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Dilma abre conferência racial com índios, negros e brancos e sem mestiços

A presidenta branca Dilma Rousseff abriu nesta terça-feira (5) a III Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CONAPIR), em Brasília (DF).
Na oportunidade, diante de um público formado exclusivamente por índios, negros e brancos, a presidente petista assinou uma mensagem ao Congresso Nacional enviando projeto de lei que reserva 20% das vagas em concursos públicos de órgãos do governo federal para negros.
Durante o evento, a presidente, dirigindo-se aos índios, negros e brancos presentes, comentou:
“Nós todos aqui sabemos que o nosso povo, o povo brasileiro, tem na sua origem, na sua formação uma união de povos, uma união de índios, de negros, de brancos e de comunidades tradicionais provenientes das mais diversas populações e povos.”
“Éramos desiguais porque éramos índios, negros e brancos.”
“Por isso, nós temos de ter políticas e ações que permitam fechar o fosso de direitos, de oportunidades, de versões, de, eu diria assim, de pequenas histórias preconceituosas existentes entre toda a população de nosso país. E que tenta dividir negros, brancos, índios, comunidades tradicionais várias, enfim, que tentam fazer da diversidade cultural e racial do Brasil não uma vantagem, mas uma desvantagem.”
Segundo o G1, a medida vinha sendo estudada pelo governo desde o ano passado e passará agora pela análise de deputados e senadores. O assunto estava na Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), aguardando pareceres tanto da Advocacia-Geral da União, quanto do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, para a presidente Dilma bater o martelo. A ideia era ter segurança para evitar questionamentos jurídicos posteriores.
Em discurso, Dilma informou que o projeto vai tramitar em regime de urgência constitucional, o que dá à Câmara e ao Senado 45 dias, cada um, para analisar o projeto, sob risco de trancar a pauta de votações.

A presidenta branca Dilma Rousseff abriu nesta terça-feira (5) a III Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CONAPIR), em Brasília (DF) diante de um público formado exclusivamente por índios, negros e brancos e sem mestiços.

Durante o evento, a presidente, dirigindo-se aos índios, negros e brancos presentes, comentou:

“Nós todos aqui sabemos que o nosso povo, o povo brasileiro, tem na sua origem, na sua formação uma união de povos, uma união de índios, de negros, de brancos e de comunidades tradicionais provenientes das mais diversas populações e povos.”

“Éramos desiguais porque éramos índios, negros e brancos.”

“Por isso, nós temos de ter políticas e ações que permitam fechar o fosso de direitos, de oportunidades, de versões, de, eu diria assim, de pequenas histórias preconceituosas existentes entre toda a população de nosso país. E que tenta dividir negros, brancos, índios, comunidades tradicionais várias, enfim, que tentam fazer da diversidade cultural e racial do Brasil não uma vantagem, mas uma desvantagem.”

Desmestiçagem: Dilma envia projeto de lei reservando vagas para negros nos órgãos federais

Na oportunidade, a presidente petista assinou uma mensagem ao Congresso Nacional enviando projeto de lei que reserva 20% das vagas em concursos públicos de órgãos do governo federal para negros.

Segundo o G1, a medida vinha sendo estudada pelo governo desde o ano passado e passará agora pela análise de deputados e senadores. O assunto estava na Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), aguardando pareceres tanto da Advocacia-Geral da União, quanto do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, para a presidente Dilma bater o martelo. A ideia era ter segurança para evitar questionamentos jurídicos posteriores.

Em discurso, Dilma informou que o projeto vai tramitar em regime de urgência constitucional, o que dá à Câmara e ao Senado 45 dias, cada um, para analisar o projeto, sob risco de trancar a pauta de votações.

Mais Médicos dará preferência para pacientes quilombolas e índios em relação a mestiços

A presidente petista também comunicou que dará preferência à saúde de índios e quilombolas em relação aos mestiços e demais brasileiros: “Nós estamos colocando as comunidades quilombolas, junto com os distritos indígenas, como locais privilegiados e prioritários para receberem médicos do Mais Médicos.”

A III Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial encerrará quinta-feira (7).

Conferência sem mestiços

Durante a III Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial do AM, a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos do AM (SEJUS), com o apoio de lideranças de movimentos negros e indígenas, assegurou a reserva de vagas para índios e negros para a III Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial e atuou a favor da retirada de reserva de vagas para caboclos e outros mestiços. A inscrição de delegados mestiços também foi prejudicada pela ação da SEJUS. O Governo Federal apoiou esta a ação da secretaria contra mestiços.

