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SEPPIR: do combate à subordinação a Bolsonaro

Depois de anos lançando dardos contra o deputado federal Jair Bolsonaro, a SEPPIR aguarda o agora presidente eleito decidir o seu destino.

A SEPPIR (atualmente denominada Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial) foi criada pelo ex-presidente e atual presidiário Lula da Silva para implementar a política racista do PT entre afro-brasileiros. Similar à FUNAI, a história da secretaria foi acompanhada de escândalos e patacoadas, o mais famoso o do cartão corporativo da ex-secretária Matilde Ribeiro.

Também similar ao indigenismo da FUNAI, o negrismo da SEPPIR tinha como meios de ação falar mal da mestiçagem, combater e discriminar mestiços que não se submetessem ao rótulo de negros, trocar privilégios por identidade, criar territórios raciais e acusar de racismo branco que não concordasse com sua agenda. 

O deputado Jair Bolsonaro, um destes brancos, tinha um lugar reservado no coração da SEPPIR. O site da secretaria – atualmente posta num balcão do Ministério dos Direitos Humanos, mas que já foi uma secretaria especial ligada diretamente à presidência – guarda diversos registros dos embates contra o deputado e seu filho agora senador Flávio Bolsonaro, de notas de repúdio a sorridentes fotos ao lado de parlamentares petistas.

Um dos feitos da secretaria foi criar, em colaboração com a bancada petista, a legislação que implantou cotas raciais e o Estatuto da Igualdade Racial que, despudoradamente racista e genocida, classifica pardos como negros.

O mundo dá muitas voltas e com a chegada do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) à presidência a SEPPIR, sob a direção de Juvenal Araújo Júnior (PSDB/Tucanafro), aguarda agora o Ano Novo como um peru aguarda o Natal.

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