Skip to content


Manifestação em Portugal contra avanço do islamismo na Europa

Foi realizada, neste sábado (13), uma manifestação de protesto contra o avanço do Islamismo em Portugal e outros países da Europa. De 711 a 1492, ocorreram a Conquista islâmica e a Reconquista cristã na península Ibérica, período em que surgiu Portugal.

Cerca de 80 pessoas manifestaram-se este sábado, em Lisboa, contra aquilo a que chamam de “invasão islâmica” da Europa e defendendo que a extrema-direita é a única alternativa para limpar Portugal dos políticos “traidores”.
O local escolhido para a manifestação foi a Praça do Martim Moniz, zona de Lisboa conhecida pela sua multiculturalidade e onde pessoas de várias nacionalidades, etnias e religiões vivem e trabalham, mas que para o Partido Nacional Renovador, organizador da acção, está “desfigurada e ocupada por gentes estranhas”.
De acordo com o presidente do Partido Nacional Renovador (PNR), a manifestação “é um protesto contra a islamização da Europa, que representa um perigo gravíssimo e que muitas pessoas ainda não estão a perceber”, dando como exemplo o que se passa nos países da Europa Central.
“As violações, os desacatos, as agressões, intimidações, o Islão está a invadir a Europa, mas os primeiros culpados nem são os invasores, eles estão no papel deles, os primeiros culpados são os nossos governantes, que não só estão a permitir esta invasão, como estão a incentivá-la”, afirmou José Pinto Coelho, em declarações aos jornalistas.
Contra isso, apontou o líder e fundador do partido, “há populações autóctones, conscientes, que se querem revoltar e insurgir contra esta situação”.
“Queremos combater os nossos governantes, que são uns traidores, e os invasores islâmicos e dizer que em Portugal há um sinal de esperança, que passa exclusivamente pelo Partido Nacional Renovador, que é o único partido em Portugal que se opõe à invasão islâmica da Europa”, sublinhou.
Outro dos motivos da manifestação é a possível construção de uma nova mesquita na cidade de Lisboa, e que poderá ser apoiada com verbas da autarquia, segundo a organização com cerca de 3 milhões de euros.
“O que é curioso quando temos tantos idosos em casas completamente degradadas, famílias que precisam de ajuda, temos estradas esburacadas. E é evidente que onde há mesquitas, eles vêm mais depressa para cá”, apontou Pinto Coelho.
Depois da concentração na Praça do Martim Moniz, as várias dezenas de pessoas caminharam pela Avenida Almirante Reis, em direcção ao local onde dizem que vai ser construída a nova mesquita da cidade de Lisboa e onde deixaram duas cabeças de porco, animal que aos olhos dos muçulmanos é considerado impuro.
Pelo caminho foram gritando palavras de ordem, como “Islão aqui não” ou “Acção, acção, luta pela nação”, sendo que num dado momento da caminhada houve uma pessoa que, do outro lado da rua, gritou “25 de Abril sempre! Fascistas nunca mais”, o que levou a que os elementos da PSP ali presentes acorressem para a afastar.
Momento idêntico ocorreu depois, quando a manifestação regressou à Praça do Martim Moniz e um homem gritou vários insultos e apelidou de fascistas os manifestantes, o que obrigou novamente a polícia a intervir.
Num ato simbólico, algumas pessoas da organização ataram ao mastro a bandeira da União Europeia que está na praça e colocaram a meia haste a bandeira de Portugal.
José Pinto Coelho deixou a garantia de que o PNR irá combater a “invasão imigrante”, através da sensibilização da população, passando a mensagem porque “as pessoas começam a perceber que só exi

A manifestação ocorreu em Lisboa, sendo dirigida também contra políticos do país declarados como “traidores”. O local escolhido para a manifestação foi a Praça do Martim Moniz. De acordo com o presidente do Partido Nacional Renovador (PNR), a manifestação “é um protesto contra a islamização da Europa, que representa um perigo gravíssimo e que muitas pessoas ainda não estão a perceber”, dando como exemplo o que se passa nos países da Europa Central.

“As violações, os desacatos, as agressões, intimidações, o Islão está a invadir a Europa, mas os primeiros culpados nem são os invasores, eles estão no papel deles, os primeiros culpados são os nossos governantes, que não só estão a permitir esta invasão, como estão a incentivá-la”, afirmou José Pinto Coelho, em declarações aos jornalistas.

Contra isso, apontou o líder e fundador do partido, “há populações autóctones, conscientes, que se querem revoltar e insurgir contra esta situação”.

Outro dos motivos da manifestação é a possível construção de uma nova mesquita na cidade de Lisboa, e que poderá ser apoiada com verbas da autarquia, segundo a organização com cerca de 3 milhões de euros. “O que é curioso quando temos tantos idosos em casas completamente degradadas, famílias que precisam de ajuda, temos estradas esburacadas”, apontou Pinto Coelho.

Depois da concentração na Praça do Martim Moniz, as várias dezenas de pessoas caminharam pela Avenida Almirante Reis, em direção ao local onde dizem que vai ser construída a nova mesquita da cidade de Lisboa e onde deixaram duas cabeças de porco, animal que aos olhos dos muçulmanos é considerado impuro.

Pelo caminho foram gritando palavras de ordem, como “Islão aqui não” ou “Ação, ação, luta pela nação”. Durante a passeata ocorreram alguns atos de provocação e insulto contra os manifestantes, o que obrigou a polícia a intervir.

Num ato simbólico, algumas pessoas da organização ataram ao mastro a bandeira da União Europeia que está na praça e colocaram a meia haste a bandeira de Portugal.

Conquista islâmica e reconquista cristã

A partir de 711, uma série de deslocamentos militares e populacionais muçulmanos  oriundas do Norte de África cruzaram o estreito de Gibraltar, penetraram na península Ibérica e puseram fim ao Reino Visigótico.

Nos séculos seguintes, os muçulmanos alargaram suas conquistas na península, assenhoreando-se do território, designado em língua árabe como al-Andalus, que governaram por quase oitocentos anos. A Reconquista cristã e expulsão dos muçulmanos durou quase toda a Idade Média e só terminou no início da Idade Moderna, em 1492, por ação dos Reis Católicos, Fernando e Isabel.

No período da Reconquista, surgiram os reinos de Castela, Pamplona, Aragão e Leão, de onde derivou mais tarde o Condado Portucalense e, subsequentemente, Portugal, em 1139. Os invasores muçulmanos eram denominados mouros pelos portugueses.

Com informações de Sábado, 13/02/2016.

Posted in Português.


0 Responses

Stay in touch with the conversation, subscribe to the RSS feed for comments on this post.



Some HTML is OK

or, reply to this post via trackback.

Comments Protected by WP-SpamShield Anti-Spam