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Tribunal aumenta por unanimidade pena do ex-presidente Lula por corrupção

Lula condenado: ex-presidente ídolo dos racistas brancos de esquerda perde nova batalha.

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região aumentou nesta quarta-feira (24) a pena proferida, em julho do ano passado, pelo juiz do 13º Tribunal Federal de Curitiba, Sergio Moro, para o ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e passou de 9 anos e seis meses a 12 anos e um mês de prisão por receber subornos.

Lula, que já declarou em uma entrevista à revista Playboy ser admirador de Hitler, durante seus dois termos na presidência (2003-2010), realizou limpeza étnica de milhões de mestiços e sancionou uma lei que determina que os pardos sejam classificados negros. Uma ex-esposa de Lula gravou um vídeo afirmando que ele também não gostava de negros.

Esta sentença foi emitida por unanimidade pelos juízes Joao Pedro Gebran Neto, Leando Paulsen e Víctor Luiz dos Santos Laus.

A sentença não impede Lula de formalizar seu registro como candidato para as próximas eleições presidenciais ante o Tribunal Superior Eleitoral, mas torna a efetividade de sua candidatura menos provável.

O sistema judicial condenou Lula por suborno. O líder do Partido dos Trabalhadores (PT) recebeu um apartamento como meio de pagamento da Empresa de Construção da OEA, que o juiz Sergio Moro, que investiga o plano de corrupção da Petrobras, descreveu como “corrupção passiva e lavagem de dinheiro” .

O líder da esquerda e seus seguidores defendem sua inocência e culpam todo o sistema judicial do Brasil, bem como a mídia não difundiriam a verdade com o objetivo de não permitir que Lula participe das próximas eleições.

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