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6 fatos que os negristas não te dirão sobre os negros

A mídia negrista é contra mestiçagem e tem alardeado no Brasil e no estrangeiro que a maioria da população do país seria negra. Os dados dos censos demográficos do Brasil, porém, mostram uma realidade bem distinta.

1. A maioria da população brasileira não é negra

Segundo o último censo demográfico brasileiro, de 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população preta do Brasil era à época de 14.351.162 pessoas, num total de 190.755.799 brasileiros, ou seja, 7,52% do total.

2. Os negristas somam mestiços para aumentar a população negra

Para “transformar” os negros em maioria da população a mídia negrista faz uma mágica: soma pretos mais pardos, inclusive os que não descendem de pretos, e rotula como negros. A palavra ‘negro’ nunca constou nos censos nacionais brasileiros, mas ‘preto’.

No Brasil esta mágica já é bem conhecida e não impressiona ninguém, mas para o público estrangeiro, que conhece menos a realidade brasileira, é um ilusionismo digno de um Mister M.

Enquanto no Brasil os negristas fazem questão de dizer que são negros, na sua propaganda em inglês dirigida a estrangeiros dizem que são blacks (pretos), apesar de existir no idioma inglês a palavra negro.

3. Mais da metade da população preta do país vive em apenas 4 Estados brasileiros

O Brasil é formado por 27 Estados e pelo Distrito Federal. Dos 14.351.162 de pretos do Brasil, 8.365.584, ou seja, 58,29%, vivem em apenas 4 Estados: Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Um número de habitantes um pouco maior que o do Estado da Bahia à época, que tem o maior percentual de pretos do país, 16,95%.  Neste Estado localiza-se o município de Antônio Cardoso, o único no país com mais da metade de sua população formada por pretos, 55,11%.

4. A população preta do Brasil é localizada

Diferentemente da população mestiça do Brasil, difusa em todo o território nacional, a população preta do país é mais concentrada em determinadas regiões da faixa litorânea. Os quatro Estados citados, p. ex, formam uma faixa contínua que vai do Sul da Região Nordeste ao Sudeste. Isto se deve ao fato de que os pretos vindos da África eram desembarcados em portos do litoral.

5. Antes de haver pretos no Brasil, já havia pardos

Os primeiro habitantes do Brasil foram os índios. Após a chegada dos brancos portugueses, em 1500, onde hoje é o Estado da Bahia, nasceram os primeiros mestiços, os cabocos ou mamelucos. Há registro de que por volta de 1510, já havia crianças mestiças no Brasil. Os pretos africanos começaram ao chegar ao Brasil em 1549, na recém-fundada cidade de Salvador, passando a mestiçarem-se também com índios, brancos e mestiços.

6. A palavra negro não significava raça nem cor.

“Preto é cor, negro é raça” diz um adágio negrista. Na verdade, porém, a palavra negro era originalmente empregada para referir-se a escravos. O termo era aplicado aos índios escravizados, denominados “negros da terra”. O uso era tão corriqueiramente empregado neste sentido que o rei de Portugal, D. José I, em 1755, proibiu que fosse usado para referir-se a índios.

Os navios que traziam escravos africanos também não eram denominados negreiros porque trasportavam pretos, mas porque transportavam escravos. Com o tempo a palavra passou a ser empregada como sinônimo de preto.

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