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O petismo de batina – Leão Alves

BATINAp

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) não é a Igreja Católica, não é um órgão da Igreja, é uma associação de bispos. Muitas pessoas, porém, imaginam que ela seja porta-voz da Santa Sé. A CNBB está, porém, mais próxima de ser a porta-voz do Partido dos Trabalhadores.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) não é a Igreja Católica, não é um órgão da Igreja, é uma associação de bispos. Muitas pessoas, porém, imaginam que ela seja porta-voz da Santa Sé. A CNBB está, porém, mais próxima de ser a porta-voz do Partido dos Trabalhadores.
Junto a dezenas de organizações de esquerda, a CNBB está no atual momento especialmente empenhada em uma campanha a favor de medidas que aumentam a capacidade do petismo acabar com o que ainda resta da que um dia se chamou democracia brasileira, atingida mortalmente por uma urna eletrônica bolivariana.
O trecho abaixo da “Mensagem sobre a Reforma Política” publicado no site da CNBB – http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/sala-de-imprensa/notas-e-declaracoes-3/14880-bispos-emitem-mensagem-sobre-reforma-politica-no-brasil – resume o objetivo da campanha:
“O Projeto de Lei de Iniciativa Popular pela Reforma Política Democrática se resume em quatro pontos principais: 1) O financiamento de candidatos; 2) A eleição em dois turnos, um para votar num programa o outro para votar numa pessoa; 3) O aumento de candidatura de mulheres aos cargos eletivos; 4) Regulamentação do Artigo 14 da Constituição com o objetivo de melhorar a participação do povo brasileiro nas decisões mais importantes, através do Projeto de Lei de Iniciativa Popular, do Plebiscito e do Referendo, mesclando a democracia representativa com a democracia participativa.”
Muito bonito, mas vejamos.
Por “financiamento de candidatos” entenda-se o aumento do poder do Estado e a diminuição do poder da sociedade civil para resistir “democraticamente” àquele. Os totalitarismos comunistas fazem isto: eles concentram tanto o poder no Estado que o infeliz do cidadão fica destituído da capacidade de resistir a este. Em Estados nacionais, ou seja, subordinados à Nação e a valores tradicionais como identidade, religião, família, soberania, os indivíduos ainda podem resistir enquanto nacionais ao esvaziamento a que foram reduzidos enquanto cidadãos. Em Estados comunistas, porém, os Estados não estão subordinados a Nações, mas servem a uma elite “iluminada” e arrogante que trata os subordinados como massa a ser moldada ou eliminada conforme a conveniência dela. O projeto de reforma política defendido pela CNBB vem exatamente neste sentido. Obviamente isto não tem nada a ver com Cristianismo, pelo contrário.
O projeto é uma série de regras que engessam a vontade dos eleitores, criando uma pseudo-democracia no estilo chavista. Aumenta o poder da elite política e econômica que ditará, com coro “participativo”, os nomes dos escolhidos que, após rigorosa seleção ideológica, constarão nas listas de candidatos, restando aos demais mortais somente escolher entre Z1, Z2, Z3, etc.
Como de costume, por causar menor reação, o projeto propõe reservar vagas para mulheres. O objetivo é abrir uma exceção que permita a elite desenhar a composição do poder conforme sua imagem e semelhança, ou seja, criar um Estado comunista com aparência de democracia. Logo depois das vagas reservadas para mulheres, virão vagas para negros, índios e outros grupos – para mestiços não, pois a ideologia racial dos grandes líderes brancos da CNBB acompanha a ideologia racial dos supremos líderes brancos do petismo: no Brasil não haveria mestiços, pardos seriam negros.
Outros segmentos, assim, que a elite vier a achar conveniente serão adicionados, cada vez tornando a “participação” do cidadão (um termo que também irá ganhar cada vez mais um sentido vago) uma mera formalidade.
Já que a CNBB valoriza a mistura da democracia representativa com a democracia “participativa” por que ela, para dar exemplo, não propõe um plebiscito para o povo decidir se deseja ou não que a senhora Dilma Rousseff permaneça ocupando o cargo de presidente? Se passar por cima do Congresso Nacional para realizar uma reforma política não é golpe, muito menos é devolver ao povo a decisão sobre a permanência ou não de uma senhora que já deveria ter renunciado.
Outra sugestão: já que a CNBB está tão preocupada com a representação da vontade do povo, por que não propõe que as eleições sejam feitas com urnas confiáveis, com voto impresso e que permitam ao eleitor conferir se seu voto foi realmente computado? Que tal propor que o eleitor possa ter o direito de votar numa urna tradicional ou outra que não esta que envia nosso voto para o limbo?
Quanto à política racial anti-mestiça do Governo Federal petista e às limpezas étnicas contra o povo mestiço empreendidas pelo indigenismo, alguma proposta de mudança?
É um dever moral de todo cristão preocupado com este país opor-se a esta reforma política. Quem deseja esta reforma é a CNBB e o PT, não o povo que se manifestou nas ruas defendendo a democracia e dizendo “Fora, Dilma! Fora, PT!” – num domingo, pois sexta-feira é dia de trabalho e o povo, que paga os impostos que a CNBB e o PT querem que sejam empregados na “democracia participativa”, não tem tempo para participar.

