa“, no qual comenta que “não é raro encontrar a opinião de alguém dizendo que ‘é muita terra para pouco índio’, o que autoriza a réplica de que quando somente um casal ou um pequeno número de pessoas ocupa uma grande mansão ou uma residência nobre com jardins, piscina e até quadra de tênis, usando um grande espaço que vai muito além do necessário para a sobrevivência, um índio está autorizado a dizer que ‘é muita terra para pouco branco'”. Diferentemente do que defende, o seu próprio artigo, que critica a imprensa e como esta abordaria assuntos relacionados a indígenas,  é um exemplo do que tem sido predominantemente publicado na mesma, especialmente na simpática ao petismo.

A grande vítima da política de apartheid étnico que foi implantada no Brasil, a partir da ação de grupos que influenciaram na elaboração do texto da Constituição de 88 no sentido de estabelecer demarcações de terras exclusivas para indígenas, são as populações de etnia mestiça, em sua absoluta maioria formada por pessoas de baixa renda, que têm sido expulsas das suas terras, das quais possuem também direitos originários derivados de suas ancestralidades nativas.

As notícias sobre demarcações em sua quase totalidade mostram o conflito como se fosse entre “fazendeiros invasores ricos e brancos x indígenas pobres e desprotegidos”, quando na realidade o problema criado pelos promotores da divisão do povo brasileiro promove a limpeza étnica de populações nativas mestiças sem recursos para se protegerem legalmente diante de movimentos indígenas, grupos indígenistas, ONGs riquíssimas internacionais e nacionais, certos ideólogos das academias, o Partido dos Trabalhadores (PT) e sua política racial e étnica mestiçofóbica, e outros formadores de opinião.

As notícias e artigos sobre demarcações – e o artigo do jurista não se afasta desse padrão – em sua quase totalidade mostram o conflito como se fosse essencialmente entre “fazendeiros invasores ricos e brancos x indígenas pobres e desprotegidos”, quando na realidade o grande problema é a política criada pelos promotores da divisão racial do povo brasileiro.  Esta promove a limpeza étnica de populações mestiças sem recursos para se protegerem legalmente diante de movimentos indígenas, grupos indígenistas, ONGs riquíssimas internacionais e nacionais, certos ideólogos das academias, o Partido dos Trabalhadores (PT) e sua política racial e étnica mestiçofóbica, e outros formadores de opinião. Conflitos entre brancos e indígenas são bem raros, especialmente na Amazônia e no Nordeste. Para quem deseja encontrar brancos querendo ficar com as terras de nativos, é mais fácil achá-los no comando das ONGs internacionais e indigenistas que apoiam as “desintrusões” de nativos mestiços.

Quando sob risco de sofrerem limpeza étnica para dar lugar a territórios exclusivos para indígenas, os nativos mestiços não pode recorrer ao Ministério Público para defenderem-se da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), pois aquele órgão, pela Constituição de 88, tem entre suas funções “defender judicialmente os direitos e interesses das populações indígenas”. Este é o tipo de informação que tem sido muito pouco divulgada pelas mídias.

Leão Alves é médico e secretário-geral do Nação Mestiça.

Os vídeos e os textos postados assinados por seus autores e os noticiosos e de outros sites lincados são de inteira responsabilidade dos mesmos não representando no todo ou em parte posicionamentos do Nação Mestiça.

Posted in Artigos, Leão Alves, Português.

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