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O IBGE não soma pretos e pardos para formar a “população negra”

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6 Responses

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  1. x says

    eles usam os mestiços cujo dna é majoritariamente euro nativo para formar uma falsa maioria negra

    • x says

      e o intuito é simples rodesia cabo eua é nesses antros que eles sonham transformar o br no pior desses locais ate os indios eles usam pra fazer roraima mendigar no df quando tem terra e gaucho pra ser celeiro pra ong gringa pilhar minerio e fomentar separatismo nativo

  2. Andreia Cidade Marinho says

    Não, o IBGE não soma realmente porque é importante também ter conhecimento sobre o quantitativo da cor parda. Principalmente para os cientistas do movimento negro é importante saber o numero de pardos. Entretanto, como pesquisadora, realizamos as analises de maneira separada: preto e pardo, mas também combinadas, isso é realizado por motivo metodológico cientifico social, e não, por motivos ideológicos. A importância da soma é que de acordo com a lei ei nº 12.990/2014, existem politicas publicas voltadas para: pretos e pardos. Desta maneira, em algumas situações, dependendo do foco da pesquisa, é necessário essa agregação. Nos Estados Unidos, por exemplo, uma pessoa com fenotipo branco, caso seja neta de negro, é considerada NEGRA. Porque lá não importa seu fenotipo, mas sua origem etnica. Também tem aqueles que por motivos subjetivos se consideram mais “pretos” ou mais “pardos”. A questão importante na estatística é comparar brancos com não brancos, já que é indicador socio economico importante ser branco, principalmente para a letalidade. Quando a pesquisa é realizada no sentido de agregar as cores, deve ser rigorosamente descrito na metodologia cientifica que introduz o trabalho. O assunto não é coisa simplista “esquerda” soma as cores para alterar estatísticas (rs). Pessoal vamos ler os artigos científicos e observar seus objetivos e metodologias e compreender para criticar com embasamento. A ciencia agradece.

    • Leão Alves says

      Seu texto é um exemplo perfeito da pseudociência prêt-à-porter (“Principalmente para os cientistas do movimento negro é importante saber o número de pardos”) que tem sido produzida nas universidades brasileiras para atender a agenda antimestiça multiculturalista da esquerda, em regra comandada e bancada por brancos defensores da “diversidade racial”, que foi amplamente promovida pelos governos racistas de FHC, Lula, Dilma e Temer. A Lei 12.990/2014 (originada do PL 6738/2013, de autoria do governo da branca petista Dilma Rousseff) faz parte do pacote. Uma pseudociência que se molda conforme a conveniência (“Desta maneira, em algumas situações, dependendo do foco da pesquisa, é necessária essa agregação”). Erros grosseiros de informação e omissões fazem parte: “Nos Estados Unidos, por exemplo, uma pessoa com fenótipo branco, caso seja neta de negro, é considerada NEGRA.” Que tal informar que classificar oficialmente mulatos como negros foi uma invenção de brancos racistas no início do séc. XX, na mesma época em que estavam sendo aprovadas diversas leis que proibiam miscigenação racial? Que tal informar que foi nesta época que substituíram ‘Black’ e ‘Mulatto’ por ‘Negro’ nos censos dos EUA, exatamente o que os negristas brancos e transnegros defendem? “A questão importante na estatística é comparar brancos com não brancos, já que é indicador socioeconômico importante ser branco, principalmente para a letalidade” – bem, você é quem está dizendo, o que é difícil é demonstrar que para isso é fundamental classificar pardos (que são a absoluta maioria dos não-brancos) como negros em vez de, p. ex., classificar pretos (em sua maioria também miscigenados) e pardos como mestiços (considerando que para o IBGE, pardo é qualquer mestiço, independentemente da aparência). Você não sabia disso ou só preferiu não dizer? Quer embasamento? Não faltam artigos e documentos neste site para quem deseja escrever com embasamento ou não se deixar iludir pelo novo racismo “científico” da esquerda.

      • Anônimo says

        A esquerda cada vez mais ridícula. Falam, falam e não dizem nada, só pseudointelectualidade.

    • Anônimo says

      Exatamente, estudar é o caminho, pessoal. Muito obrigada pelos esclarecimentos e orientação, Andreia Cidade Marinho!.



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