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Por que Martin Luther King era do Partido Republicano – Frances Rice

Por que Martin Luther King era do Partido Republicano
por Frances Rice
16/08/2006
Não deveria ser nenhuma surpresa que o Dr. Martin Luther King, Jr. fosse republicano. Nessa época, quase todos os pretos americanos eram republicanos. Por quê? Desde a sua fundação em 1854 como o partido anti-escravista até hoje, o Partido Republicano tem liderado a [defesa da] liberdade e [d]os direitos civis para os pretos. E, como um comentarista tão sucintamente afirmou, o Partido Democrata é o que sempre foi, o partido dos quatro S’s: escravidão [slavery], secessão, separação e, agora, socialismo.
Foram os democratas que lutaram para manter os pretos na escravidão e passaram os discriminatórios Black Codes e as leis Jim Crow. Os democratas fundaram a Ku Klux Klan para linchar e aterrorizar os pretos. Os democratas lutaram para impedir a passagem de qualquer lei de direitos civis iniciando com as leis dos direitos civis da década de 1860, e continuando com as leis dos direitos civis dos anos de 1950 e 1960.
Durante a era dos direitos civis da década de 1960, o Dr. King estava lutando contra os democratas que ficaram nas portas das escolas, voltando mangueiras de incêndio contra os pretos e soltando cães ferozes. Foi o presidente republicano Dwight Eisenhower quem pressionou para passar o Civil Rights Act, de 1957, e enviou tropas para o Arkansas para acabar com a segregação nas escolas. O presidente Eisenhower também nomeou o Diretor de Justiça, Earl Warren, para a Suprema Corte de Justiça, que resultou em 1954 na decisão do caso Brown versus Board of Education que pôs fim à segregação nas escolas. Muito se fala do presidente democrata Harry Truman emitindo uma ordem executiva em 1948 para encerrar a segregação militar. Não é mencionado o fato de que foi Eisenhower quem realmente tomou medidas para por efetivamente termo na segregação nas forças armadas.
O presidente democrata John F. Kennedy é louvado como um defensor dos direitos civis. No entanto, Kennedy votou contra o Civil Rights Act, de 1957, quando ele era senador, assim como o senador democrata Al Gore Sr. Depois de tornar-se presidente, Kennedy se opôs à Marcha sobre Washington, de 1963, do Dr. King, que foi organizada por A. Phillip Randolph, que era um republicano preto. O presidente Kennedy, através de seu irmão, o advogado geral Robert Kennedy, manteve o Dr. King grampeado e investigado pelo FBI por suspeita de ser um comunista, a fim de minar o Dr. King.
Em março de 1968, referindo-se à saída do Dr. King de Memphis, Tennessee, depois de tumultos, onde um adolescente foi morto, o senador democrata Robert Byrd (da Virgínia Ocidental), um ex-membro da Ku Klux Klan, chamou o Dr. King de um “criador de confusão” que começa a confusão, mas corre como um covarde após a confusão estar pegando fogo. Poucas semanas depois, o Dr. King retornou a Memphis e foi assassinado em 4 de abril de 1968.
Dadas as circunstâncias da época, é compreensível porque o Dr. King era um republicano. Foram os republicanos que lutaram para libertar os pretos da escravidão e alterar a Constituição para assegurar aos pretos liberdade (13ª Emenda), cidadania (14ª Emenda) e o direito de votar (15ª Emenda). Os republicanos passaram as leis de direitos civis da década de 1860, incluindo a Lei dos Direitos Civis de 1866 e a Lei de Reconstrução de 1867 que foram criadas para estabelecer um novo sistema de governo no Sul controlado por democratas, algo que fosse justo para os pretos. Os republicanos também criaram a NAACP e a ação afirmativa com o Plano Filadélfia, de 1969, do presidente republicano Richard Nixon (criado pelo preto republicano Art Fletcher) que estabeleceram metas e cronogramas para a nação. Apesar da ação afirmativa ter sido transformada agora pelos democratas num injusto sistema de cotas, a ação afirmativa foi iniciada por Nixon para combater os danos causados aos pretos quando o presidente democrata Woodrow Wilson, em 1912, chutou todos os pretos para fora dos empregos no governo federal.
Poucos pretos norte-americanos sabem que foram os republicanos que fundaram os Historically Black Colleges and Universities. Também é desconhecido o fato de que o senador republicano Everett Dirksen, de Illinois, foi fundamental para a aprovação da legislação de direitos civis em 1957, 1960, 1964 e 1965. Não é mencionado em reportagens recentes da mídia sobre a prorrogação do Voting Rights Act, de 1965, o fato de que Dirksen escreveu os termos [legais] do projeto de lei. Dirksen também trabalhara nos termos [legais] do Civil Rights Act, de 1968, que proibia a discriminação em moradias. O presidente Lyndon Johnson não poderia ter conseguido a aprovação da legislação de direitos civis sem o apoio dos republicanos.
