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E-SUS bagunça registros de consultas médicas

O sistema e-SUS Atenção Básica (e-SUS AB), o vulgo Big Brother, foi implantado pelo Governo Dilma Rousseff (PT) e abocanhou  R$ 1,5 bilhão dos impostos dos contribuintes para o pagamento de contratos de 5 anos com empresas terceirizadas. Os valores por UBS chegam a R$ 7 mil – aproximadamente o que ganha um médico para atender numa delas. Tudo para não funcionar como prometia.

Além de lento, as constantes interrupções para atualizações do sistema – em horário de expediente! – e por problemas nas redes de Internet têm causado descontinuidade nos registros das consultas dos pacientes. Em outras palavra, o paciente vai a uma consulta e seus exames são registrados no e-SUS; na consulta seguinte o sistema não está funcionando e o médico fica sem saber o que registrou, as medicações que prescreveu, os resultados dos exames e a consulta, exceto por um milagre ou pela memória do paciente, muito provavelmente ocorrerá como se fosse a primeira. Na consulta seguinte o e-SUS poderá estar funcionando e o que foi registrado em prontuário físico de improviso poderá não estar disponível ou estar em local incerto. Na próxima consulta, devido a uma chuva ou outra causa, o ciclo poderá recomeçar.

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