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Historiador acredita que Hitler tenha visitado Stalin em Moscou em 1939

Moscou, 22 jun (EFE).- Um historiador russo afirmou hoje que o líder nazista Adolf Hitler poderia ter visitado Moscou secretamente em 1939 para se reunir com o ditador soviético Joseph Stalin e assistir à assinatura do pacto Molotov-Ribbentrop.

Aleksandr Osokin, autor de livros sobre a Segunda Guerra Mundial, baseia sua análise em listas recém encontradas nos arquivos soviéticos da delegação que, em agosto e setembro de 1939, acompanhou o ministro de Exteriores nazista, Joachim von Ribbentrop, em suas visitas a Moscou.

O historiador chegou à conclusão de que as listas incluem pelo menos oito pessoas próximas a Hitler, como seu piloto, fotógrafo, ajudante, médico e taquígrafo.

Além disso, ele suspeita que as únicas duas mulheres da comitiva, Edith Krüger e a secretária Hilde von Seef, poderiam ser a esposa do Führer, Eva Braun, e sua irmã Ilse.

Segundo o historiador, o material gráfico sobre as visitas de Ribbentrop encontrado nos arquivos mostra dois personagens nunca antes mencionados e que têm grande semelhança com dois importantes assessores de Hitler: o marechal Wilhelm Keitel e o político Karl Ernst Haushofer, um dos ideólogos do nazismo.

“A explicação mais provável da inclusão de uma parte tão importante de uma comitiva de Hitler na delegação de Ribbentrop é nada menos que a presença secreta na mesma do próprio Führer”, afirma o autor do artigo.

No entanto, suas conjeturas e argumentos são negados por outros historiadores.

“Me parece uma loucura. Para que Hitler teria que viajar para Moscou? Para se reunir com Stalin? É impossível esconder fatos como estes, e menos ainda durante 60 anos”, declarou à agência “Interfax” o historiador Arseni Roginski.

Osokin expôs sua teoria em um extenso artigo publicado hoje no jornal “Moskovski Komsomolets”, por ocasião do 69º aniversário do ataque da Alemanha nazista à União Soviética na madrugada de 22 de junho de 1941.

O pacto Molotov-Ribbentrop, pelo qual Stalin e Hitler dividiram regiões de influência na Europa do Leste durante o período pré-guerra, deixou a Alemanha nazista livre para atacar a Polônia e gerar a Segunda Guerra Mundial.

O acordo é formado por dois tratados, um de não agressão e outro de amizade e fronteiras, que foram assinados na presença de Stalin, em Moscou, em 23 de agosto e 28 de setembro de 1939 por Ribbentrop e o chefe da diplomacia soviética, Vyacheslav Molotov.

De UOL.

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O Pacto de Não-Agressão Nazi-Comunista

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