Os críticos do senador republicano Barry Goldwater, que concorreu à presidência contra Johnson, em 1964, ignoraram o fato de que Goldwater queria obrigar os democratas no sul do país a pararem de aprovar leis discriminatórias, terminando assim a necessidade de continuamente promulgar legislação federal de direitos civis.
Aqueles que criticam erradamente Goldwater também ignoram o facto de Johnson, no seu Discurso Estado da União 4.500, emitido em 4 de janeiro de 1965, mencionou dezenas de temas de ação federal, mas apenas 35 palavras foram dedicadas aos direitos civis. Ele não mencionou uma palavra sobre o direito de voto. Então, em 1967, mostrando a sua raiva com o protesto do Dr. King contra a Guerra do Vietnã, Johnson se referiu-se ao Dr. King como “o pregador Nigger”.
Contrariamente às afirmações falsas de democratas, os racistas “Dixiecrats” não fizeram todos migrarem para o Partido Republicano. Os “Dixiecrats” declararam que prefeririam votar em um “cão amarelo” do que votar em um republicano, porque o Partido Republicano era conhecido como o partido dos pretos. Hoje, alguns desses “Dixiecrats” continuam as suas carreira políticas como democratas, incluindo Robert Byrd, que é bem conhecido por ter sido um “Keagle” na Ku Klux Klan.
Outro ex-“Dixiecrat” é o ex-senador democrata Ernest Hollings, que colocou a bandeira confederada sobre o Capitólio do estado quando ele era o governador da Carolina do Sul. Não houve clamor público, quando o senador democrata Christopher Dodd elogiou Byrd como alguém que teria sido “um grande senador em qualquer momento”, incluindo a Guerra Civil. No entanto, os democratas denunciaram o então líder do Partido Republicano no Senado, Trent Lott, por suas observações sobre o senador Strom Thurmond (R.-S.C.). Thurmond nunca foi da Ku Klux Klan e defendeu os pretos de linchamentos e  discriminatórias taxas de votação impostas aos pretos pelos democratas. Se Byrd e Thurmond estivessem vivos durante a Guerra Civil, e Byrd agisse dessa maneira, Thurmond teria sido linchado.
A odisséia de 30 anos de transferências para o Partido Republicano no Sul  começou em 1970 com a “Estratégia Sulista” do presidente Richard Nixon, que foi um esforço da parte de Nixon de fazer os cristãos do Sul pararem de votar em democratas que não compartilhavam seus valores e ainda discriminavam seus companheiros cristãos que eram pretos. A Geórgia não mudou até 2002, e alguns estados do Sul, incluindo a Louisiana, ainda são controlados pelos democratas.
Hoje, os democratas, na busca de sua agenda socialista, estão lutando para manter os pretos pobres irritados e votando nos democratas. Exemplos de como maldosamente os democratas agem para manter os pretos em situação de pobreza são numerosos.
Após falsamente convencer os pretos americanos que um aumento do salário mínimo era uma coisa boa, os democratas em 3 de agosto mantiveram sua promessa e mataram o projeto de lei do salário mínimo que passara pelos republicanos da Casa em 29 de julho. O bloqueio da lei do salário mínimo foi a segunda vez em muitos anos que os democratas furaram com um dedo legislativo o olho dos pretos americanos. Os democratas do Senado, em 1 de abril de 2004, bloquearam a passagem de um projeto de lei para renovar a lei de reforma do bem-estar, de 1966, que foi posta pelos republicanos e vetada duas vezes pelo presidente Bill Clinton antes dele finalmente assiná-la. Desde a lei de reforma do bem-estar encerrada em Setembro de 2002, o Congresso passou seis prorrogações, e as últimas expirou em 30 de junho de 2004. Com a oposição dos democratas também estão as possibilidade de bolsas de estudo escolares que iriam ajudar as crianças pretas a não sairem das escolas e a  reforma do Seguro Social, embora os pretos, em média, percam US$10.000,00  no sistema atual por causa de uma menor esperança de vida do que os brancos (72,2 anos para os pretos versus 77,5 anos para os brancos).
Os democratas têm governado nossas cidades do interior nos últimos 30 a 40 anos, e os pretos ainda estão reclamando sobre os mesmos problemas. Mais de US$7 trilhões de dólares foram gastos em programas de pobreza desde a Guerra contra a Pobreza de Lyndon Johnson com pouco, ou nenhum, impacto sobre a pobreza. Diabolicamente, a cada ciclo eleitoral, os democratas culpam os republicanos pelas condições deploráveis em cidades do interior, então eles incitam os pretos a um voto de protesto contra os republicanos.
A fim de quebrar o domínio dos democratas sobre o voto preto e libertar os pretos americanos da plantação econômica do Partido Democrata, devemos lançar a luz da verdade sobre os democratas. Temos de demonstrar que as políticas do Partido Democrata de socialismo e dependência de esmolas governamentais oferecem o caminho para a pobreza, enquanto os princípios do Partido Republicano de trabalho duro, responsabilidade pessoal, recebendo uma boa educação e de propriedade de casas e pequenos negócios oferecem o caminho para a prosperidade.
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Sr. Rice is diretor do National Black Republican Association (NBRA) e pode ser contactado em www.NBRA.info.

