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Guerra: Venezuelanos pedem intervenção militar estrangeira

As crianças são as principais vítimas da carência de alimentos promovida pelo regime de Nicolás Maduro.

Cada vez mais aumentam as manifestações de venezuelanos pedindo ao mundo e especialmente aos países latino-americanos que intervenham para salvar o povo de um novo Holodomor, a matança pela fome, empreendido pelo ditador Nicolás Maduro.

Em artigo publicado em jornal dos Estados Unidos e republicado no Brasil em português, o economista venezuelano Ricardo Hausmann, professor da Universidade de Harvard, afirma que a “Assembléia Nacional devidamente eleita, onde a oposição detém dois terços, foi inconstitucionalmente despida de poder por uma Suprema Corte nomeada inconstitucionalmente” e sugere,

“A Assembleia poderia indicar constitucionalmente um novo governo, que por sua vez poderia pedir ajuda militar a uma coalizão de países dispostos, incluindo latino-americanos, norte-americanos e europeus. Essa força libertaria a Venezuela, assim como canadenses, australianos, britânicos e americanos libertaram a Europa em 1944-45.”

A falta de alimentos na Venezuela tem sido comparada ao Holodomor, a matança de ucranianos pela fome promovida pela ditadura comunista de Josef Stálin na União Soviética, em 1932 e 1933, com o objetivo de submeter a população. Defensores da intervenção militar estrangeira afirmam que o povo venezuelano não tem armas nem forças o suficiente para se defender da poderosa minoria comunista armada e organizada sob orientação de militares cubanos.

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