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Funai pretende criar reservas indígenas

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A Assembléia Legislativa do Estado do Amazonas (ALE-AM) realizou nesta segunda-feira (19), no auditório João Bosco, uma Audiência Pública sobre a “Intenção de Criação de Novas Reservas Indígenas pela FUNAI, em Autazes“.

Para a audiência, foram convidados representantes da FAEA, FUNAI, MPF, INCRA, Câmara Municipal e Prefeitura de Autazes, AAM, Coopleite, Cooplam, OCB-AM, SEPROR e escritórios do IDAM, Prefeitos e Presidentes das Câmaras de Autazes, Borba, Manaquiri, Careiro Castanho e da Várzea e Maués, SEIND, COIAB, IPAAM, ITEAM, Superintendência da Polícia Federal, Organizações Indígenas (CIM, OPIM, OEIAM, APIMA, OMIM e SEMAI).

A audiência pública foi requisitada pelo presidente da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (FAEA), Muni Lourenço Silva Junior, e proposta pelo deputado Marco Antônio Chico Preto, à Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Assuntos Indígenas.

O presidente da FAEA Muni Lourenço, disse que a audiência é uma tentativa de debater e mostrar que a proposta da Fundação Nacional do Índio (Funai), pode trazer prejuízos para a produção de leite em Autazes. “As terras a serem transformadas em reservas indígenas, são atualmente as maiores produtoras de leite, principal atividade econômica do município”.  Frisou Muni.

A ameaça de demarcação de terras exclusivas para indígenas em Autazes e municípios vizinhos (Borba, Careiro, Careiro da Várzea e Manaquiri) tem causado apreensão na população local, em sua absoluta maioria formada por agricultores e outros trabalhadores rurais mestiços, que estão sob o risco de sofrer limpeza étnica.

O Movimento Nação Mestiça, o Fórum Nacional do Mestiço e a Associação dos Caboclos e Ribeirinhos da Amazônia (ACRA) têm-se reunido com a população local e atuado na defesa dos direitos originários territoriais e culturais dos mestiços (que também são nativos) e contra a política petista do governo federal de promover apartheid étnico e racial.

O presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Amazonas (OCB-AM), Petrucio Magalhães Jr., também participou da audiência e destacou o ponto cooperativista daquela região. “Sinceramente não gostaria de assistir, exatamente no Ano Internacional das Cooperativas, instituído pela ONU – Organização das Nações Unidas, a retirada de cooperados/pecuaristas das cooperativas COOPELEITE, COOPVÁRZEA E COMPLAM, de suas áreas produtivas. Essas cooperativas garantem a segurança alimentar e abastecem Manaus com diversos produtos derivados do leite”. Frisou Petrucio Jr.

De OCB-AM, em 20/03/2012.

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