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Vereadora que odiava mestiçagem e o povo brasileiro é assassinada no RJ

Marielle Franco.

Vereadora do PSOL defendia que os pretos acabassem com o povo brasileiro e maldizia mestiçagem.

A vereadora Marielle Franco (PSOL) foi morta a tiros na noite de quarta-feira (14) no centro da cidade do Rio de Janeiro. O motorista do carro, Anderson Pedro Gomes, também morreu. A principal hipótese da polícia é de “execução”.

Pouco conhecida fora do Rio de Janeiro, a vereadora ganhou fama repentina após seu assassinato – e algumas verdades incômodas sobre ela também.

Marielle Franco não escondia seu ódio à mestiçagem. Em um artigo panfletário publicado em 2017 pelo jornal O Globo, p. ex., a parlamentar transnegra do PSOL afirmou que:

“Mestiçagem e democracia racial são concepções ancoradas na prática da violência contra as pessoas negras, principalmente as mulheres”.

No mesmo artigo a ativista conhecida como defensora dos direitos humanos também defendeu que o “povo preto” acabasse com o povo brasileiro:

“O conceito ilusório de ‘povo brasileiro’ ainda não desapareceu. Mas, no que depender do povo preto desse Brasil, irá.”

A vereadora fazia parte da Bancada da Bala Bandida: era contra o direito de cidadãos honestos portarem armas de fogo para se defenderem e contra medidas de repressão a criminalidade. Alinhada com as sedes mundiais do globalismo, a psolista foi objeto de algumas manifestações de pesar e cobrança vindas da União Européia e de ONGs neoliberais e esquerdistas.

Posted in Português.


2 Responses

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  1. Pardo says

    Você afirma que pardo é negro e o site é que estaria fazendo “desvirtuamento hermenêutico”? Você não tem vergonha de escrever isto?
    “Ela não era contra casamentos interraciais, ela própria vivia com uma branca. Ela criticava a ideologia da mestiçagem (…)”, ou seja, era contra mestiçagem, que não é o mesmo que miscigenação. Mestiçagem é unificação étnica e racial: é deixar de ser branco português e preto iorubá e tornar-se mestiço brasileiro, uma mudança não só racial como identitária. Ela e similares defendem, ou pior, querem determinar que pardo se identifique como negro. “Ela criticava a ideologia da mestiçagem, que cria a ideia de um Brasil sem conflitos raciais e que o fato das relações sexuais terem acontecidos é o sinal de que não existe racismo no Brasil.” Quantas pessoas que defendem mestiçagem você pode citar que digam também que não há conflitos raciais ou racismo no Brasil? Esta versão da “ideologia da mestiçagem” é invenção de quem é contra mestiçagem. “Acabar com o ‘povo brasileiro’ não quer dizer exterminar o povo e vocês entenderam muito bem.” Entendemos muito bem: não se acaba com um povo somente por extermínio físico, acaba-se também fazendo com que ele passe a não se ver mais como um povo. Assimilação forçada também é uma forma de acabar com um povo e fazer leis classificando pardos como negros é um exemplo dessa ideologia. “Quer dizer questionar essa ideia de brasilidade, de união, quando o povo negro (e eu incluo pardos neste meio, são seres vistos pela branquitude como inferiores aos brancos) foi e é trucidado e excluído.” Por falar em exclusão, qual a manifestação da vereadora e de todo esse pessoal comunista, tão dedicados a tentar nos fazer “virarmos” negros, em defesa dos negros que são expulsos de onde vivem pelos brancos indigenistas? “Por todas as postagens que vejo, só tenho uma certeza: o sonho de vocês é de serem brancos. Pensam como brancos (…)” Quem pensa como brancos comunistas são vocês; quem pensa como os brancos da KKK que classificavam mulatos como negros são vocês. “(…) e são bem conservadores na maioria dos pontos (…)” Ainda bem que o site é conservador. Que continue assim. “O brasileiro quer ser o fodão e vociferar contra semelhantes ou de poder menor, mas fica pianinho quando fala com o ‘grandão’.” Pobres como os mestiços pobres que os governos comunistas expulsam para criar bantustões para os magnatas brancos indigenistas, como George Soros, e os governos brancos da poderosa União Européia?

  2. special says

    O mau caratismo e o desvirtuamento hermenêutico por parte de vocês é bem latente. Ela não era contra casamentos interraciais, ela própria vivia com uma branca. Ela criticava a ideologia da mestiçagem, que cria a ideia de um Brasil sem conflitos raciais e que o fato das relações sexuais terem acontecidos é o sinal de que não existe racismo no Brasil. Acabar com o “povo brasileiro” não quer dizer exterminar o povo e vocês entenderam muito bem. Quer dizer questionar essa ideia de brasilidade, de união, quando o povo negro (e eu incluo pardos neste meio, são seres vistos pela branquitude como inferiores aos brancos) foi e é trucidado e excluído.

    Por todas as postagens que vejo, só tenho uma certeza: o sonho de vocês é de serem brancos. Pensam como brancos e são bem conservadores na maioria dos pontos, creditando como se nós, militantes e afrocentrados, fossemos os racistas. Mas isso no Brasil não é muito incomum. O brasileiro quer ser o fodão e vociferar contra semelhantes ou de poder menor, mas fica pianinho quando fala com o “grandão”.



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