Posted in Comunismo, Mestiçofobia | Desmestiçagem, Multiculturalismo, Português, Verwoerdismo | Indigenismo.

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13 Responses

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  1. Leão says

    O Sr. se preocupa também com os negros que estão sendo expulsos nas criações de territórios raciais exclusivos para índios pelo governo comunista/petista ou está mais preocupado com a face branca da TV nacional?

  2. Gabriel says

    Não tenho problema nenhum com ninguém. O problema é que me preocupo se a face do Brasil Mestiço é uma face branca como vemos na TV nacional.

    O Sr. como mulato deveria estar preocupado com o fato de mulatas só servirem para serem “Globelezas” e tirarem fotos de costas mostrando o rabo ao mesmo tempo em que nunca serão representantes do Brasil num concurso de Miss Brasil. Se contentem com Deise Nunes.

  3. Leão says

    Sr. Gabriel, qual o seu problema com os brancos? Você tem sentimentos de inferioridade em relação a brancos? Se o senhor não valoriza a raça branca, nós a valorizamos tanto quanto valorizamos a raça preta e a índia da qual descendemos. Você tem problema com mulatas?

    Não vamos cair nessa demagogia comunista que se alimenta de jogar um grupo contra outro. O que o senhor acha dos territórios brancos que o governo comunista do PT está implantando? O Sr. deveria estar preocupado com os negros que estão sendo expulsos nas criações de territórios raciais exclusivos para índios pelo governo comunista/petista.

  4. Gabriel says

    Então para você Sr. Leão, a ideologia racista e o pensamento racial de superioridade da raça branca sobre as demais, que afeta psicologicamente milhões de mestiços/miscigenados e pretos brasileiros não tem importância? Não há nenhum intuito por parte do Movimento Pardo Mestiço Brasileiro em desconstruir este pensamento nefasto incrustado na sociedade brasileira?

    O Sr. simplesmente responde minha exposição de como isto afeta as relações interpessoais afirmando que viver de forma alienada pode trazer felicidade?

    Veja bem, não estou afirmando que se deva impor uma identidade étnica/racial a alguém. O que pretendo fazer com que entendam é que uma um povo que nasceu da miscigenação não pode viver sobre a égide do branqueamento e ter sua consciência impregnada por uma ideologia de valorização da raça branca.

    Para finalizar gostaria, se possível, que o NM comentasse com uma postagem suas impressões sobre o concurso “Mulata Globeleza”.

  5. Leão says

    Sr. Gabriel, eles têm consciência de que são miscigenados, mas o ideal deles não é serem mestiços e sim brancos. Então, se eles se identificam como brancos, se desejam embranquecer sua prole, que fiquem com os brancos e sejam felizes se isto lhes traz felicidade; não cabe impor a eles a identidade mestiça e fazer como os movimentos negros que defendem a imposição da identidade negra a mestiços. Nós mestiços somos uma etnia, não somos uma raça nem devemos buscar ser. Se alguém desejar embranquecer ou enegrecer a prole, se busca “virar raça”, então ele não é identitariamente um mestiço, mas só um miscigenado, como é o senador negro Paim.

  6. Gabriel says

    Sr. Leão, os mestiços que querem, como o Sr. Homem disse, se arianizar, NÃO se identificam como brancos. Eles tem consciência de que não são brancos e tem o desejo que sua descendência seja branca já que eles mesmos não podem se tornar brancos.

    Os primos paulistas de minha esposa, todos pretos retintos, estão casados com pessoas brancas com o intuito de clarear sua descendência. Duas primas de minha mulher, pretas, tiveram filhos brancos como neve. A mãe e família de uma delas inclusive sofre discriminação racial por parte do esposo da filha e da família dele. Não sei como é ai no Amazonas mas aqui no Rio de Janeiro e no Sudeste em geral o pensamento racial/racista brasileiro faz com que muitos pretos e mestiços se tornem alienados e escravos da ideologia do branqueamento e superioridade da beleza branca sobre as demais, fazendo que estes queiram de fato cometer uma espécie de suicídio e extermínio de sua própria raça atra´ves da miscigenação.

    É como a tentativa de Hittler de exterminar os judeus através da violência só que de um modo mais “pacífico.”

