Skip to content


Antropólogo acusa Comissão Interamericana de Direitos Humanos de usar força policial contra brasileiros e promover segregação racial e étnica

Comissário Francisco José Eguiguren Praeli faz parte da CIDH que não incluiu a representação mestiça em evento sobre criação de território exclusivo para índios (indiostões) em Santarém. A criação de indiostões é acompanhada de limpeza étnica contra mestiços, povo que também é nativo.

O antropólogo Edward Luz denunciou que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), em visita ao Brasil,  mobilizou “todo o forte aparato policial de Santarém”, município localizado no Oeste do Estado do Pará, para proibir que brasileiros participassem de seus eventos, realizados em prédios públicos. 

Edward Luz também afirmou em matéria publicada em seu site Revelando #SegredosdaTribo que:

Eu, Edward M. Luz, sob forte aparato policial fui proibido de participar de duas de suas reuniões, das quais pelo menos uma pretendia passar a aparência de ser pública, quando na verdade era somente outra forma de permitir somente a audiência daqueles mesmos militantes que valem-se dos direitos humanos para atacar o direito dos demais humanos direitos. 

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) é um órgão da Organização dos Estados Americanos (OEA). Segundo o site desta, 

“A CIDH é um órgão principal e autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA) encarregado da promoção e proteção dos direitos humanos no continente americano. É integrada por sete membros independentes que atuam de forma pessoal e tem sua sede em Washington, D.C. Foi criada pela OEA em 1959 e, juntamente com a Corte Interamericana de Direitos Humanos (CorteIDH), instalada em 1979, é uma instituição do Sistema Interamericano de proteção dos direitos humanos (SIDH).”

Convidada pelo governo Temer

Segundo também o site da OEA, “a visita in loco ao Brasil de 5 a 12 de novembro de 2018” ocorre “em função de um convite por parte do Governo brasileiro enviado no início de 2018”.

Presidenta

Chefiada por uma “presidenta” – termo que no Brasil praticamente só é empregado por grupos e personalidades de esquerda como pela ex-presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT) – a comissão, informa a OEA, é composta pelos seguintes viajantes pagos pelos contribuintes dos diversos países que compõem o órgão:

“Presidenta da CIDH, Margarette May Macaulay; Primeira Vice-presidenta, Esmeralda Arosemena de Troitiño; o Segundo Vice-presidente, Luis Ernesto Vargas Silva; os Comissários Francisco José Eguiguren Praeli e Joel Hernández García e a Comissária Antonia Urrejola Noguera, Relatora para o Brasil. A delegação também inclui a Chefe de Gabinete, Marisol Blanchard; a Secretária Executiva Adjunta, María Claudia Pulido; o Relator Especial para a Liberdade de Expressão, Edison Lanza; a Relatora Especial para os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, Soledad García Muñoz; e os especialistas da Secretaria Executiva.”

Contra a CPI, a favor de Apartheid

O Comissário Francisco José Eguiguren Praeli, que esteve em Santarém, foi ministro da Justiça do Peru durante o governo do ex-presidente Ollanta Humala, acusado por Marcelo Odebrecht de haver recebido 3 milhões de dólares com autorização do ex-presidente Lula da Silva, atualmente preso por tráfico de influência e lavagem de dinheiro. O comissário foi também embaixador do Peru na Espanha.

Em 2015, ainda sob o governo de Ollanta Humala, passou a fazer parte da CIDH, do qual é relator de assuntos indígenas, sendo crítico da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou a FUNAI, defendendo, como é de praxe entre os grupos de esquerda que atuam em órgãos de direitos humanos, as criações de territórios exclusivos para índios que causam a limpezas étnicas contra milhares de famílias mestiças no Brasil. 

Visita da CIDH despreza mestiços

A Comissão, informa, “observará a situação das pessoas afrodescendentes e quilombolas; comunidades e povos indígenas” e outros grupos, não incluindo mestiços em sua lista. O Povo Mestiço descende dos índios originais que habitavam o atual território do Brasil. Os indigenistas, em regra brancos, são contrários a miscigenação racial e mestiçagem entre etnias.

A omissão não surpreende, considerando o convite por parte do governo Temer, que excluiu a participação mestiça nas políticas raciais federais, e o apoio da CIDH a políticas contrárias a mestiçagem e que promovem genocídio e limpeza étnica contra o Povo Mestiço Brasileiro e outros povos mestiços de outros países latino-americanos e desrespeita a Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, da qual o Brasil é signatário, a qual proíbe Apartheid.

Atualizado em 14/11/2018.

Posted in Português.


2 Responses

Stay in touch with the conversation, subscribe to the RSS feed for comments on this post.

  1. João José Corrêa da Silva says

    O Brasil tem que abandonar a CIDH da OEA e proibir estes caras de entrar no país porque são elementos de esquerda e trabalham para a instalação no mundo de Governos de Esquerda. O Brasil não tem que estar dando satisfação para estes caras e proibir eles de se imiscuir em assuntos internos do país.



Some HTML is OK

or, reply to this post via trackback.

Comments Protected by WP-SpamShield Anti-Spam