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Terrorista da Noruega diz que o mestiço é uma catástrofe para o Brasil

Em um livro intitulado “2083 – Declaração de Independência da Europa”, com 1518 páginas, o autor confesso, segundo a polícia da Noruega, do assassinato de mais de 90 pessoas em dois atentados em Oslo, Anders Breivik, que assina o livro como Andrew Berwick, declara-se cristão, conservador, nacionalista, pró-sionista, pró-gays, anti-feminista. Afirma ser favorável a uma fascio-democracia no lugar de uma democracia de massas. Endogamista, defende a preservação racial dos povos nórdicos como nativos da Europa, e declara ódio a Adolf Hitler a quem culpa pela ascenção do multiculturalismo (que entende favorecer a mestiçagem) e pela decadência européia. Defende leis de controle de natalidade mundiais; critica a imigração para a Europa, o crescimento do Islamismo, a falta de leis de controle populacional, o marxismo, ações afirmativas, o convívio e a miscigenação entre raças (que considera práticas genocidas e que gerariam filhos com problemas psicológicos) e a emergência da consciência étnica em mestiços o que poderia ameaçar europeus e outros grupos. 

Dedicando várias páginas ao tema, declara que políticas de miscigenação “têm provado ser uma catástrofe para o Brasil e outros países que institucionalizaram e facilitaram a generalizada mistura de raças de asiáticos/europeus/africanos. O Brasil tem-se firmemente estabelecido como um país de segundo mundo com um grau extremamente pobre da coesão social. Os resultados são evidentes e são manifestos através de um elevado grau de corrupção, falta de produtividade e eterno conflito entre as várias concorrentes “culturas” como a miríade de recém-criadas “sub-tribos” (preto, mulato, mestiço, branco) que paralisa qualquer esperança de alcançar o mesmo nível de produtividade e harmonia como, por exemplo, a Escandinávia, a Alemanha, a Coréia do Sul ou o Japão. Vendo a falta de coesão social no Brasil e a produtividade média do brasileiro médio é evidente que uma abordagem semelhante na Europa seria devastadora e nacionalmente retardadora, sem mencionar que seria um crime grave (genocídio) para contribuir de qualquer forma para a aniquilação, desconstrução e genocídio dos povos indígenas que são nórdicos, por definição”.

Segundo o autor, o livro, que contêm passagens copiadas da Internet, demorou nove anos para ser escrito.

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Posted in Mestiçofobia | Desmestiçagem, Português.

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7 Responses

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  1. thiago caetano alves says

    Este individuo é um demente, pois, não existe raças existe sim seres, humanos esta provado cientificamente que a vida surgiu na AFRICA o arianismo foi inventada por hitler para ganhar apoio a Alemanha.

  2. thiago caetano alves says

    Este individuo é uma demente, pois, não existe raças humanas existe sim seres, humanos, esta provado cientificamente que a vida surgiu na AFRICA o arianismo inventada por hitler para ganhar apoio a Alemanha.

  3. thiago caetano alves says

    Este individuo é um demente, pois, não existe raças hamanas existe sim seres, humanos, esta provado cientificamente que a vida surgiu na AFRICA o arianismo inventada por hitler para ganhar apoio a Alemanha.

  4. thiago caetano alves says

    Este individuo é uma demente, pois, não existe raças hamanas existe sim seres, humanos, esta provado cientificamente que a vida surgiu na AFRICA o arianismo inventada por hitler para ganhar apoio a Alemanha.

  5. KLONN says

    ESSE CARA DEVE SER PETISTA…

  6. Leão says

    Esta passagem vai contra a afirmação de que racista não diferencia mestiço de negro:

    “…a miríade de recém-criadas “sub-tribos” (preto, mulato, mestiço, branco)…”

  7. Jair says

    Repugnante!



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