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Laudo indigenista oficial do Governo brasileiro emprega linguagem nazista

Em 27 de agosto de 2013, o Governo Federal, através da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), aprovou e publicou no Diário Oficial da União um resumo de laudo antropológico que apóia o estabelecimento de um território exclusivo para uma alegada etnia índia no município de Caucaia (CE). A publicação oficial emprega expressão da linguagem nazista para tentar justificar futura expansão do território para raça índia.

Uma passagem do documento afirma:

“Tendo em vista a existência manifesta de outros Tapeba não considerados em nenhum dos levantamentos realizados até hoje, inclusive no interior da TI, a população total atual do povo Tapeba pode ser mesmo superior a essa cifra. Isso significa que a conta da demografia Tapeba não está fechada e mostra como a recuperação populacional do grupo choca-se com a limitada base territorial a que se encontram circunscritos hoje, ajudando a entender o movimento das ‘retomadas’ não só como ação política, mas antropogeográfica, dada a necessidade premente de ampliarem seu espaço vital”.

‘Espaço vital’ é a tradução da palavra alemã ‘Lebensraum’. O termo foi usado pelo geógrafo e etnógrafo racista alemão Friedrich Ratzel, autor do livro “Anthropogeographie. Die geographische Verbreitung des Menschen” (1882–1891), que se referia asupostas regras de seleção natural que poderiam ser aplicadas a humanos e não-humanos em um dado meio-ambiente. O conceito tinha relações políticas com migração e colonialismo e logo foi adotado pelos nazistas, em especial em sua propaganda a favor do expansionismo pela Europa.

O Nação Mestiça está contestando a criação deste novo bantustão. Mestiço sofrem limpeza étnica após a criação de bantustões e muitas vezes já antes dos processos administrativos e legais terem encerrado.

O Governo Federal brasileiro, comandado pelo Partido dos Trabalhadores, tem uma política oficial de eliminação do povo mestiço.

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