  7. homem says

    Sr. Leão, entendi cara. Mas os mestiços que são de classe média alta , mantém um interesse pelo luxo e cultura européia, bem como as línguas e interesses europeus, eles não perdem tempo com índios e negros na maioria ficam nas favelas são pobres demais e mantém pouco da cultura deles, os negros africanos estão em sua maioria envolvidos em tradições européias devido a colonização. Ex. Disputa armada de terras, prática do comércio… se os mesticos de hoje querem misturar com culturas e um questão deles. Pois a maioria só “honra” seus descendentes europeus , pois eles usam os inventos dos europeus em larga escala além de outros pontos culturais. Eu sou mestiço . Mas me identifico melhor só com a cultura dos meus ancestrais europeus, minha tendência é me casar com uma pessoa branca da Europa, pois é um gosto meu sei que meus netos serão brancos puros ou quase e não mais mesticos. É uma questão minha eu gosto dos europeus e não quero preservar identidade mestiça para os meus netos e descendentes. É uma questão minha as pessoas devem ser livres quanto a questão sexual . Racial cultural. E território caso queira se mudar para outro país. Eu vou para a Irlanda. Europa.

    Atenciosamente.

  8. Leão says

    Os mestiços brasileiros não se “adaptam” à “cultura europeia”; a cultura portuguesa que herdamos dos nossos ancestrais portugueses é nossa tanto quanto é de um português atual, da mesma forma que é nossa as culturas índias e dos pretos africanos que foram trazidos para o Brasil.

    Quanto a “mestiços que querem se arianizar” é uma questão deles, pois neste caso eles de identificam etnicamente como brancos e não como mestiços; se os brancos vão aceitá-los como brancos é questão para os brancos; da mesma forma que se um mestiço se identifica como negro ele é etnicamente um negro, e se ele se identifica como índio, ele é etnicamente um índio – se os índios e os negros vão reconhecê-los como índios ou negros é questão para os índios e negros.

    A etnia mestiça formada por mestiços que se identificam como mestiços e distintos daquelas que lhe deram origem.

  9. homem says

    E os filhos dos mesticos que em 99% dos casos se adaptam a cultura EUROPÉIA, e o padrão de consumo norte americano? Pode existir uma cultura mestiça no Brasil, mas ela nunca será respeitada pelos próprios mesticos que querem se arianizar e seguir apenas uma cultura que é o padrão moderno europeu??

  10. Kiryl says

    Sr. homem, estás precisando entender mais sobre antropologia. Se uma criança geneticamente ariana é adotada por índios e passa a ser aceita como parte da etnia dos pais adotivos ela tornar-se etnicamente indígena, ainda que racialmente continue branca. Raça é só biológico, etnia é identidade.

  11. homem says

    Sr. Kiryl , estás precisando entender mais sobre genética e reprodução, a maioria dos mestiços que conheço e de acordo com o IBGE, a tendência dos mestiços é casar-se com pessoas brancas com alta porcentagem de genes europeus, ou seja BRANCAS ÉTNICAS, e seus filhos estariam deixando cada vez mais de SEREM MESTIÇOS, pois o gene branco iria ocupar todos os espaços caracteristicos e raciais eliminado os não brancos! Por isso a têndencia da ARIANIZAÇÃO é muito grande hoje em grupos específicos de pessoas mestiças, elas simplesmente querem se casar com pessoas brancas puras, e seus filhos também fazerão o mesmo até que em uma certa geração estarão livre de qualquer gene NÃO BRANCO e NÃO SERÃO MESTIÇAS!! o problema do Brasil hoje é que as pessoas não se importam muito com problemas étnicos, Mestiços em sua maioria não se importam com nenhum movimento mestiço e nem sequer sabem que esses existem, O Brasil é assim, aliás se as pessoas querem se arianizar ou enegreçer é problema delas, e não podemos interferir nisso, o objetivo desse movimento mestiço é evitar o racismo, e discutir alguns problemas, mas a maioria dos mestiços vão para páginas de orgulho eurodescendente, pois gostam de honrar apenas seus ancestrais europeus, apenas, e isso os faz racistas contra os mestiços que não querem se arianizar, o Brasil de hoje é assim, as pessoas devem ser livre para escolherem o que fazer das suas vidas.

  12. Kiryl says

    Tu estás confundindo raça com etnia, miscigenado com mestiço. A maioria dos autodenominados negros brasileiros são miscigenados que se identificam como negros e não como mestiços. Os mestiços estão sendo discriminados por serem miscigenados que se identificam como mestiços e não como negros, brancos ou índios. Mestiço é algo que independente da aparência ou geração.

  13. homem says

    A maioria dos mesticos que vocês falam não são mais mestiços. Pois tiveram apenas um tataravo negro. Etc esqueceu da teoria da arianizacao? E no meio desses negros e brancos podem haver inúmeras pessoas mestiças com a pele mais negra ou branca….



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