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Mestiçofobia: Curso para jornalistas abordará “problema da mestiçagem no Brasil”

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Está previsto para acontecer de 8 de agosto e 1º de setembro em oito cidades do país o “Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas”. O curso tem o apoio da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) do governo Dilma Rousseff (PT). Segundo o conteúdo programático do curso, ele tratará, entre outros temas relacionados a mulheres, negros e indígenas, de “Aspectos básicos sobre o racismo e o problema da mestiçagem no Brasil” [sic].  Entre os objetivos específicos do curso constam “Identificar novos parâmetros na seleção e estruturação da notícia, o valornotícia” e “Estimular a produção de notícias proativas sobre mulheres negras e indígenas e a inserção desses grupos como personagens nas reportagens em geral”. A política racial do governo Dilma Rousseff defende a imposição da identidade negra a mulatos e demais pardos e não reconhece a identidade mestiça. O curso será ministrado nas cidades de Manaus (AM), Belém (PA), Fortaleza (CE), Recife (PE), Maceió (AL), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS), nesta ordem.

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7 Responses

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  1. Leão says

    Senhor “aiaiai”,

    O texto do post está correto e claro e sua acusação de desonestidade é completamente infundada. As citações de passagens dos textos do site do curso aparecem entre aspas “”. A afirmação de que a política racial do governo Dilma Rousseff defende a imposição da identidade negra a mulatos e demais pardos e não reconhece a identidade mestiça é deste site (e está correta, vide Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH 3) e não do curso e em momento algum da leitura do artigo é atribuída esta afirmação ao curso (o que seria uma contradição com a expressão infeliz que aparece em sua página de conteúdo), nem o texto permite a interpretação que você fez.

    Não cabe a este site fazer divulgação de um curso que faz uso da expressão “problema da mestiçagem no Brasil” [sic]. Como você, os interessados poderiam localizar facilmente o site do curso pelo nome completo que aparece no post.

    Se você desejar saber mais sobre a política de eliminação da identidade mestiça em vigor no Brasil atual, recomendamos que leia os diversos textos contidos no site do Nação Mestiça.

  2. aiaiai says

    Pois eu li o site todo do curso e não vi em lugar nenhum que “política racial do governo Dilma Rousseff defende a imposição da identidade negra a mulatos e demais pardos e não reconhece a identidade mestiça.”

    muito desoneste esse post…nem coloca o link para o curso. Lamentável.

    link para quem quiser se informar de verdade:
    http://generoracaetniaparajornalistas.wordpress.com/

  3. Ortiz says

    Isto tem nome> fazer-a-cabeça.

  4. Leão says

    Prezado Viente,

    Do ponto de vista acadêmico, sim, mas tudo indica que não é o caso, haja vista o histórico e a ideologia mestiçofóbica do governo petista que tem uma política ativa de imposição da identidade negra a mestiços – o PNDH3 de Lula é apenas um exemplo.

  5. CRIS says

    Não entendi nada ! Como assim? Alguém , em sã consciência, conseguirá decifrar este enigma Dilmadiano??? Sinceramente, eu espero que seja uma brincadeira mesmo ( TOMARA), porque se eu entender e compreender nas entrelinhas as insinuações, to frita! Eu sou o fator resultante de ums mistura, de uma mistura, de outra mistura…ESTOU MORTA! IREI PArAR NA FOGUEIRA MAIS PRÓXIMA !

  6. Vicente says

    Do ponto de vista acadêmico, palavras como “problema”, assim como “crítica”, não têm necessariamente uma conotação negativa.
    Problema significa tão-somente “questão estudada”.

  7. Ary Txay says

    É um absurdo considerar a MESTIÇAGEM um problema. Problema é fomentar a divisão racial enquanto as pessoas pobres de de todas as cores ficam à margem dos benefícios sociais que deveriam ser oferecidos pelo Estado (escola de qualidade, segurança pública, saúde pública etc).
    Proponho à SEPPIR convidar os dirigentes do MNM para palestrar sobre a BELEZA DA MESTIÇAGEM.

    PS: Leão, Helda, Assis e demais membros do movimento MESTIÇO-CABÔCO: não aceitem fazer palestra sem a devida remuneração do esforço/trabalho.



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