Skip to content


Índios soltam funcionário da Funai feito refém no Xingu

O servidor da Funai (Fundação Nacional do Índio) que era mantido refém em uma aldeia de índios caiapós na região do Xingu (nordeste de Mato Grosso, na divisa com o Pará) foi solto no fim da tarde desta quinta-feira (16).
Manoel Aparecido Nunes de Melo, 42, passou quatro dias na aldeia. Segundo o coordenador da Funai em Colíder, Sebastião Martins, o servidor já está em casa. Seu estado de saúde é bom. Os únicos ferimentos que ele apresenta são dezenas de picadas de mosquito.
A soltura de Melo foi acertada com os índios após negociações com representantes da Funai e de agentes da Polícia Federal. Os índios concordaram em deixar o servidor ir embora após os negociadores terem prometido marcar uma reunião com os líderes da aldeia, na sede da Funai em Brasília.
Segundo a Funai, os indígenas não aceitam a construção de duas pousadas na região e pressionam pela demarcação de terras.
Melo havia sido refém na segunda-feira (13), quando foi até a aldeia Kapot Nhinore com mais dois servidores para apurar a explosão de um caminhão da fundação no dia 6. Segundo os índios, a explosão foi criminosa.Os outros dois servidores, que são indígenas, foram liberados para ir embora, mas Melo foi feito refém.

O servidor da Funai (Fundação Nacional do Índio) que era mantido refém em uma aldeia de índios caiapós na região do Xingu (nordeste de Mato Grosso, na divisa com o Pará) foi solto no fim da tarde desta quinta-feira (16).

Manoel Aparecido Nunes de Melo, 42, passou quatro dias na aldeia. Segundo o coordenador da Funai em Colíder, Sebastião Martins, o servidor já está em casa. Seu estado de saúde é bom. Os únicos ferimentos que ele apresenta são dezenas de picadas de mosquito.

A soltura de Melo foi acertada com os índios após negociações com representantes da Funai e de agentes da Polícia Federal. Os índios concordaram em deixar o servidor ir embora após os negociadores terem prometido marcar uma reunião com os líderes da aldeia, na sede da Funai em Brasília.

Segundo a Funai, os indígenas não aceitam a construção de duas pousadas na região e pressionam pela demarcação de terras.

Melo havia sido refém na segunda-feira (13), quando foi até a aldeia Kapot Nhinore com mais dois servidores para apurar a explosão de um caminhão da fundação no dia 6. Segundo os índios, a explosão foi criminosa. Os outros dois servidores, que são indígenas, foram liberados para ir embora, mas Melo foi feito refém.

De CenárioMT, em 17/02/2012.

Os vídeos e os textos postados assinados por seus autores e os noticiosos e de outros sites lincados são de inteira responsabilidade dos mesmos não representando no todo ou em parte posicionamentos do Nação Mestiça.

Posted in Português.

Tagged with .


0 Responses

Stay in touch with the conversation, subscribe to the RSS feed for comments on this post.



Some HTML is OK

or, reply to this post via trackback.

Comments Protected by WP-SpamShield Anti-Spam