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Bruce Lee, 70 anos do sábio dragão – Miguel Rios

Se vivo, Mestre Lee completaria 70 anos neste 27 de novembro. Talvez já com jeito de senhor Miyagi. Talvez ainda invencível, ainda considerado o maior de todos os lutadores. Talvez recluso. Em seu canto, querendo paz, mas se bater…

Mestre Lee foi o grande dragão chinês. O mais estrela, o mais polêmico, o mais admirado. Até sua morte em 20 de julho de 1973, carregou com orgulho, seriedade e controvérsia, o posto de grande inovador, divulgador e quebrador de preconceitos das artes marciais.

Criou golpes, criou filosofia de combate, mixou estilos, derrubou tabus, desafiou tradições. Abriu uma fresta de considerável tamanho na cortina que escondia os orientais, que os fazia esquisitos. Contribui para um mundo mais interligado, menos dividido.

Mestre Lee fez o que fez por saber bem o que era preconceito. Quando criança, em Hong Kong, era recusado pelos professores de kung fu por ter um avô alemão, por ter nascido em São Francisco, durante uma turnê em que os pais, artistas da Ópera Chinesa, pelos Estados Unidos. Kung fu era para chineses puros, não para um mestiço. Racismo.

E ele aprendeu na marra. Migrou aos EUA com 18 anos, vigor e esperança, US$ 100 no bolso. Pelos olhos puxados, pouco importou aos seus compatriotas se era americano de nascimento. Racismo de novo.

Artigo na íntegra em JC Online.

Os textos postados assinados por seus autores e os noticiosos e de outros sites lincados são de inteira responsabilidade dos mesmos não representando no todo ou em parte posicionamentos do Nação Mestiça.

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