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Funai pressiona e Câmara esvazia projeto de combate ao infanticídio em aldeias

A Câmara esvaziou um projeto de lei que previa levar ao banco dos réus agentes de saúde e da Funai (Fundação Nacional do Índio) considerados “omissos” em casos de infanticídio em aldeias.

A prática de enterrar crianças vivas, ou abandoná-las na floresta, estaria persistindo até os dias de hoje em cerca de 20 etnias brasileiras. Nascer com deficiência física, ser gêmeo ou filho de mãe solteira seriam alguns dos motivos de alguns bebês serem escolhidos para morrer.

A Funai se nega a comentar o assunto. Nos bastidores, operou para enfraquecer o texto com o argumento de que ele criaria uma interferência indevida e reforçaria o preconceito contra os índios.

Do outro lado da discussão, ONGs e deputados evangélicos acusam o governo de cruzar os braços diante da morte de crianças e defendem que o Estado seja obrigado por lei a protegê-las.

De Correio do Estado.

Os textos postados assinados por seus autores e os noticiosos e de outros sites lincados são de inteira responsabilidade dos mesmos não representando no todo ou em parte posicionamentos do Nação Mestiça.

Infanticídio na Amazônia

O caso do infanticídio indígena

Enfrentando o infanticídio indígena: bioética, direitos humanos e qualidade de vida das crianças indígenas – Valéria Adinolfi

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