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EUA: Senador branco comunista quer intervenção contra impeachment de presidente antimestiça do Brasil

O senador Bernard “Bernie” Sanders, do Partido Democrata, dos EUA, instou o presidente Barack Obama, do mesmo partido, a intervir no Brasil contra o impeachment de Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores. O senador branco perdeu a indicação de seu partido para candidato à presidência dos EUA, neste ano, para a ex-primeira-dama Hillary Clinton. Barack Obama é mulato, mas se identifica como preto.

Repetindo a propaganda comunista contra o impeachment da presidente antimestiça, o senador Sanders afirmou em nota que “para muitos brasileiros e observadores o controverso processo de impeachment reflete mais aproximadamente um golpe de Estado”.

Apoio à política racista do governo Dilma

Em sua nota, o senador dos EUA apóia a política de combate a mestiçagem e de promoção de diversidade racial do governo Dilma: “o novo governo interino aboliu o ministério das mulheres, da igualdade racial e dos direitos humanos. Trocaram imediatamente uma administração diversa e representativa por um gabinete composto inteiramente por homens brancos”.

Durante o governo da presidente branca e de seu antecessor, Lula da Silva (que também é réu num processo relacionado a operação de investigação contra corrupção), foi implantada uma política oficial contra mestiçagem que inclui limpeza étnica contra mestiços, segregação racial inspirada no apartheid sul-africano, criação de territórios exclusivos para índios, pretos e brancos, imposição da identidade negra a pardos, incentivos governamentais para que mestiços se identifiquem como negros e promoção de imigração branca, uma prática historicamente utilizada no Brasil para reduzir percentualmente a população mestiça e preservar uma maioria branca na elite do país.

Governo eleito pelos comunistas

O senador do Estado de Vermont afirmou também que “a nova administração não eleita rapidamente anunciou planos de imposição de austeridade, aumento da privatização e instalação de uma agenda social de extrema direita”.

O presidente branco interino, Michel Temer, filho de imigrantes libaneses, faz parte de um partido de esquerda, o PMDB, e foi eleito vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff por eleitores do Partido dos Trabalhadores, do Partido Comunista do Brasil e de outras legendas de esquerda.

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One Response

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  1. Schlickmann says

    Os esquerdistas americanos acreditam ou divulgam que tudo que estaria no outro extremo em relação ao tea party seria louvável, por isto Oliver Stone fez documentário apoiando ditadura do Chaves. Bernie Sanders só se importa com a ideologia e fecha olhos para corrupção petista. Os jornais The NY Times e o britânico The Guardian com agendas escusas ocultas também usam falácia demagógica rotulando caboclos e indígenas brasileiros como africanos subsaarinos, além dos ciganos ou romanis, judeus, árabes do Levante, asiáticos e eurasianos. Vocês estão a par da ex consulesa da França Alexandra Loras que decidiu viver no Brasil com o esposo porque descobriu o nicho de mercado em que pode lucrar com demagogia dando palestras sobre pobres mas convivendo com luxuoso jet-set? Ela dissemina a mentira de que o Brasil é 57% negro, numa falácia criminosa que impede que caboclos ou mestiços, indígenas, asiáticos que IBGE insiste em chamar de amarelos, eurasianos mestiços de europeu e asiático e ainda os ciganos tenham sua própria identidade. Isto também nega aos miscigenados de negro e branco e aos cafuzos a sua identidade. Este sofisma que ela usa para lucrar financeiramente é um crime. 



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