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O plano da Austrália para salvar os agricultores brancos sul-africanos de “circunstâncias horríveis”

Ministro australiano ordena facilitar imigração de agricultores brancos sul-africanos após notícias de assassinatos e torturas por pretistas.

Cidade do Cabo – À medida que as pressões para expropriação de terras sem indenização se intensificam na África do Sul, o ministro de Assuntos Internos da Austrália, Peter Dutton, instruiu seu departamento para acelerar a concessão de vistos de entrada para agricultores brancos sul-africanos que querem escapar das, segundo ele, “circunstâncias horríveis” que estariam forçados a suportar em seu país natal.

A ordem de Peter Dutton veio depois que uma corporação de mídia australiana publicou um artigo explosivo noticiando que os fazendeiros brancos na África do Sul estão sendo assassinados, torturados e tendo sua terra apreendida à força.

De acordo com um relatório no Telegraph, Dutton referiu-se às “circunstâncias horríveis” das apreensões de terras como uma razão para a Austrália dar aos agricultores brancos sul-africanos um tratamento preferencial.

A questão da expropriação de terras sem compensação tem sido um tema candente na África do Sul e no exterior, depois que o Parlamento daquele país deu o visto para que a Seção 25 da Constituição seja alterada para dar cumprimento à política de expropriação sem compensação do governo de maioria preta do partido Congresso Nacional Africano (CNA), que governa o país desde o fim do regime de Apartheid.

De acordo com uma auditoria de terras feita pelo Departamento de Desenvolvimento Rural e Reforma Agrária no ano passado, os brancos possuem 72% das fazendas e terras agrícolas da África do Sul, os mestiços (Coloureds), cerca de 15% e os pretos, 4%.

As declarações do ministro australiano irritaram autoridades sul-africanas e grupos esquerdistas.

Em um comício no início deste ano, o líder pretista Julius Melema, do partido marxista Combatentes da Liberdade Econômica (CLE), atacou a população branca do país afirmando que os brancos “podem ir para o inferno” e que o seu partido “não se importa com os sentimentos dos brancos”.

Com informações de IOL.

Posted in Português, Pretismo | Negrismo | Transnegrismo.


One Response

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  1. Alexandre Sousa says

    Perguntaram á Julius Melema se ele está envolvido nos assassinado dos 4 mil fazendeiros, e ele disse talvez sim, talvez não. Como um chapeu se ele não está envolvido, e acho que ele estava louco para contar que faz parte disso. A Africa do sul é pior que a Alemanha nazista no que se refere aos brancos. Tem que tirar os brancos de lá ou criar um pais no Cabo Ocidental para abrigar brancos e mestiços. Os mestiços são prejudicados tambem, só tinham direito á 9 porcento das vagas de empregos na provincia onde eram mais de 50 porcento da população. O presidente disse que eles estavam muito concentrados e deviam se espalhar pelo territorio do pais, talvez para facilitar o genocidio que acontece até entre negros de etnias diferentes.



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