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Campanha da “fraternidade” da CNBB prega supremacismo negro e desarmamento

Brancos e negros, campanha distorce realidade racial brasileira.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou, nesta quarta-feira (14), a Campanha da Fraternidade 2018, com o tema “Fraternidade e Superação da Violência”. A campanha defende desarmar o povo, adota a linguagem da ideologia de gênero e do negrismo, que considera ser negro mais importante do que ser mestiço e classifica pardos como negros, e outras bandeiras do PT. Dados da violência contra mestiços são atribuídos a negros, passando uma falsa imagem da realidade.

O documento apresentado pela CNBB destaca que as maiores vítimas da violência seriam os negros, os jovens e as mulheres.

Além do Cardeal Sergio da Rocha, presidente da CNBB e arcebispo metropolitano de Brasília, e de Dom Leonardo Steiner, secretário-geral da Conferência, estiveram presentes a ministra Cármen Lúcia, Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado Alessandro Molon, coordenador da Frente Parlamentar pela Prevenção da Violência e Redução de Homicídios; além de Carlos Alves Moura, presidente da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP).

Padre Luís Fernando da Silva, Secretário-executivo de Campanhas da CNBB, leu a mensagem enviada pelo Papa Francisco para a CF 2018.

O presidente da CNBB, cardeal Sérgio da Rocha, disse que a Igreja Católica não apoiará candidatos à Presidência da República que “promovam a violência” e se posicionou favoravelmente ao Estatuto do Desarmamento.

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