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Jihad indigenista: a islamização de índios mexicanos

O imã Nafia em área dominada por guerrilheiros índios zapatistas. O branco espanhol tentou transformar o Exército índio numa organização jihadista.

Você já imaginou os indiostões criados no Brasil pelos brancos indigenistas para combater mestiçagem e Cristianismo, e alegadamente preservar a cultura dos povos índios, servindo como escudo para diversos governos islâmicos autônomos? Já imaginou grupos jihadistas impondo xaria nos indiostões com base nos direitos e territórios criados e colocados na Constituição Federal de 1988? Notícias do México ajudam a responder.

Cerca de 1% dos mexicanos muçulmanos são índios, que se concentram principalmente na cidade serrana do município de San Cristóbal de las Casas, no Estado de Chiapas, no sul do país, região central das atividades do zapatismo. Aproximadamente 1/3 da população é descendente dos maias. Ali muitos começaram a se converter ao islamismo nos anos 80, quando com o avanço do movimento zapatista no Estadoem passaram a questionar instituições como a do Cristianismo.

O Centro Ahmadya, em San Cristóbal de las Casas.

Em 1994, após o levante do Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) em Chiapas, uma organização paramilitar criada por comunistas mexicanos,  o branco espanhol Aureliano Pérez – agora Emir Nafia – chegou a San Cristóbal de las Casas para fundar uma missão da seção ortodoxa islâmica El Murabán. Emir Nafia procurou converter o exército zapatista em um movimento muçulmano.

No entanto, o Subcomandante Marcos, líder dos zapatistas, não teria concordado em se encontrar com o espanhol e o plano falhou. Nafia decidiu tentar espalhar o Islã para o resto dos índios Tzeltal e Tzotzil através de uma padaria instalada no centro de San Cristóbal.

Índios mexicanos convertidos ao Islamismo.

Ibrahim Cheb Cheb, foi um dos primeiros índios a se converter ao islamismo e é o imã da única comunidade muçulmana índia no México. Nela foi construída uma mesquita com a ajuda do arquiteto muçulmano Percy Moranchel.

Desde 1994, à comunidade muçulmana no Chiapas juntaram-se 300 índios, um montante que, como diz Percy, “não pinta”: “Comparo isso com 50 gotas de água em mil litros”, disse Percy. “No entanto, é um presente de Deus que essa comunidade se estabeleceu nesta região remota”.

Com informações de Flower of the World, Metamorfose DigitalVice.

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