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Vaias e a elite branca petista – Leão Alves

A presidente Dilma Rousseff foi vaiada na cerimônia de abertura da Copa do Mundo. Os comunistas e simpatizantes vieram em sua defesa. A “elite branca”, segundo o colunista Juca Kfouri, “mostrou ao mundo que é intolerante e mal agradecida a quem lhe proporciona uma Copa do Mundo no padrão Fifa”.
Deve-se reconhecer a capacidade da elite branca petista de conseguir promover o que toda elite racista, branca ou não, mais deseja: evitar mestiçagem. Não só consegue como o faz com tal maestria que se permite posar como antirracista.
Já escrevemos várias vezes sobre isto e vamos repetir enquanto for necessário: o PT é verwoerdista. O verwoerdismo é um tipo de racismo não tão abordado nos livros escolares brasileiros quanto o racismo nazista, p. ex. Se fosse, talvez o racismo petista não tivesse tido o sucesso em prejudicar o país e tantas pessoas que vem tendo.
Imitando o racismo adotado no regime do apartheid sul-africano, o petismo promove racismo branco promovendo racismo índio e negro. Ele foi elaborado destacadamente por uma elite branca comunista e racista uspiana que conquistou apoiadores de outras cores e raças.
Os inventores do regime de apartheid na África do Sul tentaram estabelecer leis racistas sem que ninguém percebesse que eram racistas; eles não conseguiram enganar quase ninguém, mas o Lula e a Dilma têm conseguido, com apoio de intelectuais, jornalistas e políticos.
Sob a desculpa de que estariam preservando as diversas culturas e identidades, os verwoerdistas implantaram territórios segundo diversas identidades raciais e étnicas. Na África do Sul davam aos territórios raciais, os bantustões, o nome de “homelands”; no Brasil dão o nome de “territórios indígenas”.
Similar ao que fazem os governos indigenistas no Brasil, expulsavam os brancos e os mestiços dos bantustões dedicados aos nativos pretos.
Combatiam a mestiçagem para preservar o poder da elite racista branca, que se acumpliciava com elites racistas pretas compradas com privilégios – tiranetes em seus territórios locais.
Obviamente isto não será explicado pela tropa de choque do racismo de esquerda. Desviam a atenção para a “elite branca”.
Quanto a mim, que não sou branco nem da elite, uma questão me aparece: se personalidades como o chanceler Adolf Hitler ou o primeiro-ministro Hendrik Verwoerd aparecessem num estádio de futebol para participar de uma cerimônia de abertura de Copa do Mundo, os que criticam as vaias dadas à presidente segregacionista ficariam candidamente calados?
COMEMORANDO A MESTIÇAGEM
Enquanto comunistas aplaudem divisão racial, ocorreu no dia nove na ALEAM, o VII Seminário Sobre a Identidade Mestiça. O tema deste ano foi “Mestiços e Direitos Humanos”. Presidido por Helderli Castro, foram palestrantes os antropólogos Yvonne Maggie, Jean-François Véran, Carlos Borges e Edward Luz, o deputado federal Paulo Cesar Quartiero, de Roraima, Abiel Santos, representante do Movimento Nação Mestiça na Bahia, e eu.
Foram abordados assuntos como políticas com base em raça, impacto social nos processos de demarcação, o problema do indigenismo para o povo mestiço, o direito originário dos mestiços à terra, os prejuízos causados pela criação do bantustão de Raposa e Serra do Sol, erros e disparates em laudos antropológicos e outros assuntos relacionados.
No dia 27 de junho, Dia do Mestiço, a data será comemorada em Manaus, Autazes e Careiro da Várzea. Para quem gosta de mistura.
Leão Alves é médico e secretário geral do Movimento Nação Mestiça.

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A presidente Dilma Rousseff foi vaiada na cerimônia de abertura da Copa do Mundo. Os comunistas e simpatizantes vieram em sua defesa. A “elite branca”, segundo o colunista Juca Kfouri, “mostrou ao mundo que é intolerante e mal agradecida a quem lhe proporciona uma Copa do Mundo no padrão Fifa”.

Deve-se reconhecer a capacidade da elite branca petista de conseguir promover o que toda elite racista, branca ou não, mais deseja: evitar mestiçagem. Não só consegue como o faz com tal maestria que se permite posar como antirracista.

Já escrevemos várias vezes sobre isto e vamos repetir enquanto for necessário: o PT é verwoerdista. O verwoerdismo é um tipo de racismo não tão abordado nos livros escolares brasileiros quanto o racismo nazista, p. ex. Se fosse, talvez o racismo petista não tivesse tido o sucesso em prejudicar o país e tantas pessoas que vem tendo.

Imitando o racismo adotado no regime do apartheid sul-africano, o petismo promove racismo branco promovendo racismo índio e negro. Ele foi elaborado destacadamente por uma elite branca comunista e racista uspiana que conquistou apoiadores de outras cores e raças.

Os inventores do regime de apartheid na África do Sul tentaram estabelecer leis racistas sem que ninguém percebesse que eram racistas; eles não conseguiram enganar quase ninguém, mas o Lula e a Dilma têm conseguido, com apoio de intelectuais, jornalistas e políticos.

Sob a desculpa de que estariam preservando as diversas culturas e identidades, os verwoerdistas implantaram territórios segundo diversas identidades raciais e étnicas. Na África do Sul davam aos territórios raciais, os bantustões, o nome de “homelands”; no Brasil dão o nome de “territórios indígenas”.

Similar ao que fazem os governos indigenistas no Brasil, expulsavam os brancos e os mestiços dos bantustões dedicados aos nativos pretos.

Combatiam a mestiçagem para preservar o poder da elite racista branca, que se acumpliciava com elites racistas pretas compradas com privilégios – tiranetes em seus territórios locais.

Obviamente isto não será explicado pela tropa de choque do racismo de esquerda. Desviam a atenção para a “elite branca”.

Quanto a mim, que não sou branco nem da elite, uma questão me aparece: se personalidades como o chanceler Adolf Hitler ou o primeiro-ministro Hendrik Verwoerd aparecessem num estádio de futebol para participar de uma cerimônia de abertura de Copa do Mundo, os que criticam as vaias dadas à presidente segregacionista ficariam candidamente calados?

COMEMORANDO A MESTIÇAGEM

Enquanto comunistas aplaudem divisão racial, ocorreu no dia nove na ALEAM, o VII Seminário Sobre a Identidade Mestiça. O tema deste ano foi “Mestiços e Direitos Humanos”. Presidido por Helderli Castro, foram palestrantes os antropólogos Yvonne Maggie, Jean-François Véran, Carlos Borges e Edward Luz, o deputado federal Paulo Cesar Quartiero, de Roraima, Abiel Santos, representante do Movimento Nação Mestiça na Bahia, e eu.

Foram abordados assuntos como políticas com base em raça, impacto social nos processos de demarcação, o problema do indigenismo para o povo mestiço, o direito originário dos mestiços à terra, os prejuízos causados pela criação do bantustão de Raposa e Serra do Sol, erros e disparates em laudos antropológicos e outros assuntos relacionados.

No dia 27 de junho, Dia do Mestiço, a data será comemorada em Manaus, Autazes e Careiro da Várzea. Para quem gosta de mistura.

Leão Alves é médico e secretário geral do Movimento Nação Mestiça. De Portal do Zacarias, 16/06/2014.

Posted in Artigos, Leão Alves, Português.


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