Junto a dezenas de organizações de esquerda, a CNBB está no atual momento especialmente empenhada em uma campanha a favor de medidas que aumentam a capacidade do petismo acabar com o que ainda resta da que um dia se chamou democracia brasileira, atingida mortalmente por uma urna eletrônica bolivariana.

O trecho abaixo da “Mensagem sobre a Reforma Política” publicado no site da CNBB – http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/sala-de-imprensa/notas-e-declaracoes-3/14880-bispos-emitem-mensagem-sobre-reforma-politica-no-brasil – resume o objetivo da campanha:

“O Projeto de Lei de Iniciativa Popular pela Reforma Política Democrática se resume em quatro pontos principais: 1) O financiamento de candidatos; 2) A eleição em dois turnos, um para votar num programa o outro para votar numa pessoa; 3) O aumento de candidatura de mulheres aos cargos eletivos; 4) Regulamentação do Artigo 14 da Constituição com o objetivo de melhorar a participação do povo brasileiro nas decisões mais importantes, através do Projeto de Lei de Iniciativa Popular, do Plebiscito e do Referendo, mesclando a democracia representativa com a democracia participativa.”

Muito bonito, mas vejamos.

Por “financiamento de candidatos” entenda-se o aumento do poder do Estado e a diminuição do poder da sociedade civil para resistir “democraticamente” àquele. Os totalitarismos comunistas fazem isto: eles concentram tanto o poder no Estado que o infeliz do cidadão fica destituído da capacidade de resistir a este. Em Estados nacionais, ou seja, subordinados à Nação e a valores tradicionais como identidade, religião, família, soberania, os indivíduos ainda podem resistir enquanto nacionais ao esvaziamento a que foram reduzidos enquanto cidadãos. Em Estados comunistas, porém, os Estados não estão subordinados a Nações, mas servem a uma elite “iluminada” e arrogante que trata os subordinados como massa a ser moldada ou eliminada conforme a conveniência dela. O projeto de reforma política defendido pela CNBB vem exatamente neste sentido. Obviamente isto não tem nada a ver com Cristianismo, pelo contrário.

O projeto é uma série de regras que engessam a vontade dos eleitores, criando uma pseudo-democracia no estilo chavista. Aumenta o poder da elite política e econômica que ditará, com coro “participativo”, os nomes dos escolhidos que, após rigorosa seleção ideológica, constarão nas listas de candidatos, restando aos demais mortais somente escolher entre Z1, Z2, Z3, etc.

Como de costume, por causar menor reação, o projeto propõe reservar vagas para mulheres. O objetivo é abrir uma exceção que permita a elite desenhar a composição do poder conforme sua imagem e semelhança, ou seja, criar um Estado comunista com aparência de democracia. Logo depois das vagas reservadas para mulheres, virão vagas para negros, índios e outros grupos – para mestiços não, pois a ideologia racial dos grandes líderes brancos da CNBB acompanha a ideologia racial dos supremos líderes brancos do petismo: no Brasil não haveria mestiços, pardos seriam negros.

Outros segmentos, assim, que a elite vier a achar conveniente serão adicionados, cada vez tornando a “participação” do cidadão (um termo que também irá ganhar cada vez mais um sentido vago) uma mera formalidade.

Já que a CNBB valoriza a mistura da democracia representativa com a democracia “participativa” por que ela, para dar exemplo, não propõe um plebiscito para o povo decidir se deseja ou não que a senhora Dilma Rousseff permaneça ocupando o cargo de presidente? Se passar por cima do Congresso Nacional para realizar uma reforma política não é golpe, muito menos é devolver ao povo a decisão sobre a permanência ou não de uma senhora que já deveria ter renunciado.

Outra sugestão: já que a CNBB está tão preocupada com a representação da vontade do povo, por que não propõe que as eleições sejam feitas com urnas confiáveis, com voto impresso e que permitam ao eleitor conferir se seu voto foi realmente computado? Que tal propor que o eleitor possa ter o direito de votar numa urna tradicional ou outra que não esta que envia nosso voto para o limbo?

Quanto à política racial anti-mestiça do Governo Federal petista e às limpezas étnicas contra o povo mestiço empreendidas pelo indigenismo, alguma proposta de mudança?

É um dever moral de todo cristão preocupado com este país opor-se a esta reforma política. Quem deseja esta reforma é a CNBB e o PT, não o povo que se manifestou nas ruas defendendo a democracia e dizendo “Fora, Dilma! Fora, PT!” – num domingo, pois sexta-feira é dia de trabalho e o povo, que paga os impostos que a CNBB e o PT querem que sejam empregados na “democracia participativa”, não tem tempo para participar.

Leão Alves é médico e ex-presidente do Nação Mestiça.

Publicado em Portal do Zacarias, 30/03/2015.

Posted in Artigos, Leão Alves, Petismo.


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