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Moradora resiste ao apartheid no MA e ameaça tocar fogo no próprio corpo

Nova Imagem (4)A limpeza étnica contra mestiços que está sendo feita no noroeste do Estado do Maranhão para a criação de um bantustão federal para índios auás (guajás), entre as cidades de Centro Novo do Maranhão, Governador Newton Bello, São João do Caru e Zé Doca, está sendo marcada pela tensão e conflito. Ontem, uma moradora identificada como Maria Vilma da Silva, tentou atear fogo no próprio corpo como forma de protesto contra a limpeza átnica. Apenas os homens do Exército, da Força Nacional, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária no Maranhão (INCRA-MA) e da Polícia Federal, órgãos do Governo Federal petista, tiveram acesso à área.

Segundo informações da polícia, Maria Vilma estava revoltada com a presença dos homens da Força Nacional para fazer a sua remoção e resolveu atear fogo em seu corpo, mas foi contida e, logo em seguida, levada para a base da Polícia Federal, em São João do Caru. Ela será ainda hoje ouvida pelo delegado federal e transferida para a sede da PF, na capital.

À medida que os nativos mestiços são expulsos de seu terrutório ancestral para dar lugar a um bantustão federal exclusivo para índios guajás, uma etnia originária do Pará, os imóveis e toda a infraestrutura como estradas, luz, água e dentre outras instalações que propiciem condições de moradia estão sendo destruídos pelos tratores.

Reescrito de O Imparcial, 26/02/2014.

Posted in Levistraussismo, Mestiçofobia | Desmestiçagem, Multiculturalismo, Português, Verwoerdismo | Indigenismo.

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