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Xenofobia: Comunistas proibiram casamentos com estrangeiros

Comunistas e neoliberais promovem imigrações em massa na América e Europa e, para evitar as reações locais, sua propaganda acusa os nacionalistas de serem xenófobos e racistas. A história do Comunismo, porém, desmascara sua demagogia.

Crianças mestiças nascidas de mães russas após eventos internacionais, como a Copa do Mundo de Futebol de 2018, têm uma expressão própria na Rússia: deti festivalya, ou “crianças de festival”.

A expressão remonta ao Festival Mundial de Jovens e Estudantes de 1957, quando milhares de estudantes de todo o mundo reuniram-se em Moscou para esta feira cultural de duas semanas. Para a maioria dos jovens moscovitas, foi a primeira vez que encontraram pessoas da África, América Latina ou do Extremo Oriente.

Para muitos russos que olham para o festival de 1957 hoje, deti festivalya são evidência do internacionalismo soviético e da tolerância racial. “Meus amigos russos e colegas apontam para essas ligações como prova de que a União Soviética era um país com tolerância racial”, disse Raquel Greene, professora-assistente de russo na Grinnell College, ao jornal The Moscow Times.

A União da Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) apresentava-se como uma defensora do multiculturalismo, em oposição ao racismo e nacionalismo que as autoridades soviéticas disseram ser desenfreados nos Estados Unidos capitalista.

Especialistas que falaram ao citado jornal apontaram o filme de 1936 “Tsirk” como uma das ilustrações mais fortes disso. No filme, uma americana branca chamada Marion Dixon chega a Moscou com seu bebê mestiço. Tendo fugido da intolerância nos Estados Unidos, Dixon decide ficar na União Soviética com seu filho.

Em 1947, porém, sob a ditadura de Josef Stálin, as autoridades soviéticas aprovaram um decreto proibindo casamentos entre cidadãos soviéticos e estrangeiros. Após a morte de Stalin, em 1953, a lei foi revertida, mas os preconceitos que lhe deram origem permaneceram, tendo como alvo as mulheres em particular.

Com informações de The Moscow Times.

O levante comunista contra trabalhadores mestiços e pretos na África do Sul

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