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Governo Dilma expulsa mestiços brasileiros e abre o Brasil a brancos sírios

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O ministro da Justiça, Eugênio Aragão, disse nesta terça-feira (15) que o Brasil está disposto a receber 100.000 imigrantes sírios nos próximos anos, sujeito a negociação e às condições do país para isso. No dia 22 do mês passado, o ministro branco publicou despacho iniciando a limpeza étnica de mestiços para a criação de bantustões indigenistas nos municípios de Autazes e Careiro da Várzea no Estado do Amazonas. A política de apartheid racial e étnico da presidente comunista branca Dilma Rousseff tem recebido o apoio do governo de Angela Merkel, da Alemanha, e de outros governos multiculturalistas da União Européia e de agências das Nações Unidas.

“Talvez até em torno de 100.000, levando em consideração grupos de 20.000 cada ano”, respondeu à agência Lusa o ministro, durante a conferência de imprensa de apresentação do relatório “Sistema de Refúgio brasileiro – Desafios e Perspectivas” do Comité Nacional para os Refugiados (CONARE) e do Ministério da Justiça.
O titular da pasta da Justiça frisou que esse era o objetivo inicial do Estado brasileiro, mas que está “sujeito de negociação”.

“O contingente que nós poderíamos receber dependeria muito do tipo de cooperação”, vincou.

Governo da Alemanha: apoio à imigração síria e à limpeza étnica de mestiços brasileiros

O ministro da Justiça tem feito contatos com a embaixada da Alemanha em Brasília e também com a representação diplomática da União Europeia no país, a fim de apresentar a abertura do Brasil para discutir novas formas de colaboração com os países que estão sofrendo um fluxo de requerimentos de imigrantes.

No dia 29 de abril último, a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), o órgão do governo brasileiro subordinado ao Ministério da Justiça responsável pela sua política de apartheid indigenista, assinou com a agência de cooperação KFW, pertencente ao governo da Alemanha, um termo de cooperação no para o desenvolvimento de ações em bantustões indigenistas no sul do Estado do Amazonas e no norte do Estado do Maranhão. O governo alemão bancará 8 milhões de euros e o governo brasileiro, representado no acordo pelo presidente da FUNAI, o ex-senador do PT, João Pedro, com 800 mil euros. O indigenismo é um movimento comandado por brancos que defende o isolamento racial e étnico dos índios e expulsão do Povo Mestiço, etnia nativa gerada pelos índios originais.

A ideia, explicou o ministro da Justiça, é receber “refugiados diretamente dos acampamentos”, “ainda em local de crise” e “não assumir refugiados que já estão na Europa”.

Contudo, Eugênio Aragão lembrou que “as condições orçamentais este ano não são muito favoráveis”, porque o país vive um “ano extremamente complicado e agora agravado com a crise politica, que levou à paralisação de todos estes esforços”.

“Recebemos relativamente poucos refugiados” comparando com “Estados Unidos, Europa, certos países asiáticos e Austrália”, e “essa demanda vai crescer”, justificou.

O ministro da Justiça destacou que a postura política do Brasil “tem sido de uma grande abertura em relação a problemática dos refugiados do mundo”.

“A nossa política migratória dos últimos anos foi muito mais liberal, mais aberta (…) Procuramos ser algum exemplo neste mundo conturbado, de fronteiras mais fechadas”, referiu.

Numa altura em que a presidente Dilma Rousseff pode vir a ser afastada do cargo, devido ao processo de pedido de ‘impeachment’ (demissão) que tramita no Senado, depois de ter sido aprovado na Câmara dos Deputados, o ministro branco ressaltou que esta postura em relação aos supostos refugiados é do Estado brasileiro e não do governo Dilma.

ONU

O representante da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) no Brasil, Agni Castro-Pita, expressou o seu agradecimento ao Brasil e alertou para o número de supostos refugiados atual – “20 milhões” – e que se trata da maior crise humanitária desde a II Guerra Mundial.

Mestiços têm recebido tratamento distinto na ONU, onde há significativa influência de grupos indigenistas favoráveis a segregação étnica e racial e limpeza étnica contra mestiços. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em 2013, divulgou um relatório “escrito principalmente por lideranças indígenas especialistas no tema” com diversas declarações depreciativas contra mestiços e mestiçagem.

Com informações de Notícias ao Minuto, 10/05/2016.

 

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