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Apoio do papa Francisco ao indigenismo fortalece racismo contra mestiços na América Latina

Papa Francisco em evento no Brasil. O indigenismo tem promovido segregação racial e étnica contra mestiços e mestiçagem.

Enquanto a União Européia, governos do Estado do Vaticano, da Alemanha e grupos globalistas comunistas e neoliberais criticam as medidas do presidente do EUA, Donald Trump, de erguer um muro na fronteira com o México para evitar imigração ilegal e aumentar o rigor contra a entrada de terroristas muçulmanos, os mesmos blocos, países e grupos têm apoiado a segregação racial e étnica e combatido a mestiçagem no Brasil e em outros países da América Latina.

Em maio de 2016, Fundação Nacional do Índio (FUNAI), o órgão do governo brasileiro responsável pela sua política de apartheid indigenista, assinou com a agência de cooperação KFW, pertencente ao governo da Alemanha, um termo de cooperação com o aporte será de 8 milhões de euros por parte da KFW com uma contrapartida de 800 mil euros pela FUNAI, no âmbito da execução do projeto “Proteção e Gestão Sustentável em Terras Indígenas”. O início das ações está previsto para o ano de 2017.

Em visita ao México em fevereiro, o papa Francisco, argentino filho de imigrantes italianos, ignorou a mestiçagem e os mestiços do país e da América Latina e fez um discurso indigenista, ideologia que defende a segregação entre índios e não índios a fim de evitar mestiçagem.

No Brasil, a CNBB, um órgão autônomo, mas influente, comandado majoritariamente por brancos descendentes de imigrantes, é uma das principais promotoras do indigenismo e apoiadora das limpezas étnicas contra mestiços e outros não índios para a criação de bantustões. Ações e manifestações no clero branco católico contra mestiços têm diversos registros históricos.

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