Skip to content


Novo bantustão de Dilma inviabilizará hidrelétrica no Tapajós

Funai reconhece terra indígena e inviabiliza hidrelétrica no Tapajós
No Dia do Índio, a fundação publicou no “Diário Oficial” o relatório de identificação e delimitação da Terra Indígena Sawré Muybu, do povo munduruku
Redação 20/04/2016 11:52
20
A direção da Funai reúne-se com índios da etnia munduruku – Foto: Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil (17/9/2014)
A direção da Funai reúne-se com índios da etnia munduruku – Foto: Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil (17/9/2014)
Na última terça-feira (19), o Dia do Índio, a Funai (Fundação Nacional do Índio) publicou no “Diário Oficial da União” o relatório de identificação e delimitação da Terra Indígena Sawré Muybu, do povo munduruku.
O processo de demarcação da Terra Indígena Sawré Muybu estava paralisado desde 2013 porque a Funai não publicava o relatório. O setor energético pressionava o governo a não reconhecer o direito dos índios àquelas terras.
Desde maio de 2011, a construção da usina hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, estimada em R$ 32 bilhões, passou a constar como obra prioritária do governo federal. A usina poderia gerar até 4.012 MegaWatts por ano, equivalente à produção de Belo Monte. Contudo, se ela fosse construída, provocaria o alagamento de 729 quilômetros quadrados de mata, o que comprometeria a sobrevivência dos munduruku.
A demarcação da terra indígena na prática inviabiliza a construção da hidrelétrica, já que, segundo a Constituição federal, é vedada a remoção de grupos indígenas de suas terras, salvo em caso de catástrofe ou epidemia que ponha em risco sua população, e garantindo o retorno imediato logo que cesse o risco.
Além da terra habitada pelos munduruku, mais três terras indígenas tiveram seus relatórios circunstanciados publicados no “Diário Oficial” desta terça-feira: a terra Ypoi/Triunfo, no Mato Grosso do Sul; a terra Sambaqui, no Paraná; e a Jurubaxi-Téa, no Amazonas. Ao todo, os relatórios da Funai delimitaram 1,4 milhões de hectares de áreas indígenas.

Apartheid: Fundação Nacional do Índio (FUNAI), presidida pelo ex-senador João Pedro (PT-AM), publicou no Diário Oficial da União o relatório de identificação e delimitação do bantustão Sawré Muybu, destinado a índios mundurucus. Caso o novo bantustões seja criado, causará nova limpeza étnica indigenista contra o povo mestiço e caboclo na Amazônia.

Na última terça-feira (19), o Dia do Índio, a Funai (Fundação Nacional do Índio) publicou no “Diário Oficial da União” o relatório de identificação e delimitação do bantustão Sawré Muybu, destinado a índios mundurucus.

O processo de demarcação do bantustão Sawré Muybu estava paralisado desde 2013 porque a Funai não publicava o relatório. O setor energético pressionava o governo petista a não criar a área de segregação racial e étnica.

A construção da usina hidrelétrica de São Luiz do Tapajós é estimada em R$ 32 bilhões e pode gerar até 4.012 MegaWatts por ano, equivalente à produção de Belo Monte. Se ela for construída, implicará no alagamento de 729 quilômetros quadrados de mata, o que não comprometeria a sobrevivência dos mundurucus nem dos mestiços que habitam a área. A criação de um bantustão reduz a pressão econômica sobre o governo federal, num momento de crise econômica gerada por má administração e corrupção, além de atender grupos ambientalistas e indigenistas comunistas e de magnatas globalistas.

A demarcação do bantustão na prática inviabiliza a construção da hidrelétrica, já que, segundo a Constituição federal, com texto escrito por brancos indigenistas, é vedada a remoção de grupos índios de suas terras, salvo em caso de catástrofe ou epidemia que ponha em risco sua população, e garantindo o retorno imediato logo que cesse o risco.

Além da terra habitada por mundurucus e pelo povo mestiço – que será obrigadoa a sair -, mais três bantustões tiveram seus relatórios circunstanciados publicados no Diário Oficial da União desta terça-feira: a terra Ypoi/Triunfo, no Mato Grosso do Sul; a terra Sambaqui, no Paraná; e a Jurubaxi-Téa, no Amazonas. Ao todo, os relatórios da Funai delimitaram 1,4 milhões de hectares de áreas de bantustão.

Brancos comunistas e magnatas neoliberais contra mestiçagem

A criação de bantustões tem sido promovida por indigenistas brancos comunistas e magnatas neoliberais visando dividir o povo brasileiro em territórios étnicos e raciais a fim de evitar a mestiçagem, eliminar o povo mestiço e enfraquecer a identidade nacional e a soberania brasileira. Outras ações têm sido incentivar imigração e impor aos mestiços a identidade negra. Órgãos das Nações Unidas, sob a ação destes grupos, têm colaborado com políticas antimestiças no Brasil e em outros países da América Latina.

Com informações de Brasileiros, 20/04/2015.

Posted in Português.


0 Responses

Stay in touch with the conversation, subscribe to the RSS feed for comments on this post.



Some HTML is OK

or, reply to this post via trackback.

Comments Protected by WP-SpamShield Anti-Spam