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Obama leva presidente anti-mestiça a memorial em homenagem a Martin Luther King

Os dois países, porém, têm seguido caminhos inversos em termos de direitos civis e políticas raciais. Enquanto nos EUA as políticas racistas da “regra da única gota” que impuseram aos mulatos a identidade negra estão sendo revogadas e a identidade mestiça ganhando força, no Brasil o partido da presidente branca conseguiram impor aos mulatos e outros mestiços a identidade negra – inclusive aos não descendentes de pretos africanos.
Mestiços também têm sofrido limpeza étnica para a criação de bantustões similares aos adotados pelo regime do apartheid sul-africano.
Diferentemente da condenação ao regime racista sul-africano, a influência política de poderosas ONGs e agências governamentais indigenistas em órgãos das Nações Unidas têm dado apoio político e intelectual à implantação da segregação racial e étnica no Brasil.

Presidente dos EUA, Barack Obama, caminha com a governante do Brasil, Dilma Rousseff, durante visita ao Martin Luther King Jr Memorial, em Washington, no dia 29 de junho de 2015 (AFP Photo/Saul Loeb)

O presidente dos EUA, Barack Obama, e a governante do Brasil, Dilma Rousseff, fizeram uma visita surpresa ao Martin Luther King Memorial, em Washington.

Martin Luther King, líder da luta pelos direitos civis naquele país,  é considerando pelo presidente Obama um dos seus heróis pessoais.

A Casa Branca declarou que a visita “ressalta os muitos valores partilhados e fortes laços que existem entre os povos americanos e brasileiros.” Ambos os países têm grandes populações descendentes de escravos africanos.

Desmestiçagem

Os dois países, porém, têm seguido caminhos inversos em termos de direitos civis e políticas raciais. Enquanto nos EUA as políticas racistas da “regra da única gota” que impuseram aos mulatos a identidade negra estão sendo revogadas e a identidade mestiça ganhando força, no Brasil o esquerdista Partido dos Trabalhadores (PT) conseguiu aprovar por lei a imposição da identidade negra aos mulatos e outros mestiços – inclusive mestiços aos não descendentes de pretos africanos.

Mestiços também têm sofrido limpeza étnica para a criação de bantustões similares aos adotados pelo regime do apartheid sul-africano.

Diferentemente da condenação ao regime racista sul-africano, a influência de poderosas ONGs, agências governamentais indigenistas e governos racistas, como o que comanda o Brasil, em órgãos das Nações Unidas tem dado apoio político e intelectual à implantação da segregação racial e étnica no Brasil – e em outros países latino-americanos -, e à eliminação política e ideológica do povo mestiço.

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