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Vítimas do desarmamento – Leão Alves

Vítimas do desarmamento
O hino da França foi composto no séc. XVIII, mas sua letra trás uma mensagem quase profética para a chacina de sexta-feira 13 em Paris:
“Avante, filhos da Pátria,
O dia da Glória chegou.
Contra nós, a tirania
O estandarte sangrento se eleva!
Ouvis nos campos rugirem
Esses ferozes soldados?
Vêm eles até nós
Degolar nossos filhos, nossas mulheres.
Às armas cidadãos!”
O hino convoca às armas, mas a legislação francesa atual não permite a posse e o porte de armas de uso pessoal, somente de caça.
Cidadãos armados poderiam ter parado os soldados do Estado Islâmico em Paris? Não se pode responder com certeza, mas com certeza pode-se dizer agora o que ocorreu com mais de cem pessoas que estavam submetidas à cartilha do desarmamento.
Na verdade, a militância da “bala bandida”, não tendo argumentos racionais, busca plantar sentimentos negativos contra o direito à propriedade e à posse de armas de fogo.
Um estudo da Universidade de Harvard, Would banning firearms reduce murder and suicide? (‘Proibir armas de fogo reduziria assassinato e sucídio’, em tradução nossa), dos criminologistas Don B. Kates e Gary Mauser, mostra que o enorme aumento da aquisição de armamentos pessoais nos EUA num período de vinte anos foi acompanhado da queda em 39% dos homicídios por arma de fogo e de 69% de outros crimes relacionados.
O mesmo estudo mostra que os nove países europeus cuja população, devido à legislação desarmamentista, tem as menores taxas de posse de armas apresentam em conjunto taxa de homicídio três vezes maior que a dos nove países europeus com maior taxa de posse de armas.
Não faltam argumentos. Está abundantemente provado que o direito à posse de armas de fogo reduz criminalidade, mas quando argumentos racionais são deliberadamente ignorados cabe questionar se é um caso de fanatismo ou de interesses escondidos.
Casos de atiradores matando pessoas a esmo em escolas, jornais, cinemas ou clubes de dança como o ocorrido em Paris menos de um ano após o ataque ao jornal Charlie Hebdo têm sido usados pelos desarmamentistas para tentar justificar sua causa. Alguém conhece algum caso assemelhado ocorrido em clube de tiro ou num quartel? Massacres só acontecem quando o poder do agressor é muito superior ao das vítimas.
No Brasil, a bancada da “bala bandida”, formada pelo PT e seus amigos, entrincheira-se para que não se cumpra a decisão do povo no último plebiscito que foi pela revogação do Estatuto do Desarmamento. Desarmar o povo costuma fazer parte das agendas comunistas, nazistas e de outras tiranias.
O “direito” de ofender pardos
Ridicularizar pretos pode? Não, não pode. E índios? Também não. E pardos? Não pode também, mas parece que nem todos pensam assim.
A atriz Taís Araújo, que jornais tem anunciado ter sido vítima de ataques racistas em sua página no Facebook, postou recentemente no Twitter (https://twitter.com/taisdeverdade/status/651579074691923969):
“Eu lá sou envelope para ser ‘pardo’? #Mister Brau”.
Diversos comentários repudiaram a postagem no próprio Twitter da atriz da Globo:
“Ainda dá tempo de apagar, @taisdeverdade Ficou bem feio esse ataque que vc q fez as pessoas q N tiveram a sorte de ser d raça PURA, como vc”.
“Não é só negro que é discriminado, sou pardo e estou extremamente constrangido”.
“Do mesmo jeito que vc não gostou qdo cometeram isso contigo, não faça com os pardos, uma vez que sou tbm”.
“@taisdeverdade Uma retratação ou pedido de desculpas cairia bem numa horas dessas, não?”
Mas houve também outros defendendo o direito de debochar de pardos – inclusive porque eles não existiriam!
A postagem da atriz, que gravou um vídeo institucional há poucos anos para o Governo  Federal destacando sua identidade preta, não foi noticiada pelo Jornal Nacional, não houve pronunciamentos na Câmara e no Senado, ninguém disse estar horrorizado, o Ministério Público não iniciou uma investigação, não teve repercussão nem naquelas mídias que cavam polêmicas e xeretam celebridades.
Enfim, ridicularizar pardos parece estar liberado no país onde não falta quem diga que todos somos mestiços.
Apesar disso, uma petição pública colhe apoios para que a postagem da atriz seja investigada criminalmente (http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR86246).
Não é um caso isolado. Outra eminência global, o petista Jô Soares, diversas vezes ridicularizou a palavra pardo com a confiança que a impunidade confere (www.youtube.com/watch?v=-TODofN2oto).
Pardo significa mestiço. A palavra vem do latim ‘pardus’, leopardo, que, da mesma forma que os mestiços, possui diversas cores.
Infelizmente, muitas pessoas ainda não perceberam que este assunto vai além da miscigenação em si e da questão da cor. O PT tem o objetvo de eliminar o mestiço enquanto identidade pois mestiçagem fortalece a unidade e a identidade nacional, enquanto o petismo deseja dividir o povo ao máximo em raças, etnias, religiões, etc., a fim de acabar com a identidade e a soberania nacionais, nos termos de seus senhores globalistas.
Leão Alves é médico e ex-presidente do Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro (Nação Mestiça).

paris

O hino da França foi composto no séc. XVIII, mas sua letra traz uma mensagem quase profética para a chacina de sexta-feira 13 em Paris:

“Avante, filhos da Pátria,

O dia da Glória chegou.

