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NOTA DE REPÚDIO A ATOS DE VIOLÊNCIA RACIAL NEGRISTA

NOTA DE REPÚDIO

A ATOS DE VIOLÊNCIA RACIAL NEGRISTA

O MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO – NAÇÃO MESTIÇA repudia os atos de violência ocorridos em Porto Alegre (RS) e em São Paulo (SP) nas dependências dos supermercados CARREFOUR e quaisquer outros atos do tipo sob a injustificada alegação de resposta a supostas discriminações raciais.

Esta Instituição tem alertado para o objetivo de grupos comunistas visarem à instrumentalização de movimentos étnicos e raciais, destacadamente “negros” e índios, para fins de angariar militância para o seu projeto de “luta de classes”.

Tem também alertado para o fato da classificação dos pardos como “negros” ter por objetivo aumentar o número e a amplitude da militância destes movimentos e de eliminação da etnia mestiça a fim de promover divisão racial e étnica do Povo Mestiço e da Nação Brasileira.

Tem também alertado que estes conflitos tendem a ampliar e a acirrar e ser fundamental para evitá-los revogar o art. 1º, IV, do Estatuto da Igualdade Racial e todas as outras legislações que atualmente classificam pardos como “negros” e serem encerradas quaisquer políticas públicas baseadas nesta classificação.

Registramos que o IBGE corretamente não classifica pardos como “negros” e sim como população mestiça, haja vista a falta de qualquer fundamento histórico, lógico, objetivo e factual para esta absurda e racista classificação defendida pelos movimentos negristas. Para provar isto, basta o fato de antes da chegada de pretos ao Brasil este já ser habitado por pardos.

Também as repetidas exclusões de pardos por tribunais raciais e a manipulação de dados estatísticos que somam todos os pardos para aumentar a população “negra” quando interessa citar dados sobre homicídio, população carcerária, morbidade, p. ex., atestam não só a incorreção da classificação, mas sua explícita manipulação política.

Embora elogios à miscigenação brasileira sejam bem vindos, a valorização da mestiçagem se dá por atos efetivos e tais atos não têm ocorrido por parte do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, responsável pela política racial do Governo Federal, que tem mantido na SEPPIR e em outros órgãos a ideologia racial antimestiça dos governos Lula, Dilma e Temer, além de em outras pastas portarias e decretos negristas que alimentam o ideologia racista de tais grupos ainda estarem em vigor.

Manaus (AM), 21 de novembro de 2020.

HELDERLI FIDELIZ CASTRO DE SÁ LEÃO ALVES

A Presidente

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