Não deveria ser nenhuma surpresa que o Dr. Martin Luther King, Jr. fosse republicano. Nessa época, quase todos os pretos americanos eram republicanos. Por quê? Desde a sua fundação em 1854 como o partido anti-escravista até hoje, o Partido Republicano tem liderado a defesa da liberdade e dos direitos civis para os pretos. E, como um comentarista tão sucintamente afirmou, o Partido Democrata é o que sempre foi, o partido dos quatro S: escravidão [slavery], secessão, separação e, agora, socialismo.

Foram os democratas que lutaram para manter os pretos na escravidão e passaram os discriminatórios Black Codes e as leis Jim Crow. Os democratas fundaram a Ku Klux Klan para linchar e aterrorizar os pretos. Os democratas lutaram para impedir a passagem de qualquer lei de direitos civis iniciando com as leis dos direitos civis da década de 1860, e continuando com as leis dos direitos civis dos anos de 1950 e 1960.

Durante a era dos direitos civis da década de 1960, o Dr. King estava lutando contra os democratas que ficaram nas portas das escolas, voltando mangueiras de incêndio contra os pretos e soltando cães ferozes. Foi o presidente republicano Dwight Eisenhower quem pressionou para passar o Civil Rights Act, de 1957, e enviou tropas para o Arkansas para acabar com a segregação nas escolas. O presidente Eisenhower também nomeou o Diretor de Justiça, Earl Warren, para a Suprema Corte de Justiça, que resultou em 1954 na decisão do caso Brown versus Board of Education que pôs fim à segregação nas escolas. Muito se fala do presidente democrata Harry Truman emitindo uma ordem executiva em 1948 para encerrar a segregação militar. Não é mencionado o fato de que foi Eisenhower quem realmente tomou medidas para por efetivamente termo na segregação nas forças armadas.

