Skip to content


Dinamarca dá dinheiro e incentivos para nacionais terem filhos

Dinamarca dá dinheiro e incentivos para pessoas terem filhos
Enquanto no Brasil, um dos países mais despovoados do mundo, com apenas cerca de 23 habitantes por km2, os governos petistas tentam reduzir o crescimento da população nacional e facilitar a imigração estrangeira, na Dinamarca, um dos mais povoados, com cerca de 129 habitantes por km2, sonha em aumentar a natalidade e evitar problemas futuros. Para isso, o governo dará dinheiro — isso mesmo, dinheiro — para aqueles que tiverem filhos.
A campanha faz parte da tentativa de tirar a Dinamarca de um paradoxo enorme: com uma das maiores qualidades de vida do mundo, o país não consegue aumentar a taxa de fertilidade. Isso apesar de, segundo a organização Save The Children, o país ser o quarto melhor do mundo para ser mãe.
Mas por que a Dinamarca quer tanto que as pessoas tenham filhos? Simples: economia. O país vive uma crise que assola boa parte dos países europeus, que envolve o envelhecimento da população e, consequentemente, a redução de pessoas economicamente ativas.
“Se a situação [da baixa taxa de natalidade] não for revertida, nós teremos que incentivar os dinamarqueses a trabalhar por mais tempo, pagar mais impostos ou cortar o serviço de bem estar social. Ou ainda transferir renda para pessoas fora da força de trabalho”, explica o economista Bo Rasmussen, da Universidade de Aarhus.
Para se ter noção de como a crise de natalidade é levada a sério na Dinamarca, desde 2014 as escolas mudaram as aulas de educação sexual. Hoje, ao invés de ensinar prevenção os colégios ensinam a melhor idade para se engravidar. Ainda no ano passado, pesquisa mostrou que um em cada cinco homens não tinha filho aos 50 anos, enquanto uma em cada sete mulheres também não era mãe até a meia idade.
Não a toa, a agência de viagem Spies chegou ao ponto de dar prêmios em dinheiro aos casais que comprovassem ter engravidado durante as férias. Isso tudo somado a incentivos financeiros e sociais do próprio governo. Na Dinamarca, ter filho dá lucro.

Denmarkpeople

Enquanto no Brasil, um dos países mais despovoados do mundo, com apenas cerca de 23 habitantes por km2, os governos petistas tentam reduzir o crescimento da população nacional e facilitar a imigração estrangeira, na Dinamarca, um dos mais povoados, com cerca de 129 habitantes por km2, o governo sonha em aumentar a natalidade nacional e evitar problemas futuros. Para isso, o governo decidiu dar dinheiro para os nacionais que tiverem filhos.

A campanha faz parte da tentativa de tirar a Dinamarca de um paradoxo enorme: com uma das maiores qualidades de vida do mundo, o país não consegue aumentar a taxa de fertilidade. Isso apesar de, segundo a organização Save The Children, o país ser o quarto melhor do mundo para ser mãe.

Mas por que a Dinamarca quer tanto que as pessoas tenham filhos? Simples: economia. O país vive uma crise que assola boa parte dos países europeus, que envolve o envelhecimento da população e, consequentemente, a redução de pessoas economicamente ativas.

“Se a situação [da baixa taxa de natalidade] não for revertida, nós teremos que incentivar os dinamarqueses a trabalhar por mais tempo, pagar mais impostos ou cortar o serviço de bem estar social. Ou ainda transferir renda para pessoas fora da força de trabalho”, explica o economista Bo Rasmussen, da Universidade de Aarhus.

Para se ter noção de como a crise de natalidade é levada a sério na Dinamarca, desde 2014 as escolas mudaram as aulas de educação sexual. Hoje, ao invés de ensinar prevenção os colégios ensinam a melhor idade para se engravidar. Ainda no ano passado, pesquisa mostrou que um em cada cinco homens não tinha filho aos 50 anos, enquanto uma em cada sete mulheres também não era mãe até a meia idade.

Não a toa, a agência de viagem Spies chegou ao ponto de dar prêmios em dinheiro aos casais que comprovassem ter engravidado durante as férias. Isso tudo somado a incentivos financeiros e sociais do próprio governo. Está provado que o problema da pobreza não é gerado por grande população, o que mesmo facilita o aumento da riqueza como um todo, mas na Dinamarca agora ter filho significa um lucro extra.

Menos brasileiros

No Brasil, governos de esquerda têm promovido políticas contra o crescimento populacional nacional. Os governos petistas têm buscado, entre outras medidas, a facilitação e descriminalização do aborto. As populações mais afetadas pelas ações governamentais são mulheres mestiças, as quais ainda apresentam fertilidade acima da média mínima para a reposição da população, que é de 2,1 filhos por mulher. A média nacional, já em 2011, era de 1,95.

Reescrito com acréscimos a partir de Yahoo!, 16/07/2015.

Posted in Português.