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Comunistas portugueses contra impeachment de presidente branca antimestiça

O Bloco de Esquerda e o Partido Comunista Português foram os únicos grupos parlamentares a condenar a situação política no Brasil, numa declaração política de iniciativa dos bloquistas.
As bancadas do PCP e do BE uniram-se para lançar fortes críticas à aprovação do impeachment de Dilma Rousseffm, enquanto as restantes bancadas parlamentares se mantiveram em silêncio.
“As bancadas de PSD e CDS calam-se aqui, mas não se calam no Facebook e no Twitter, a favor do golpe… Não há corruptos bons e corruptos maus. As bancadas da direita não se indignam com o ataque à democracia e à Constituição brasileiras”, lamentou a deputada Joana Mortágua, citando mesmo o caso do comportamento do porta-voz democrata-cristão, João Almeida, nas redes sociais.
“O BE não vem hoje a esta tribuna discutir governos, governantes ou as suas opções políticas. Aqui levantamo-nos pela democracia, a par de tantos democratas, para lamentar que no Brasil um Governo democraticamente eleito pelo povo possa cair não pelo voto mas às mãos de um golpe feito em nome de interesses corruptos e corrompidos”, acrescentou a deputada do BE
A deputada do PCP Carla Cruz concordou que “o que move a destituição [da presidente brasileira Dilma Roussef] é a tentativa de alcançar o que não conseguiram nas últimas eleições”, ou seja, “a direita e o grande capital brasileiros, com a tentativa golpista, querem impor ao povo brasileiro o que lhes foi negado nas urnas”.
“As forças reacionárias chegaram a elogiar os negros tempos da ditadura e os torturadores”, criticou a parlamentar comunista reafirmando a solidariedade do PCP para com “trabalhadores e povo brasileiros” para “que vença a democracia e as conquistas económico-sociais” naquele país.
Joana Mortágua tinha afirmado anteriormente que “aqueles que acusaram” o BE “de ingerência por defender a democracia em Angola não tiveram pudores em defender o golpe no Brasil”.
“Nunca nos ouvirão branquear o pântano de corrupção que domina a política brasileira. Nunca nos ouvirão negar o envolvimento de altos responsáveis do PT no Mensalão, no Lava-Jato ou noutros escândalos de favorecimento pessoal ou partidário em prejuízo do povo brasileiro”, disse a deputada bloquista.
Para a também dirigente do BE, “quem, em Portugal, se prestou ao papel de claque dos golpistas da direita brasileira, agora, só pode calar-se de vergonha”.
“Entre deus e o mundo, tudo foi razão para derrubar a Presidente do Brasil, tudo menos o tal crime de responsabilidade que seria a única justificação legal para o ‘impeachment'[destituição]”, afirmou.
O processo de destituição de Roussef no Senado começou na terça-feira, com a leitura de um relatório da Câmara dos Deputados, que no passado domingo votou a favor da continuidade do processo que pode levar à perda do mandato da Presidente, acusada de manobras fiscais na apresentação de contas da sua gestão entre 2014 e 2015.
Na Câmara dos Deputados, 367 legisladores votaram a favor da abertura do processo de ‘impeachment’, 137 contra, sete abstiveram-se e dois não estiveram presentes na sessão de mais de nove horas.
Após a leitura do relatório dos deputados, os partidos representados na Câmara Alta terão um prazo de 48 horas para eleger os 21 membros da comissão especial que durante dez sessões vai debater o assunto e elaborar um relatório que será depois discutido em plenário do Senado.

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O Bloco de Esquerda (BE) e o Partido Comunista Português (PCP) foram os únicos grupos parlamentares de Portugal que condenaram o impeachment da governante brasileira Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT). Não receberam apoio das demais bancadas. Dilma Rousseff, de cujo governo faz parte do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), implementa uma política racista antimestiça e de apartheid racial.

“As bancadas de PSD e CDS calam-se aqui, mas não se calam no Facebook e no Twitter, a favor do golpe… Não há corruptos bons e corruptos maus. As bancadas da direita não se indignam com o ataque à democracia e à Constituição brasileiras”, lamentou a deputada Joana Mortágua, citando mesmo o caso do comportamento do porta-voz democrata-cristão, João Almeida, nas redes sociais.

A deputada do PCP Carla Cruz concordou que “o que move a destituição [da presidente brasileira Dilma Roussef] é a tentativa de alcançar o que não conseguiram nas últimas eleições”, ou seja, “a direita e o grande capital brasileiros, com a tentativa golpista, querem impor ao povo brasileiro o que lhes foi negado nas urnas”.

“As forças reacionárias chegaram a elogiar os negros tempos da ditadura e os torturadores”, criticou a parlamentar comunista reafirmando a solidariedade do PCP para com “trabalhadores e povo brasileiros” para “que vença a democracia e as conquistas económico-sociais” naquele país.

Joana Mortágua tinha afirmado anteriormente que “aqueles que acusaram” o BE “de ingerência por defender a democracia em Angola não tiveram pudores em defender o golpe no Brasil”.

“Nunca nos ouvirão branquear o pântano de corrupção que domina a política brasileira. Nunca nos ouvirão negar o envolvimento de altos responsáveis do PT no Mensalão, no Lava-Jato ou noutros escândalos de favorecimento pessoal ou partidário em prejuízo do povo brasileiro”, disse a deputada bloquista.

O processo de destituição de Rousseff no Senado começou com a leitura de um relatório da Câmara dos Deputados, que num domingo votou a favor da continuidade do processo que pode levar à perda do mandato da Presidente, acusada de manobras fiscais na apresentação de contas da sua gestão entre 2014 e 2015.

Na Câmara dos Deputados, 367 legisladores votaram a favor da abertura do processo de ‘impeachment’, 137 contra, sete abstiveram-se e dois não estiveram presentes na sessão de mais de nove horas.

Após a leitura do relatório dos deputados, os partidos representados na Câmara Alta terão um prazo de 48 horas para eleger os 21 membros da comissão especial que durante dez sessões vai debater o assunto e elaborar um relatório que será depois discutido em plenário do Senado.

Racismo comunista

A presidente comunista branca Dilma Rousseff, filha de um imigrante búlgaro, foi eleita em uma coligação formada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e outras legendas de esquerda. O governo comunista, com destacado o apoio de ONGs de magnatas neoliberais europeus e dos EUA e agências governamentais da União Européia, tem implementado uma política de assimilação do povo mestiço dentro da população negra, índia e branca. Financiada com dinheiro da Alemanha e outros, vem implantando territórios exclusivos para índios, pretos e apresentou um projeto na Câmara dos Deputados que cria “territórios brancos” com o fim de preservar identidade racial.

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