O presidente democrata John F. Kennedy é louvado como um defensor dos direitos civis. No entanto, Kennedy votou contra o Civil Rights Act, de 1957, quando ele era senador, assim como o senador democrata Al Gore Sr. Depois de tornar-se presidente, Kennedy se opôs à Marcha sobre Washington, de 1963, do Dr. King, que foi organizada por A. Phillip Randolph, que era um republicano preto. O presidente Kennedy, através de seu irmão, o advogado geral Robert Kennedy, manteve o Dr. King grampeado e investigado pelo FBI por suspeita de ser um comunista, a fim de minar o Dr. King.

Em março de 1968, referindo-se à saída do Dr. King de Memphis, Tennessee, depois de tumultos, onde um adolescente foi morto, o senador democrata Robert Byrd (da Virgínia Ocidental), um ex-membro da Ku Klux Klan, chamou o Dr. King de um “criador de confusão” que começa a confusão, mas corre como um covarde após a confusão estar pegando fogo. Poucas semanas depois, o Dr. King retornou a Memphis e foi assassinado em 4 de abril de 1968.

Dadas as circunstâncias da época, é compreensível porque o Dr. King era um republicano. Foram os republicanos que lutaram para libertar os pretos da escravidão e alterar a Constituição para assegurar aos pretos liberdade (13ª Emenda), cidadania (14ª Emenda) e o direito de votar (15ª Emenda). Os republicanos passaram as leis de direitos civis da década de 1860, incluindo a Lei dos Direitos Civis de 1866 e a Lei de Reconstrução de 1867 que foram criadas para estabelecer um novo sistema de governo no Sul controlado por democratas, algo que fosse justo para os pretos. Os republicanos também criaram a NAACP e a ação afirmativa com o Plano Filadélfia, de 1969, do presidente republicano Richard Nixon (criado pelo preto republicano Art Fletcher) que estabeleceram metas e cronogramas para a nação. Apesar da ação afirmativa ter sido transformada agora pelos democratas num injusto sistema de cotas, a ação afirmativa foi iniciada por Nixon para combater os danos causados aos pretos quando o presidente democrata Woodrow Wilson, em 1912, chutou todos os pretos para fora dos empregos no governo federal.

Poucos pretos norte-americanos sabem que foram os republicanos que fundaram os Historically Black Colleges and Universities. Também é desconhecido o fato de que o senador republicano Everett Dirksen, de Illinois, foi fundamental para a aprovação da legislação de direitos civis em 1957, 1960, 1964 e 1965. Não é mencionado em reportagens recentes da mídia sobre a prorrogação do Voting Rights Act, de 1965, o fato de que Dirksen escreveu os termos [legais] do projeto de lei. Dirksen também trabalhara nos termos [legais] do Civil Rights Act, de 1968, que proibia a discriminação em moradias. O presidente Lyndon Johnson não poderia ter conseguido a aprovação da legislação de direitos civis sem o apoio dos republicanos.

Os críticos do senador republicano Barry Goldwater, que concorreu à presidência contra Johnson, em 1964, ignoraram o fato de que Goldwater queria obrigar os democratas no sul do país a pararem de aprovar leis discriminatórias, terminando assim a necessidade de continuamente promulgar legislação federal de direitos civis.

Aqueles que criticam erradamente Goldwater também ignoram o facto de Johnson, no seu Discurso Estado da União 4.500, emitido em 4 de janeiro de 1965, mencionou dezenas de temas de ação federal, mas apenas 35 palavras foram dedicadas aos direitos civis. Ele não mencionou uma palavra sobre o direito de voto. Então, em 1967, mostrando a sua raiva com o protesto do Dr. King contra a Guerra do Vietnã, Johnson se referiu-se ao Dr. King como “o pregador Nigger”.

Contrariamente às afirmações falsas de democratas, os racistas “Dixiecrats” não fizeram todos migrarem para o Partido Republicano. Os “Dixiecrats” declararam que prefeririam votar em um “cão amarelo” do que votar em um republicano, porque o Partido Republicano era conhecido como o partido dos pretos. Hoje, alguns desses “Dixiecrats” continuam as suas carreira políticas como democratas, incluindo Robert Byrd, que é bem conhecido por ter sido um “Keagle” na Ku Klux Klan.