Contra nós, a tirania

O estandarte sangrento se eleva!

Ouvis nos campos rugirem

Esses ferozes soldados?

Vêm eles até nós

Degolar nossos filhos, nossas mulheres.

Às armas cidadãos!”

O hino convoca às armas, mas a legislação francesa atual não permite a posse e o porte de armas de uso pessoal, somente de caça.

Cidadãos armados poderiam ter parado os soldados do Estado Islâmico em Paris? Não se pode responder com certeza, mas com certeza pode-se dizer agora o que ocorreu com mais de cem pessoas que estavam submetidas à cartilha do desarmamento.

Na verdade, a militância da “bala bandida”, não tendo argumentos racionais, busca plantar sentimentos negativos contra o direito à propriedade e à posse de armas de fogo.

Um estudo da Universidade de Harvard, Would banning firearms reduce murder and suicide? (‘Proibir armas de fogo reduziria assassinato e suicídio?’, em tradução nossa), dos criminologistas Don B. Kates e Gary Mauser, mostra que o enorme aumento da aquisição de armamentos pessoais nos EUA num período de vinte anos foi acompanhado da queda em 39% dos homicídios por arma de fogo e de 69% de outros crimes relacionados.

O mesmo estudo mostra que os nove países europeus cuja população, devido à legislação desarmamentista, tem as menores taxas de posse de armas apresentam em conjunto taxa de homicídio três vezes maior que a dos nove países europeus com maior taxa de posse de armas.

Não faltam argumentos. Está abundantemente provado que o direito à posse de armas de fogo reduz criminalidade, mas quando argumentos racionais são deliberadamente ignorados cabe questionar se é um caso de fanatismo ou de interesses escondidos.

Casos de atiradores matando pessoas a esmo em escolas, jornais, cinemas ou clubes de dança, como o ocorrido em Paris menos de um ano após o ataque ao jornal Charlie Hebdo, têm sido usados pelos desarmamentistas para tentar justificar sua causa. Alguém conhece algum caso assemelhado ocorrido em clube de tiro ou num quartel? Massacres só acontecem quando o poder do agressor é muito superior ao das vítimas.

No Brasil, a bancada da “bala bandida”, formada pelo PT e seus amigos, entrincheira-se para que não se cumpra a decisão do povo no último plebiscito que foi pela revogação do Estatuto do Desarmamento. Desarmar o povo costuma fazer parte das agendas comunistas, nazistas e de outras tiranias.

O “direito” de ofender pardos

Ridicularizar pretos pode? Não, não pode. E índios? Também não. E pardos? Não pode também, mas parece que nem todos pensam assim.

A atriz Taís Araújo, que jornais têm anunciado ter sido vítima de ataques racistas em sua página no Facebook, postou recentemente no Twitter (https://twitter.com/taisdeverdade/status/651579074691923969):

“Eu lá sou envelope para ser ‘pardo’? #Mister Brau”.

Diversos comentários repudiaram a postagem no próprio Twitter da atriz da Globo:

“Ainda dá tempo de apagar, @taisdeverdade Ficou bem feio esse ataque que vc q fez as pessoas q N tiveram a sorte de ser d raça PURA, como vc”.

“Não é só negro que é discriminado, sou pardo e estou extremamente constrangido”.

“Do mesmo jeito que vc não gostou qdo cometeram isso contigo, não faça com os pardos, uma vez que sou tbm”.

“@taisdeverdade Uma retratação ou pedido de desculpas cairia bem numa horas dessas, não?”

Mas houve também outros defendendo o direito de debochar de pardos – inclusive porque eles não existiriam!

A postagem da atriz, que gravou um vídeo institucional há poucos anos para o Governo Federal destacando sua identidade preta (https://www.youtube.com/watch?v=heCEbYp339U), não foi noticiada pelo Jornal Nacional, não houve pronunciamentos na Câmara e no Senado, ninguém disse estar horrorizado, o Ministério Público não iniciou uma investigação, não teve repercussão nem naquelas mídias que cavam polêmicas e xeretam celebridades.

Enfim, ridicularizar pardos parece estar liberado no país onde não falta quem diga que todos somos mestiços.

Apesar disso, uma petição pública colhe apoios para que a postagem da atriz seja investigada criminalmente (http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR86246).

Não é um caso isolado. Outra eminência global, o petista Jô Soares, p. ex, diversas vezes ridicularizou a palavra pardo com a confiança que a impunidade confere (http://www.youtube.com/watch?v=-TODofN2oto).

Pardo significa mestiço. A palavra vem do latim ‘pardus’, leopardo, que, da mesma forma que os mestiços, possui diversas cores.

Infelizmente, muitas pessoas ainda não perceberam que este assunto vai além da miscigenação em si e da questão da cor. O PT tem o objetvo de eliminar o mestiço enquanto identidade pois mestiçagem fortalece a unidade e a identidade nacional, enquanto o petismo deseja dividir o povo ao máximo em raças, etnias, religiões, etc., a fim de acabar com a identidade e a soberania nacionais, nos termos de seus senhores globalistas.

Leão Alves é médico e ex-presidente do Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro (Nação Mestiça).

Leia este e outros artigos no Portal do Zacarias, 15/11/2015.

Posted in Artigos, Leão Alves, Petismo, Português.


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