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Brancos indigenistas: Cônsul da Polônia quer “ajudar” povo índio em bantustão de RO

A cônsul e embaixatriz da Polônia no Brasil, Katarzyna Anna Braiter.

Parceria é proposta pelo Ministério Público rondoniense. A cônsul repassará o caso à União Européia.

A cônsul e embaixatriz da Polônia no Brasil, Katarzyna Anna Braiter, esteve na sede do Ministério Público Federal (MPF) em Porto Velho nesta terça-feira (24). A cônsul participou de uma reunião com objetivo de conhecer a situação dos índios de Rondônia e foi recebida pelo procurador da República. Katarzyna ouviu relatos sobre a situação e disse que irá repassar o caso à União Europeia e a outras representações internacionais, com o objetivo de “ajudar” os índios.

A cônsul recebeu um dossiê que condensa grande parte do que o MPF – que pela Constituição Federal possui a obrigação de defender os “direitos e interesses” dos povos índios – tem feito neste sentido: recomendações, ações civis e manifestações públicas, entre outros documentos. O procurador falou à cônsul sobre outras iniciativas do MPF, como visitas de autoridades e da imprensa à aldeia Roosevelt em 2013 e 2015 e a criação de um grupo de apoio.

Na reunião, teria sido dito à cônsul que seria muito grave a situação de um povo índio cujas aldeias teriam pouco mais de dois mil índios e que estariam quase sofrendo a extinção da cultura e da própria etnia, o que foi associado a suposta exploração ilegal de diamantes nas terras do bantustão.

A embaixatriz disse que esteve acompanhando, no Mato Grosso do Sul, uma delegação de quatro representantes da União Europeia (Polônia, Holanda, Bélgica e União Europeia), que teria como objetivo buscar parcerias para ajudar os índios. Ela explicou que o mesmo pode ser feito em Rondônia. Para isso, a cônsul se colocou à disposição para promover uma reunião com toda a representação da Polônia e também outras representações internacionais em Brasília, bem como a participar de visitação ao bantustão, nos moldes dos eventos já realizados.

Apartheid

Os bantustões brasileiros foram instituídos por ação política de ONGs e governos neoliberais e comunistas brancos do Brazil, da Europa e dos EUA com o apoio de agências das Nações Unidas. Quando estabelecidos, o Povo Mestiço sofre limpeza étnica a fim de evitar miscigenação racial e mestiçagem.

Com informações de Portal Amazônia

Posted in Apartheid no Brasil, Português, Verwoerdismo | Indigenismo.


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