Outro ex-“Dixiecrat” é o ex-senador democrata Ernest Hollings, que colocou a bandeira confederada sobre o Capitólio do estado quando ele era o governador da Carolina do Sul. Não houve clamor público, quando o senador democrata Christopher Dodd elogiou Byrd como alguém que teria sido “um grande senador em qualquer momento”, incluindo a Guerra Civil. No entanto, os democratas denunciaram o então líder do Partido Republicano no Senado, Trent Lott, por suas observações sobre o senador Strom Thurmond (R.-S.C.). Thurmond nunca foi da Ku Klux Klan e defendeu os pretos de linchamentos e  discriminatórias taxas de votação impostas aos pretos pelos democratas. Se Byrd e Thurmond estivessem vivos durante a Guerra Civil, e Byrd agisse dessa maneira, Thurmond teria sido linchado.

A odisséia de 30 anos de transferências para o Partido Republicano no Sul  começou em 1970 com a “Estratégia Sulista” do presidente Richard Nixon, que foi um esforço da parte de Nixon de fazer os cristãos do Sul pararem de votar em democratas que não compartilhavam seus valores e ainda discriminavam seus companheiros cristãos que eram pretos. A Geórgia não mudou até 2002, e alguns estados do Sul, incluindo a Louisiana, ainda são controlados pelos democratas.

Hoje, os democratas, na busca de sua agenda socialista, estão lutando para manter os pretos pobres irritados e votando nos democratas. Exemplos de como maldosamente os democratas agem para manter os pretos em situação de pobreza são numerosos.

Após falsamente convencer os pretos americanos que um aumento do salário mínimo era uma coisa boa, os democratas em 3 de agosto mantiveram sua promessa e mataram o projeto de lei do salário mínimo que passara pelos republicanos da Casa em 29 de julho. O bloqueio da lei do salário mínimo foi a segunda vez em muitos anos que os democratas furaram com um dedo legislativo o olho dos pretos americanos. Os democratas do Senado, em 1 de abril de 2004, bloquearam a passagem de um projeto de lei para renovar a lei de reforma do bem-estar, de 1966, que foi posta pelos republicanos e vetada duas vezes pelo presidente Bill Clinton antes dele finalmente assiná-la. Desde a lei de reforma do bem-estar encerrada em Setembro de 2002, o Congresso passou seis prorrogações, e as últimas expirou em 30 de junho de 2004. Com a oposição dos democratas também estão as possibilidade de bolsas de estudo escolares que iriam ajudar as crianças pretas a não sairem das escolas e a  reforma do Seguro Social, embora os pretos, em média, percam US$10.000,00  no sistema atual por causa de uma menor esperança de vida do que os brancos (72,2 anos para os pretos versus 77,5 anos para os brancos).

Os democratas têm governado nossas cidades do interior nos últimos 30 a 40 anos, e os pretos ainda estão reclamando sobre os mesmos problemas. Mais de US$7 trilhões de dólares foram gastos em programas de pobreza desde a Guerra contra a Pobreza de Lyndon Johnson com pouco, ou nenhum, impacto sobre a pobreza. Diabolicamente, a cada ciclo eleitoral, os democratas culpam os republicanos pelas condições deploráveis em cidades do interior, então eles incitam os pretos a um voto de protesto contra os republicanos.

A fim de quebrar o domínio dos democratas sobre o voto preto e libertar os pretos americanos da plantação econômica do Partido Democrata, devemos lançar a luz da verdade sobre os democratas. Temos de demonstrar que as políticas do Partido Democrata de socialismo e dependência de esmolas governamentais oferecem o caminho para a pobreza, enquanto os princípios do Partido Republicano de trabalho duro, responsabilidade pessoal, recebendo uma boa educação e de propriedade de casas e pequenos negócios oferecem o caminho para a prosperidade.

Frances Rice é diretor do National Black Republican Association (NBRA).

De Human Events, 16/08/2006.

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