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O revés do preconceito: Um escândalo racial no Brasil – Sidemberg Rodrigues

Onde estaria o equilíbrio na concepção de uma ‘ética racial’ – sem encrespar argumentos inflamados por excessos de convicção ou gerar grandes constrangimentos a partir de denúncias hiperbólicas – alimentando o ódio e prejulgamentos, implicando distorções analíticas no trato das questões étnicas no Brasil?

“Nada em excesso!” Embora lacônica, essa lição grega – que melhor se assentaria como sugestão diante de tempos etnicamente intensos e obnubilados pela própria complexidade do tema, principalmente diante dos múltiplos matizes raciais de um país miscigenado por natureza – quem sabe não adicione um pouco de serenidade aos debates no Brasil? Talvez, o delicado e longo relato abaixo, que descreve um lamentável fato, iniciado com um ruído de comunicação, tenha muito a dever mais a excessos de extremismo, ceticismo, radicalismo – e convicções – que, propriamente, com a justiça. Em nada ajudará no combate ao preconceito o uso do próprio em nome de bairrismos inoportunos e generalizações explosivas, cuja importância do aprofundamento das questões pode estar escoando por ralos midiáticos ou políticos, ao invés de compreenderem substratos que nutram diálogos e debates saudáveis, mesmo com a participação, imprescindível, e às vezes ruidosa, do contraditório, – sem acirramento de polarizações, ativismo ingênuo e militâncias que parecem mais políticas que reais defensoras dos Direitos Humanos.

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