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Damares barra criptomoeda indigenista que visava a encorajar apartheid econômico

Presidente Jair Bolsonaro e ministra Damares Alves. Em segundo plano, ministro Paulo Guedes.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, barrou no dia 2 de janeiro o contrato de R$ 44,9 milhões entre FUNAI (Fundação Nacional do Índio) e UFF (Universidade Federal Fluminense), que incluía, a imitação do Apartheid sul-africano, a implantação de criptomoeda para uso em indiostão.

Com propostas para o “fortalecimento institucional” da FUNAI, o documento foi assinado em 28 de dezembro e incluía, além da criptomoeda, outros 15 objetivos visando ao fortalecimento do órgão indigenista.

A implantação da criptomoeda ficaria entre 21 e 24 meses, com implantação a ser testada em uma feira específica: “A proposta […] é ‘recriar’ as já tradicionais moedas sociais por meio da tecnologia blockchain, para ser a base das transações da feira indígena Moitará”, diz o relatório da UFF.

“Historicamente, o Moitará constitui a única ocasião em que tribos diferentes acampam no mesmo local. É um ritual de troca de artefatos ligados à especialização manufatureira de cada grupo, realizado entre os índios do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso. A criptomoeda seria usada com o objetivo de encorajar os indígenas de uma determinada comunidade a gastar localmente, apoiando assim os ecossistemas locais”, também pontua a proposta da UFF.

Criptomoedas são arquivos digitais; não são impressas por bancos nem governos, mas sim criadas por um processo computacional chamado “mining” (mineração). Essas moedas e todas as transações que a envolvem ficam registradas na internet.

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