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Bantustão Auá-Guajá: Expulsão à força de nativos mestiços começa nesta segunda

MARANHÃO – Começará segunda-feira o processo de retirada definitiva dos ocupantes da área indígena Awa-Guajá, cuja área total é de 116 mil hectares e está localizada no noroeste do Maranhão , abrangendo municípios de Centro Novo do Maranhão , Governador Newton Bello, São João do Caru e Zé Doca.
A retirada ocorrerá após o encerramento do prazo de 40 dias, contados da entrega das notificações feitas pelos oficiais de Justiça da Justiça Federal para a desocupação voluntária. De acordo com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), para os agricultores incluídos no programa de reforma agrária do Governo Federal, ou seja, aqueles que têm direito ao reassentamento, o prazo para desocupação será estendido até 9 de março.
Em reunião realizada no dia 13 deste mês, na 5ª vara da Justiça Federal, em São Luís, o superintendente do Incra, José Inácio Rodrigues, informou que, das 427 famílias notificadas, 265 procuraram o órgão para se cadastrar no programa. O superintendente disse ainda que, do total de inscrições, 224 estão sendo analisadas pelo Sistema de Informações de Projetos da Reforma Agrária. O Incra informou ainda que existem lotes disponíveis para o reassentamento imediato das famílias já cadastradas.
Outras medidas – Além da retirada dos ocupantes, a Justiça Federal determinou outras medidas, como a derrubada de cercas e construções, destruição de estradas ou quaisquer obras no interior da terra indígena que sejam tidas como incompatíveis com a utilização das terras pelos índios.
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Começará segunda-feira (24) a retirada à força de crianças, mulheres e outros mestiços que habitam a área transformada em bantustão para índios auás (guajás) no noroeste do Estado do Maranhão. Os auás são originários do Estado do Pará e o povo mestiço descende de índios nativos do Maranhão e têm direito originário sobre o território.

A área total do bantustão é de 116 mil hectares e abrange os municípios de Centro Novo do Maranhão, Governador Newton Bello, São João do Caru e Zé Doca.

A retirada ocorrerá após o encerramento do prazo de 40 dias, contados da entrega das notificações feitas pelos oficiais de Justiça da Justiça Federal, para a desocupação “voluntária”.

Em reunião realizada no dia 13 deste mês, na 5ª vara da Justiça Federal, em São Luís, o superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), órgão do Governo Federal, José Inácio Rodrigues, informou que, das 427 famílias notificadas, 265 procuraram o órgão tentando se cadastrar no programa. O superintendente disse ainda que, do total de inscrições, 224 estariam sendo analisadas pelo Sistema de Informações de Projetos da Reforma Agrária. O Incra informou ainda que só existem lotes disponíveis para o reassentamento das famílias já cadastradas.

Enquanto isso, todas as famílias mestiças serão postas na rua pelo Governo Federal comandado pela presidente branca Dilma Rousseff (PT).

Nova redação a partir de notícia de Passeiaki, 22/02/2014.

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