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Votar: um ato de fé – Assis Pinho

É veiculado na internet que o Brasil é um país que insiste em usar o sistema de urnas eletrônicas de votação, sem nenhum lastro físico, o que permitiria uma recontagem de votos. Também se lê que especialistas em Ciência da Computação afirmam que esse sistema não é plenamente confiável, dando margem a fraudes. Argumentam que todo o poder de segurança dos resultados está nas mãos do software desenvolvido pela justiça eleitoral, daí nascendo a desconfiança para a vulnerabilidade do sistema. Então, o eleitor tem que depositar sua inteira confiança e fé em todos os membros da equipe de desenvolvimento do software, pois, bastaria apenas um só programador, cooptado e desonesto, colocar um código malicioso no equipamento para alterar o resultado.

Especialistas também dizem que programas podem ser apagados sem deixar rastros, e dados digitais podem ser alterados sem deixar rasuras. Ora, em sendo assim, estando eles com a razão, o software pode ser adulterado, ANTES DA ELEIÇÃO!, de modo a desviar arbitrariamente, num sistema binário, votos de um candidato para outro. É essa a informação colhida na internet, atribuída a especialistas no assunto. Ora, além disso há uma outra preocupação para o eleitor (que pode ser por conexa razão), diante de tudo isso: são pronunciamentos de políticos que dizem que “fazem o diabo” para ganhar uma eleição, ou ainda “vocês não sabem do que somos capazes” (para não perder uma eleição).

E tem mais essa: “Um dos nomes mais poderosos do Partido dos Trabalhadores, José Dirceu, preso três vezes por participar dos dois maiores escândalos de corrupção da história do Brasil, no Mensalão e Petrolão, declarou em entrevista ao jornal espanhol El Pais que “é uma questão de tempo” para os petistas retornarem ao poder, independentemente do resultado das eleições. (Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2018).

E, ainda, neste segundo turno, o que pode deixar o eleitor com “pulga atrás da orelha” é o fato de que o único candidato que confia na lisura das urnas eletrônicas é justamente o que está muito atrás em pontos percentuais na intenção de votos, segundo dados de institutos de pesquisas (institutos esses que comprovaram ser inconfiáveis, em razão dos prognósticos nas eleições do primeiro turno, com dados díspares, tendenciosos, sem isenção).

Moral da história: É de se desconfiar que o risco real de fraude em massa é evidente, diante de tudo o aqui exposto. Logo, votar não mais é apenas um ato de cidadania, mas também um ato de fé cega e esperança ilógica.

DEUS SALVE O BRASIL.

Assis Pinho é jornalista.

Posted in Artigos, Português.


One Response

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  1. Carolina Carvalho says

    Então vamos votar com toda fé, não nas urnas, mas em Deus!



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