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Nação Mestiça e Associação dos Caboclos e Ribeirinhos da Amazônia lançam nota de apoio ao presidente Bolsonaro e repúdio ao CIMI

NOTA DE APOIO AO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO

E DE REPÚDIO AO CONSELHO INDIGENISTA MISSIONÁRIO – CIMI

O MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO – NAÇÃO MESTIÇA e a ASSOCIAÇÃO DOS CABOCLOS E RIBEIRINHOS DA AMAZÔNIA – ACRA parabenizam o Sr. Presidente JAIR BOLSONARO pela referência ao mestiço caboclo em seu pronunciamento na abertura da 75ª Assembleia da Organização das Nações Unidas – ONU, no dia 22 de setembro de 2020.

A referência ao mestiço caboclo, além de destacar uma prática cultural e de subsistência deste, reapresenta à ONU e à comunidade internacional o Mestiço Brasileiro, etnia nativa da qual o caboclo, nascido da mestiçagem entre índios do Brasil e brancos portugueses, é a primeira manifestação.

Esta referência contrasta com a postura dos governos do PARTIDO DOS TRABALHADORES – PT que empreenderam políticas contra mestiçagem e contra mestiços.

O PT também foi autor de legislação racista que classifica caboclos e outros mestiços como negros a fim de realizar genocídio por “enegrecimento oficial” do Mestiço Brasileiro, etnia nativa de nosso país como os povos índios originais dos quais descende.

Também diante da ONU, a administração petista discriminou os mestiços caboclos e demais silenciando em documentos oficiais sobre sua existência.

Na sexta-feira de 6 de março de 2009, p. ex., o governo brasileiro, então sob a corrupta administração do ex-presidente LULA DA SILVA, devolveu ao Conselho Econômico e Social da ONU, em Genebra, na Suíça, um questionário que perguntava sobre a situação das crianças mestiças no Brasil. A resposta mostra a natureza e método da ideologia do governo racista que por 13 anos promoveu a divisão e o ódio racial e étnico neste país.

No questionário, é requerido ao governo petista (negritos nossos):

“informar pormenorizadamente sobre as medidas concretas que se estão adotando para lutar contra a alta taxa de abandono escolar em todo o país e em todos os níveis, em particular entre os pobres, as crianças mestiças, crianças de ascendência africana, as crianças indígenas e as crianças que vivem em zonas remotas.”

O governo comunista simplesmente fingiu que não entendeu a pergunta e apresentou um Brasil dividido entre brancos e “negros”, escondendo oficialmente os mestiços do país:

“As desigualdades que se observam no terreno da educação guardam uma estreita relação com as desigualdades de ingressos, étnicas/raciais e territoriais. Ademais, as práticas discriminatórias étnicas/raciais, geracionais, de gênero e baseadas na orientação sexual, entre outras, contribuem para gerar e perpetuar as desigualdades. Um exame dos dados do IBGE desde a perspectiva étnico-racial revela a persistência perturbadora das diferenças em matéria de escolarização entre brancos e negros no curso de um século, apesar de que ao largo desse período no tempo médio de escolarização de ambos grupos há aumentado de forma contínua.”

O citado documento se referia ao cumprimento do Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, assinado pelo ex-presidente FERNANDO COLLOR, em 1992.

Nesta nota também repudiamos o CONSELHO INDIGENISTA MISSIONÁRIO – CIMI (organização da CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL – CNBB), instituição dedicada à defesa da segregação entre índios, mestiços e outros grupos raciais e étnicos, segregação que imita o Apartheid sul-africano e cujo objetivo é evitar mestiçagem.

O indigenismo tem sido responsável por limpezas étnicas de milhares de famílias mestiças caboclas, segregação baseada tanto na hostilidade a mestiços, no desprezo pelos direitos originários do povo Mestiço Brasileiro, quanto na crença de que índios seriam mais importantes do que caboclos e outros mestiços.

A própria nota, que silencia sobre os caboclos citados no pronunciamento criticado de forma infundamentada pelo CIMI, reflete a mesma mentalidade dos governos do PT de apagamento dos mestiços.

O CIMI é um reflexo atual de séculos de atuação de padres europeus no sentido de manter uma hegemonia política, religiosa e racial sobre os nativos índios e que veem na mestiçagem e na autonomia do nativo mestiço uma ameaça a seu poder e interesses.

Manaus (AM), 23 de setembro de 2020.

MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO – NAÇÃO MESTIÇA

ASSOCIAÇÃO DOS CABOCLOS E RIBEIRINHOS DA AMAZÔNIA – ACRA

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